Estudar nunca é demais

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Re: Estudar nunca é demais

Mensagem  Ave sem Ninho em Sex Out 07, 2011 9:25 am

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Entendemos no fundo de nosso coração porque é alguns irmãos se exprimem como falsos ateus, pois para nos, com já dissemos, o ateísmo não existe, e muito menos os ateus:

1- Nada mais por culpa das religiões, em especial das clássicas, que através de seus comportamentos ao longo da historia, criaram muitos descrentes, não valendo a pena, referir seus feitos históricos, que não tem nada a haver com o que o Nosso Mestre nos ensinou e ensina.

Esquecendo-se este grupo de pessoas que, a religião só poderá ser uma, a que se inspira no AMOR, na Razão, seja qual ela for, desde que apague da Pureza e Beleza das palavras de Jesus, os seus Personalismos, Dogmas, Rituais, Proibições radicais e cruéis.

2- Os restantes que, não foram influenciados pelas tendências nefastas que os varões das religiões introduziram na Grande Verdade, com os seus particularismos e personalismos a seu belo prazer, satisfazendo-os, mas não a Deus, dai existirem no mundo inteiro mais de três mil religiões, cada uma delas com o seu vinculo personalizado, esquecendo-se completamente da Máxima das Máximas, "AMAI-VOS UNS AOS OUTROS, ASSIM COMO EU VOS AMEI", o importante para elas, é o seu seguidor cumprir escrupulosamente, com os seus personalismos e não importa a Valiosa mensagem de Jesus, Esta, fica para um plano de menor importância.

Assim neste grupo estão englobados de forma exacerbada;
os egoístas, os vaidosos, os orgulhosos, os cruéis, os déspotas, os fanáticos, pois, todos eles tem medo, que Deus exista, por varias razoes particulares a cada subgrupo.

Observemos a divisão da palavra "UNIVERSO", 'UNI' - unidade; 'VERSO' - o oposto, o contrario.
Ou seja, o contrario da Unidade, do Todo ou seja, de Deus.

Meditemos!

Se Nietzsche, Marx, Satre, e outros mais, conhecessem, "O ESPIRITISMO", não acreditamos que se intitulassem de ateus, mas se calhar, seriam uns dos maiores defensores da existência de Deus, como Pai;
Meigo, Carinhoso, Justo e sobretudo que Ama incondicionalmente, todos os seus queridos filhinhos.

Pensamos, que alguns destes homens que se dizem ateus, não são mais que ignorantes, e pobres de espírito, que necessitam urgentemente do "Consolador", prometido por Jesus - O ESPIRITISMO.

Daí, Deus conceder-nos esta enorme oportunidade e responsabilidade, de O levarmos a estes grupos de pessoas, que se intitulam de incrédulas, porque não entendem os Varões, os Patrões das religiões, com os seus fanatismos, esquecendo-se dos Valores intrínsecos de Jesus e seus discípulos.

Alem disto poderemos, "salvar", alguns irmãos nossos, carentes, e frágeis, que se deixam levar por aqueles, que sem escrúpulos, se utilizam das dificuldades e sofrimentos de alguns, em proveito próprio, explorando assim, mentalmente e financeiramente o próximo.

Pobres coitados, que utilizam o nome de Jesus, para satisfazer suas vaidades, e caprichos socioeconómicos, enriquecendo, e ganhando poder social, `a custa do sofrimento de nossos irmãos.

Jesus alerta-nos no Evangelho, para estes comerciantes de almas humanas.

Assim, repito, e perdoem-me, por isso, mas é necessário e urgente, sair da nossa "concha" e actuarmos, sem medos ou "futurologias", mas levando-O, de forma simples e amorosa, pois este é um PAPEL impar, do "CONSOLADOR" - ESPIRITISMO.

(Publicado no Boletim GEAE Número 279 de 10 de Fevereiro de 1998)

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Os Diversos Caminhos da Evolução Anímica

Mensagem  Ave sem Ninho em Sab Out 08, 2011 8:41 am

Renato Costa

Estudos Recentes da Inteligência não-humana Ajudam-nos a Entender uma Cautelosa Nota do Codificador
(Artigo originalmente publicado pela Casa Editora O Clarim: http://www.oclarim.com.br/ na edição de Maio da Revista Internacional de Espiritismo)

No Item 56 do Capítulo I da Segunda Parte de “O Livro dos Médiuns”, diz Kardec:
“Com pequenas diferenças quanto às particularidades e excepção feita das modificações orgânicas exigidas pelo meio em o qual o ser tem que viver, a forma humana se nos depara entre os habitantes de todos os globos.

Pelo menos, é o que dizem os Espíritos.”


Apesar de, logo a seguir, ter o Codificador tirado algumas ilações tendo como base a afirmação contida na primeira frase cotada, gostaríamos de chamar a atenção dos leitores para a segunda, onde ele diz “Pelo menos, é o que dizem os Espíritos”.

Kardec, como todos os que estudam a Codificação sabem, não fazia nenhuma afirmação conclusiva sem antes passar a mesma pelo crivo da razão e do bom senso.
A cautela expressa na segunda frase denota claramente que tal não se havia dado com respeito à afirmação de que “a forma humana se nos depara entre os habitantes de todos os globos”.

Procuraremos mostrar neste trabalho que Kardec tinha bons motivos para ter tal cautela.

Desde as mais remotas eras o homem tem percebido que determinadas espécies de animais denotam alguns comportamentos semelhantes aos humanos e que, quando nos referimos à nossa espécie, são tidos como inteligentes.

Assim foi que animais tão diversos como cães, corvos, golfinhos, papagaios, chimpanzés e corujas, entre outros, foram, ao longo dos séculos, associados a conceitos como fidelidade, esperteza, amizade, habilidade e sabedoria.

A partir do século XX a questão da “Inteligência Não Humana” começou a despertar um interesse crescente na comunidade científica, proliferando hoje em todo mundo cientistas dedicados ao estudo daquelas e de outras espécies.

Tais cientistas se dividem entre os estudiosos de Psicologia Associativa, um ramo da ciência que surgiu nos EUA na década de 20 e os estudiosos de Etologia, outro ramo da ciência, este surgido na Europa na década seguinte.

É importante frisar, com base nessa informação, que no século XIX não havia nenhum ramo da ciência dedicado especificamente ao estudo do comportamento animal, um facto que justifica a hesitação de Kardec em aceitar o que haviam dito os Espíritos a respeito da forma hominal nos diversos mundos.

No início desses estudos predominava a noção de que a inteligência animal tinha que ser comparada com a humana e avaliada a partir dela.

Com esse enfