Julgamentos

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Julgamentos

Mensagem  Ave sem Ninho em Sex Abr 15, 2011 9:15 am

Diante do Semelhante

Ante os problemas alheios,
Não te dês a criticar,
No fundo de cada vida
Só Deus consegue enxergar.

Leio no Livro da Terra
Este conselho profundo:
Quem vive só para si
Não devia vir ao Mundo.

Para dar felicidade
Tão alta quanto perfeita,
"Fazer os outros felizes"
É sempre a melhor receita.

Não insistas em queixar,
O coração mais tranquilo
Que fala só de pesar
Acaba por atrai-lo.

Se a tua grande afeição
Já deu tudo quanto tem,
Não sofras... A provação
É para teu próprio bem.

Analisa a própria crença
Onde colocas a fé,
Segundo aquilo que pensa
Assim a pessoa é.

(De "Rosas com Amor", de Francisco Cândido Xavier - Autores Diversos)

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Re: Julgamentos

Mensagem  Ave sem Ninho em Sex Abr 15, 2011 9:16 am

AS TRÊS PENEIRAS

Um rapaz procurou Sócrates e lhe disse que precisava contar algo sobre alguém.

Sócrates ergueu os olhos do livro que lia e perguntou:
- O que você vai me contar já passou pelas três peneiras?
- Três peneiras?
- Sim.

A 1ª peneira é a VERDADE.
O que você quer contar dos outros é um facto?
Caso tenha ouvido falar, a coisa deve morrer por aí mesmo.
Suponhamos então que seja verdade.

Deve então passar pela 2ª peneira: a BONDADE.
O que você vai contar é coisa boa?
Ajuda a construir ou destruir o caminho, a fama do próximo?

Se o que você vai contar é verdade, é coisa boa, deve passar ainda pela 3ª peneira: a NECESSIDADE.
Convém contar?
Resolve alguma coisa?
Ajuda a comunidade?
Pode melhorar o planeta?

E arremata Sócrates:
- Se passar pelas três peneiras, conte!
Tanto eu, você e seu irmão iremos nos beneficiar.

Caso contrário, esqueça e enterre tudo.
Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e fomentar a discórdia entre irmãos, colegas do planeta.
Devemos ser sempre a estação terminal de qualquer comentário infeliz!

(Texto extraído da lista espiritualismo@egroups.com - Naiara Costa)

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Re: Julgamentos

Mensagem  Ave sem Ninho em Sex Abr 15, 2011 9:27 am

No Zelo Fraternal
Livro: Benção de Paz
Emmanuel & Francisco Cândido Xavier

"Aquele, pois, que pensa estar em pé, olhe não caia."
Paulo. (I Coríntios, 10:12).

Observaste com pesar todos os irmãos do caminho que se arrojaram em situações aflitivas, angariando para si mesmos complicados problemas na sombra:
- os que perderam a confiança na Providência Divina e se desbordaram nos precipícios da rebeldia;
- os que desanimaram à frente das tentações e caíram no logro da morte voluntária;

- os que abandonaram as obrigações santificantes que lhes competiam, a pretexto de fadiga ou dificuldade;
- os que esmoreceram no serviço de elevação espiritual e buscaram repouso nos refúgios da ilusão;

- os que se aprisionaram nas armadilhas da delinquência;
- os que se enrodilharam nas teias da obsessão;

- os que se cansaram de fazer o bem;
- os que trocaram os percalços do trabalho pelos enganos do comodismo.

Diante de todos eles, os nossos irmãos que entraram no cipoal dos obstáculos maiores, não pronuncies censura ou condenação.
Ao invés disso, ora por eles.

Recordemos a sábia advertência do apóstolo Paulo:
- "Aquele, pois, que pensa estar em pé, olhe não caia."

Muita Paz
Gilberto Adamatti

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Re: Julgamentos

Mensagem  Ave sem Ninho em Sex Abr 15, 2011 9:28 am

Que Sentimento Despertas?
Livro: Pão Nosso
Emmanuel & Francisco Cândido Xavier

"De sorte que transportavam os enfermos para as ruas e os punham em leitos e em camilhas para que ao menos a sombra de Pedro, quando este passasse, cobrisse alguns deles."
(Atos, 5:15).

O conquistador de glórias sanguinolentas espalha terror e ruínas por onde passa.

O político astucioso semeia a desconfiança e a dúvida.

O juiz parcial acorda o medo destrutivo.

O revoltado espalha nuvens de veneno sutil.

O maledicente injecta disposições malignas nos ouvintes, provocando o verbo desvairado.

O caluniador estende fios de treva na senda que trilha.

O preguiçoso adormece as energias daqueles que encontra, inoculando-os fluidos entorpecentes.

O mentiroso deixa perturbação e insegurança, ao redor dos próprios passos.

O galhofeiro, com a simples presença, inspira e encoraja histórias hilariantes.

Todos nós, através dos pensamentos, das palavras e dos actos, criamos atmosfera particular, que nos identifica aos olhos alheios.

A sombra de Simão Pedro, que aceitara o Cristo e a Ele se consagrara, era disputada pelos sofredores e doentes que encontravam nela esperança e alívio, reconforto e alegria.

Examina os assuntos e as atitudes que a tua presença desperta nos outros.

Com atenção, descobrirás a qualidade de tua sombra e, se te encontras interessado em aquisição de valores iluminativos com Jesus, será fácil descobrires as próprias deficiências e corrigi-las.

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Re: Julgamentos

Mensagem  Ave sem Ninho em Sex Abr 15, 2011 9:28 am

QUANDO JULGAR O SEMELHANTE

O teu pensamento acerca dos outros deve ser verdadeiro;
não penses a seu respeito aquilo que não saibas.

Não suponhas que os outros estão sempre pensando em ti.

Se um homem faz alguma coisa que julgas poder prejudicar-te, ou diz algo que parece ser-te dirigido, não suponhas imediatamente:
"ele pretende ofender-me".

O mais provável é que nunca pensasse em ti, pois cada alma tem suas próprias preocupações, e os seus pensamentos não giram, as mais das vezes, em torno senão de si própria.

Se um homem te falar colericamente, não penses:
"Ele me odeia e quer ferir-me".

Provavelmente alguém ou alguma coisa o encolerizou e, acontecendo de encontrar-te, voltou a sua cólera sobre ti.

Ele procede insensatamente, pois toda cólera é insensata, mas nem por isso deves pensar falsamente a seu respeito.

Krishnamurti

Assim é a VIDA!

Fonte: Lista espiritismo-brasil@yahoogroups.com.br

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Re: Julgamentos

Mensagem  Ave sem Ninho em Sex Abr 15, 2011 9:29 am

Critério de Julgamento
Livro: Episódios Diários
Joanna de Ângelis & Divaldo P. Franco

Há uma tendência muito grande para o indivíduo supervalorizar ou desconsiderar as tarefas que executa.

Por processo de auto-afirmação, um grande número de criaturas se crê a razão pela qual o Sol se movimenta nos espaços, superestimando-se, em prosaico processo de engrandecimento pessoal.

Não se dão conta de que todos possuem critérios de avaliação e de julgamento, derrapando no ridículo que poderiam evitar.

Tornam-se, assim, desagradáveis no trato e na convivência, evitados por uns e antipatizados por outros.

Da mesma forma, encontramos larga faixa de pessoas que se subestimam e não concedem o valor que merecem às suas realizações.

Crêem-se incapazes para qualquer actividade e supõem-se dispensáveis em toda parte.

Pessimistas, por índole, fazem-se desestimulantes e arredios, caindo em frustrações desnecessárias.

Dá o valor real aos teus actos.

Se poderias fazer melhor o que te parece imperfeito, logra-o da próxima vez.

Se consideras insignificante o teu feito, menor seria sem ele.

Se outros realizam com mais eficiência qualquer coisa, exercita-te e chegarás à mesma posição dele.

Todas as acções positivas são importantes no contexto geral da vida.

Até mesmo o erro tem o sentido de ensinar como se não deve fazer o que ora resulta prejudicial.

Esforça-te um pouco mais, quando estiveres produzindo algo, e, mediante o teu critério de julgamento, valoriza sem excesso nem depreciamento o que faças, pensando na finalidade para que se destina.

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Re: Julgamentos

Mensagem  Ave sem Ninho em Sab Abr 16, 2011 10:10 am

Quando Julgamos

O que julgamos ser absoluto
Quase nunca o é para sempre.

O que julgamos ser para sempre
Quase nunca vai além do amanhã.

O que julgamos ser até amanhã
Quase nunca chega até lá de fato.

Quando julgamos, quase sempre o fazemos com nossos sentimentos e sem ter o conhecimento de todo o contexto.
Nos falta compreender o que seja a transitoriedade da vida, por isso, na grande maioria das vezes erramos.

Quando iremos aprender a não julgar???
Apenas o carinho e a compreensão ultrapassam fronteiras . .

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Re: Julgamentos

Mensagem  Ave sem Ninho em Sab Abr 16, 2011 10:11 am

Prova e Julgamento
Emmanuel & Francisco Cândido Xavier

Decerto que o Senhor nos terá advertido contra os riscos do julgamento, observando-nos a inclinação espontânea para projetar-nos em assuntos alheios.

Habitualmente, perante os nossos irmãos em experiências difíceis, estamos induzidos a imaginar neles o que sentimentos e pensamos acerca de nós próprios.

Encontramos determinada criatura acusada desse ou daquele delito; para logo, frequentemente, passamos a mentalizar como teria sido a falta praticada, fantasiando minudências infelizes a fim de agravá-la, quando muitas vezes a pessoa indicada tudo promoveu de modo a poupar a suposta vítima, resistindo-lhe às provocações até as últimas consequências.

Surpreendemos irmãos considerados em desvalia moral;
e de imediato, ao registar-lhes o abatimento, ideamos quadros reprováveis de conduta sobre as telas de inquietude em que terão entrado, emprestando-lhes ao comportamento o comportamento talvez menos digno que teríamos adoptado na problemática de ordem espiritual em que se acharam envoltos, quando, na maioria das ocasiões, são almas violadas por circunstâncias cruéis, à feição de aves desprevenidas, sob o laço do caçador.

Abstenhamo-nos de julgar os irmãos supostamente caídos.

O Senhor suscitou a formação de juízes na organização social do mundo para que esses magistrados estudem os processos em que nos tornemos possíveis de corrigenda ou segregação, conforme o grau de periculosidade que venhamos a apresentar na convivência uns com os outros.

Por outro lado, os princípios de causa e efeito dispõem da sua própria penalogia ante a Divina Justiça.
Cada qual de nós traz em si e consigo os resultados das próprias acções.

Ninguém foge às leis que asseguram a harmonia do Universo.

Diante dos companheiros que consideres transviados, auxilia-os quanto possas.
E onde não consigas estender braços de apoio, silencia e ora por eles.
Todos somos alunos na grande escola da vida.

Consideremos que toda escola afere o valor dos ensinos professados em tempo justo de exame.
Os irmãos apontados à apreciação dos júris públicos são companheiros em prova.

Hoje será o dia deles, entretanto, é possível que amanhã o nosso também venha a chegar.

Muita Paz
Gilberto Adamatti

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Re: Julgamentos

Mensagem  Ave sem Ninho em Sab Abr 16, 2011 10:11 am

A Face Oculta
Livro: Encontro Marcado
Emmanuel & Francisco Cândido Xavier

Viste o malfeitor que a opinião pública apedrejava e anotaste os comentários ferinos de muita gente...
Ele terá sido mostrado nas colunas da imprensa por celerado invulgar de que o mundo abomina a presença;
entretanto, alguém lhe estudou a face esquerda de sofredor e observou que ninguém, até hoje, lhe ofertou na existência o mínimo ensejo de ser amado, a fim de acordar para o serviço do bem.

Soubeste que certa mulher caiu em desequilíbrio, diante de círculos sociais que fizeram pesar sobre ela a própria condenação...
Alguém, todavia, lhe enxergou a face oculta e leu nela, inscrita a fogo de aflição, a história das lutas terríveis que a acusada sustentou com a necessidade, sem que ninguém lhe estendesse mãos amigas, nas longas noites de tentação.

Percebeste a diferença do companheiro que se afastou do trabalho de burilamento moral em que persistes, censurado por muitos irmãos inadvertidamente aliados a todos os críticos que o situam entre os tipos mais baixos de covardia...
Alguém, contudo, analisou-lhe a face ignorada, mil vezes batida pelas pancadas da ingratidão, e verificou que ninguém apareceu nos dias de angústia para lenir-lhe o coração, ilhado no desespero.

Tiveste notícia do viciado, socorrido pela polícia, e escutaste os conceitos irónicos daqueles que o abandonaram à própria sorte...
No entanto, alguém lhe examinou a face desconhecida de criatura a quem se negou a bênção do trabalho ou do afecto e reconheceu que ninguém o ajudou a libertar-se da revolta e da obsessão.

Quando estiveres identificando as chagas do próximo, recorda que alguém está marcando as causas que as produziram.

Esse alguém é o Senhor que vê o que não vemos.
Onde o mal se destaque, faz o bem que puderes.
Onde o ódio se agite, menciona o amor.

Em toda parte, e acima de tudo, pensemos sempre na infinita misericórdia de Deus, que reservou apenas um Sol para garantir a face clara da Terra, durante as horas de luz, em louvor do dia, mas acende milhares de sóis, em forma de estrelas, para guardar a face obscura do Planeta, durante as horas de sombra, em auxílio da noite, para que ela jamais se renda ao poder das trevas.

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Re: Julgamentos

Mensagem  Ave sem Ninho em Sab Abr 16, 2011 10:12 am

Justiça em Nós Mesmos
Livro: Dimensões da Verdade
Joanna de Ângelis & Divaldo P. Franco

Transitam à margem da consciência com os centros da lucidez nublados, vivendo trágicos espetáculos íntimos que remontam ao passado.
Passam, na vida física, hibernados espiritualmente.
Auto-flagelam-se, apagados para a liberdade.

Estão hipnotizados.

As experiências vividas na Erraticidade imprimiram-se no perispírito vigorosamente, e renasceram sob o império coercitivo das evocações...
Apegam-se às ideias extravagantes que vibram nos centros mentais.
Em semi-transe, enovelam-se, cada dia, mais fortemente nos liames do próprio desequilíbrio.

Mumificam-se em espírito.
São dignos de compaixão.
Estão no lar, nas oficinas de trabalho, nas ruas, em toda parte.

Creram no poder da posse...

Vilipendiaram a justiça, zombando da verdade.
Viveram para si mesmos, esmagando esperanças alheias, trucidando alheias aspirações.
Dormiram, enquanto na carne, na inconsciência da verdade, empedernindo os sentimentos, enregelando o coração.

Renasceram prisioneiros de si mesmos, depois das aflições punitivas vividas antes do berço...
Há, por isso mesmo, mais hipnoses entre desencarnados e encarnados do que pensam, na Terra, os homens.
Disciplina o querer para conduzires com equilíbrio o que tens.

Corrige o ambicionar a fim de viveres longanimente o que possuis.
Respeita o direito alheio ante o próprio direito.

Continua...
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Re: Julgamentos

Mensagem  Ave sem Ninho em Sab Abr 16, 2011 10:12 am

Continua...

Medita na transitoriedade do carro carnal que te conduz, aplicando as regras da conduta reta na vida diária, tendo em mente que nada passa ignorado... à consciência individual, que representa a Consciência Divina em nós.

O património mental regista todos os seus atos, aspirações e cuidados.
Enganarás, passando despercebido diante de todos e desnudo ante ti mesmo.

Acomoda o coração, harmoniza o pensamento, aceita a dificuldade, faz o bem que possas, disseminando optimismo e entusiasmo mesmo que chovam sobre a tua cabeça incompreensões e apupos.

Os vivos-mortos não te compreenderão;
os hipnotizados não alcançarão teus esforços;
os hibernados estarão mentalmente distantes;
os atormentados demorarão aquém;
os precipitados não darão tempo; muitos quererão esmagar-te na ânsia louca de prosseguir na busca de coisa nenhuma.

Prossegue tu, com o espírito alentado, alentando, o coração amante, amando, vivo e atuante para a vida imortal, apesar das sombras e de tudo, banhado e revigorado intimamente pelo Sol do Amor Total.

Em "A Génese", o abençoado Codificador informa que o renascimento na carne não significa "punição para o espírito" conforme pensam alguns, mas uma condição inerente à inferioridade do Espírito e um meio de ele progredir;
no entanto, aqueles que recomeçam desde o berço sob o entorpecimento moral e mergulham no desalinho mais tarde, vitimados por hipnoses espirituais inferiores, estão sendo punidos pela própria consciência ligada aos débitos que seguem a alma como a "sombra acompanha o corpo" aonde vai.

Vive, pois, mentalmente com elevação e sabedoria, entesourando amor e bondade porquanto se o "reino de Deus", como apregoou Jesus "está dentro de nós" a manifestação da justiça como correctivo aos nossos crimes demora-se, igualmente, connosco e em nós mesmos.

Muita Paz
Gilberto Adamatti

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Re: Julgamentos

Mensagem  Ave sem Ninho em Sab Abr 16, 2011 10:13 am

O Outro Lado da Questão
Livro: Histórias da Vida
Antônio Baduy Filho

Apoiada ao muro do jardim, a dona da casa iniciou o diálogo com a amiga, exclamando:
- Você viu a roupa do vizinho da esquina?
Bem que ele poderia vestir-se melhor!

E continuou a conversa, alinhando censuras e insinuações diversas.

Criticou a limpeza da calçada em frente.

Lembrou o automóvel empoeirado do vizinho da direita.

Ridicularizou a pintura da casa à esquerda.

Verberou a visita demorada, que recebera na véspera.

Comentou as dissensões íntimas de casal conhecido.

Quando já falava por mais de meia hora, percebeu a fumaça e o cheiro de queimado, vindos lá de dentro.

Desesperada, correu logo para o interior da casa e observou, surpreendida, que ela própria se esquecera de desligar o ferro de engomar.

Esse descuido havia-lhe custado a destruição de algumas peças de roupa e a ameaça de um incêndio.

Não fujamos ao exemplo da discrição e do bem.

Perdidos em sombras de egoísmo e leviandade, deleitamo-nos em censurar a conduta alheia.

Gastamos tempo precioso, esmiuçando a vida do semelhante, sem qualquer consideração.

Contudo, enquanto nos iludimos em tais atitudes, a vida mesma se encarrega de apontar nossas próprias obrigações negligenciadas.

Muita Paz
Gilberto Adamatti

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Re: Julgamentos

Mensagem  Ave sem Ninho em Seg Abr 18, 2011 9:12 pm

Professores Diferentes
Livro: Amizade
Meimei & Francisco Cândido Xavier

O orientador que explicava as lições de Jesus, falou, rematando: -
- Quando vi o homem que odiava atacado de loucura, descobri o caminho do amor.

Observando as criaturas vingativas, carregando as pesadas cadeias do ressentimento, achei a leveza do perdão.

Anotando os espíritos invejosos no suplício da insatisfação, alentado por eles mesmos, aprendi a contentar-me com o que tenho para fazer o melhor de mim.

E quando analisei as tribulações que explodem na senda de quantos se aliam à maldade, compreendi que devo procurar a paz e a felicidade na estrada dos bons...

- Instrutor
- aparteou um aprendiz, aproveitando a pausa mais longa do sábio comentarista - quer dizer que Jesus...

E o orientador concluiu:
- Quando Jesus nos recomendou a oração por todos aqueles que nos perseguem e caluniam, não apenas nos induzia à bondade, mas também nos convidava à gratidão pelo amparo indirecto desses professores diferentes aos quais nem sempre sabemos agradecer.

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Re: Julgamentos

Mensagem  Ave sem Ninho em Seg Abr 18, 2011 9:13 pm

Área Perigosa
Livro: Oferenda
Joanna de Ângelis & Divaldo P. Franco

O problema do julgamento das aparências, das atitudes do próximo e da pessoa em si mesma é sempre um cometimento ingrato, para quem se coloca na condição de juiz.

Exceção feita aos nobres togados pelas leis de cada país, encarregados da delicada quão difícil tarefa de exercerem a Justiça entre os homens, a fim de preservarem a ordem, a moral e a dignidade humana, pois a ninguém mais compete a insensata posição de julgador.

As ocorrências observadas são sempre resultado de acontecimentos desconhecidos.
Julgar um sucesso, quando este eclode, tomando uma posição apriorística, não deixa de ser precipitação em área perigosa.
Quem julga, naturalmente se crê em condição de absolver, quanto de condenar.

Para tal cometimento ser-lhe-iam necessárias estrutura moral e autoridade, decorrentes de uma vivência exemplar.
Os dados de que se dispõem nos julgamentos das atitudes alheias são sempre deficientes, e a alta carga emocional da simpatia ou antipatia pessoal responde pela apreciação do que se examina com benignidade ou rudeza.

O erro é sempre desvio de rota.
Dependendo da pessoa que nele incide, há que se considerar fatores que escapam, de natureza sócio-psicológica, económica, moral, espiritual.
Quando explode uma situação ou alguém delinque, justo que se tenham em mente as raízes do problema que estruge, lamentável.

Atitude ideal será sempre a do amor.

A mulher adúltera, apresentada a Jesus pelo farisaísmo hipócrita, antes que uma pecadora, era vítima em si mesma, que derrapara na insensatez por vários motivos que a infelicitavam...

A traição de Judas resultou de ser ele um Espírito débil e obsesso que, inobstante o carinho do Mestre, não conseguiu vencer a própria pusilanimidade.
A dúvida contumaz de Tomé decorria da fragilidade dos seus valores espirituais em torno da reflexão e da fé.

Não foram julgados pelo Senhor, antes amados e ajudados com carinho, a fim de que não voltassem a reincidir, sendo outras vezes infelizes-infelicitadores.
Os julgamentos sobre o comportamento do próximo, antes de pretenderem ajudar, degeneram na maledicência que pretendem denegrir.
Não há lugar para essa situação perniciosa no coração do discípulo do Cristo.

O que vês suceder nem sempre é conforme se te ocorre.
Não precipites, portanto, apontamentos.

Melhor será que concedas um crédito de confiança e tenhas em bom conceito quem não os merece, pois que, se te defraudar a si mesmo se engana, do que negando oportunidade e ajuda a quem te parece sem valor, no entanto, é credor de confiança e respeito.

Quanto possas, evita que o julgamento dos pérfidos te apresente uma imagem negativa do teu irmão, desconhecido, armando-te contra ele.

Acautela-te daqueles cuja boca vã somente te envenena o coração e te perturba a mente, técnicos em acusações, pessimismos e acrimónias, muitas vezes disfarçados, habilmente subtis mas, de qualquer forma, cruéis, perniciosos.

Não julgues e sê generosos com todos, embora a recíproca não te seja outorgada.
Área perigosa, a do julgamento.

Unge-te de amor pelos ingratos, os fracos, os caídos, os delinquentes, os desditosos, os perversos, nossos irmãos necessitados de fraternidade, pois que "com a medida com que os julgares, assim também serás julgado" e como os receberes também Nosso Pai de misericórdia te receberá.

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Re: Julgamentos

Mensagem  Ave sem Ninho em Seg Abr 18, 2011 9:14 pm

Analisar
Livro: Encontro Marcado
Emmanuel & Francisco Cândido Xavier

Quando analisares qualquer ocorrência menos feliz, procura ver o bem que permanece vivo e ativo por trás do mal aparente que aparentemente esteja dominando a situação.

Muitos daqueles que foram trazidos ao painel obscuro das provas, com o objectivo de auxiliar os entes queridos a removê-los, simplesmente complicam-nas pelo hábito de se fixarem nas trevas, com esquecimento da nossa obrigação de clarear fraternalmente o caminho.

Que dizer do bombeiro que atirasse petróleo a fogueira, sob o pretexto de extinguir as chamas do incêndio?

Sempre que as circunstâncias te coloquem no tribunal da própria observação algum quadro de sofrimento ou desequilíbrio, deixa que o ar puro da fé positiva no valor do serviço te ventile a cabeça e surpreenderás o ângulo propício ao consolo ou à recuperação que te cabe empreender.

Se ouves um comunicado inquietante, descerra as portas da alma à inspiração do optimismo e encontrarás para logo a palavra chave, destinada à solução dos casos mais aflitivos.
Se um amigo te confia decepções pesares, recorda que o doente procura o médico para reduzir a enfermidade ou suprimi-la e não lhe piores a angústia, pronunciando frases sombrias.

Pessimismo e azedume transformam pequeninos contratempos da vida em desastres grandes do coração.

Ninguém progride ou se aperfeiçoa sem o contacto social, o que vale afirmar que é preciso não apenas saber viver, mas também conviver.

O mecanismo das relações humanas, no fundo, assemelha-se à máquina que a indústria acciona em benefício da Humanidade.

E para que um engenho vulgar funcione devidamente lubrificado, ninguém se lembrará de atirar-lhe um punhado de areia nas engrenagens com a ideia de liquidar o problema do atrito.
Indiscutivelmente, todos necessitamos do óleo da compreensão e da compaixão nas crenas das rodas de nosso entendimento uns com os outros.

Em verdade, o aprendizado evolutivo não dispensa o trabalho da análise.
Olhos são instrumentos para ver.
Discernimento exige raciocinar.

Todos, porém, que já despertaram para a responsabilidade de construir e elevar são chamados a ver e a raciocinar para o bem comum.

Recordemos que se o Senhor nos permite identificar a presença do mal, isso ocorre, não para que venhamos a intensificar a esfera de influência do mal e sim para que nos decidamos a cooperar com Ele na supressão da sombra, em benefício da luz.

Nós que conhecemos de perto a importância da beneficência endereçada ao corpo, estendendo alimento e remédio, saibamos praticar a beneficência devida ao espírito, distribuindo o donativo da esperança e a caridade da boa impressão.

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Re: Julgamentos

Mensagem  Ave sem Ninho em Seg Abr 18, 2011 9:14 pm

Discernimento e Amor
Livro: Companheiro
Emmanuel & Francisco Cândido Xavier

Natural examines no mundo os problemas de comportamento.
Discernir o certo do errado.
Entender o que auxilia e o que prejudica.

E, quanto puderes, é justo procures erradicar com amor o mal que desfigure as peças do bem, com o zelo do lavrador quando retira a erva invasora do corpo da árvore.

Entretanto, em qualquer processo de corrigenda, deixa que a compaixão te ilumine o pensamento para que o ideal de justiça não se te faça um deserto no coração.

Recorda os esforços que desenvolves para que a bondade e a tolerância não se te afastem da vida e dispõe-te a entender e auxiliar, em louvor do bem.

Encontraste irmãos considerados delinqüentes.

Imagina os processos obsessivos em que se viram atormentados, por tempo vasto, até que se envolvessem nas sombras do desequilíbrio.

Surpreendeste companheiros atracados à rebeldia.

Pensa nas longas áreas de penúria e sofrimento que atravessaram, até que as forças se lhes esgotaram, impelindo-os para a discórdia.

Acompanhaste a indesejável transformação de amigos que desertaram de nobres tarefas que lhes diziam respeito.

Detém-te a meditar nos conflitos que sofreram, até que se lhes verificou a queda de toda a resistência.

Sabes de criaturas queridas que se mergulharam na escravidão aos tóxicos que lhes devastam as energias.

Reflecte nas tentações que lhes povoaram as horas, até que se inclinassem para a dependência dos agentes químicos de misericórdia, no abuso dos quais se fazem omissos.

Enumera os padecimentos dos desesperados, dos tristes, dos doentes sem esperança, dos quase suicidas, dos irmãos sanatorizados em vista de indefiníveis angústias, e compreenderás que a Infinita Bondade de Deus determina se nomeiem juízes para que se cominem penas destinadas ao resgate de nossas culpas, assim como suscita a formação de médicos que nos sanem os males, afim de que a delinquência e a enfermidade não nos destruam a vida, mas nos impele incessantemente à fraternidade que nos oriente os actos na edificação do futuro melhor sob a regência do amor.

§.§.§- O-canto-da-ave
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Re: Julgamentos

Mensagem  Ave sem Ninho em Seg Abr 18, 2011 9:15 pm

A Homossexualidade e o Espiritismo
Eurípedes Kühll

Prefácio...

Todas as respostas estão dentro do próprio homem.
Deus, o Criador de tudo e de todos, criou os homens simples e ignorantes, tendo por destino a Evolução permanente.

A todos equipou com Sua centelha: a Consciência!
A Consciência tem duas metades: a Inteligência e o Livre-Arbítrio.

Leis Naturais, desde sempre pré-estabelecidas, imutáveis, justas, perfeitas, infalíveis, em estreita ligação com a Consciência, vêm balizando o ser para o seu destino, rumo à eternidade: evoluir sempre.

Por Evolução entenda-se a aquisição e prática constante de virtudes, com consequente banimento de defeitos.
Como fonte permanente de energia para realizações construtivas o homem recebeu do Pai sublime tesouro: o Sexo!...

Causas

O Espírito concentra energias eternas no nível superior da sua estrutura, energias essas que distribuem-se pelos sistemas mental, intelectual e psíquico, repercutindo no corpo humano.

No incessante pendular das reencarnações, essas energias irão concentrar-se na psique, do que a personalidade do ser humano é pequena mostra.

As características mentais, superiores e inferiores, não se alterarão, esteja o Espírito vestindo roupagem física masculina ou feminina.

Por outras palavras: virtudes ou defeitos não sofrem variações em função do sexo a que pertença o agente, ora encarnado.

A parte que muda - e muda bastante -, é o campo gravitacional da força sexual, quando o reencarnante também muda de sexo.

Na verdade, quando no limiar da evolução máxima terrena, os Espíritos já não apresentam tais mudanças, se homem ou mulher.
Neles é expressivo o domínio completo das tendências, com isso dominando e direcionando as altas fontes energéticas sexuais para obras criativas, invariavelmente a benefício do próximo.

Naturalmente, caro leitor, estamos falando dos chamados "santos".
O sexo, essencialmente, define as qualidades acumuladas pelo indivíduo, no campo mental e comportamental.

Assim, homens e mulheres se demoram séculos e séculos no campo evolutivo próprio em que se situam suas tendências, masculinas ou femininas.
A Natureza, prodigamente, inversa a polarização sexual dos indivíduos que detenham apreciável bagagem de experiências num dos campos, masculino ou feminino.

Nesses casos, tal inversão se dá de forma natural, sem desajustes.
Contudo, existem casos, nos quais será útil ao Espírito renascer, compulsoriamente, em campo sexual oposto àquele em que esteja, por abusos e desregramentos.

Aí, o nascimento de criaturas com inversão sexual cogita, na maioria dos casos, de lide expiatória.
Isso acontece porque pessoas há que tiranizam o sexo oposto.

O homem, por exemplo, prevalecendo-se de sua superioridade, auto-concedida, abusa e surrupia direitos à mulher, passando a devedor perante a Lei de Igualdade, do que sua consciência, cedo ou tarde, o alertará.

Então, quando isso ocorre, voluntária ou compulsoriamente, será conduzido pela Justiça Divina a reencarnar em equipamento feminino.

Continua...
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Re: Julgamentos

Mensagem  Ave sem Ninho em Seg Abr 18, 2011 9:16 pm

Continua...

Mantendo matrizes psíquicas da masculinidade, estará extremamente desconfortável num corpo feminino, para assim aprender o respeito devido à mulher, seja mãe, irmã, filha ou companheira.

Identicamente, sucederá à mulher que, utilizando seus encantos e condições femininas de atração, arrastou homens ao desvario, à perdição, ao abandono da família:
terá que reencarnar como homem, embora suas tendências sejam declaradamente femininas.

Nessa condição, os que dão livre exercício a tais tendências, cometem novos delitos.

Considerando que tais indivíduos encontram-se em provação (desenvolvimento de resistências a má inclinação), ou, em expiação (resgate de faltas passadas), seu mau procedimento agrava seu karma.

Não é sem razão que Divaldo Franco e Chico Xavier, médiuns dedicados, com larga experiência no trato do Espiritismo, consideram o homossexualismo um gerador de angústias.

Philomeno de Miranda (Espírito), em "Loucura e obsessão", F.E.B., 1988, Brasilia/DF, 2a.Ed., pag.75, consigna o homossexualismo como provação, alertando que, "a persistência no desequilíbrio, remeterá o ser compulsoriamente à expiação, mutiladora ou alienante".

Homens e mulheres nascem homossexuais com a destinação específica do melhoramento espiritual, jamais sob o impulso do mal.

Os homossexuais, homens ou mulheres, assim, são criaturas em expurgo de faltas passadas, merecedoras de compreensão e sobretudo esclarecimento.
Tornam-se carentes diante da Bondade do Pai, que jamais abandona Seus filhos.

Terão renovadas chances de aperfeiçoamento espiritual, eis que a Reencarnação é escola que aceita infinitas matrículas, ainda que na mesma série.
Os verdadeiros espíritas e os verdadeiros cristãos, que são a mesma coisa, sentem um enorme dó diante de uns e outros - os homossexuais e os seus radicais detratores.Entendem que os primeiros estão com sofrimentos e que os segundos estão plantando espinhos.

Em tempos próximos (crêem os espíritas), a sociedade como um todo compreenderá que tais desajustes representam quebra de dura disciplina, solicitada ou aceita, anteriormente a reencarnação.
Os homossexuais não são passíveis de críticas, senão de esclarecedoras luzes espíritas em suas sensíveis almas, iluminando seu presente.

A Família

A homossexualidade, seja "provação", seja "expiação", sempre coloca seu portador em situação delicada perante a sociedade, já a partir do lar.

Em casa, de nada adiantarão brigas entre os pais, menos ainda acusações recíprocas.
Violência ou ameaças contra os filhos portadores da homossexualidade, geralmente agravarão a convivência, tornando-a insuportável.

O confronto entre os costumes sociais e as exigências da libido já expõe o homossexual a um penoso combate, pelo que precisa ser ajudado.
Dificilmente, sem ajuda externa, ele se livrará dos perigosos caminhos do abandono do lar, da promiscuidade, dos tóxicos, da violência e até mesmo do crime.

É no meio familiar que o homossexual deverá encontrar sólidos alicerces preparativos para os embates da vida, contando com o incomparável arrimo da compreensão, principalmente do respeito.

Pela Lei de Justiça divina, esse filho ou essa filha estão no lugar certo, entre as pessoas também certas: sua família.
Os pais, assim evangelizados, jamais condenarão o filho ou a filha, mas também jamais deixarão de orientá-los quanto à necessidade do esforço permanente para manter sob controle os impulsos da homossexualidade.

Continua...
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Re: Julgamentos

Mensagem  Ave sem Ninho em Seg Abr 18, 2011 9:17 pm

Continua...

"Manter sob controle" é entender, prospectivamente, que tal tendência tem raízes no passado, em vida anterior, e que somente a abstenção, agora, livrará seu portador de maiores problemas, já nesta, quanto em vidas futuras...

"Manter sob controle", ainda, é perseguir a vitória na luta travada entre o "impulso" e a "razão", ou melhor, entre o corpo, exigente desse prazer e o Espírito, decidido à conquista da normalidade sexual.

A oração, o Evangelho e a vontade, juntos, darão ao homossexual outros prazeres, outras compensações, pacificando assim corpo e Espírito.

A fé em Deus e a certeza das vidas futuras, sem tais infelicidades, serão inestimável catalisador para o êxito.
Nesses problemas, como em todos os demais, a união familiar e a companhia de Jesus constituem sempre a melhor solução.

Libertação

Longe de condenar os homossexuais, o Espiritismo sugere-lhes o esforço da sublimação, único meio para livrá-los de tão tormentoso débito.

Diz mais a Doutrina dos Espíritos, aos homossexuais:
o exercício continuado da caridade fará com que a tela mental se reeduque, substituindo hábitos infelizes por amor fraternal ao próximo;

se as forças sexuais forem divididas entre estudo, lazer e ações de fraternidade, elas se converterão em aspiração evolutiva espiritual, anulando os impulsos deletérios do desejo;

inquilinos desencarnados serão desde logo despejados do íntimo do reeducando sexual;
encarnados infelizes, pela falta de sintonia, igualmente se afastarão (ou serão afastados, por acção de protectores espirituais, sempre dispostos e prontos a ajudar quem se esforça no domínio das más tendências);

tanto quanto para o descaminho ninguém anda só, para a correção o Céu se abre em bênçãos, permanentemente;
jamais faltarão mãos amigas para acolher "os filhos pródigos" que retornarem à Casa do Pai, depois de terem morado algum tempo em casas afastadas do Bem!


Fonte: Capítulo do livro Sexo: Sublime Tesouro de Eurípedes Kühl.

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Re: Julgamentos

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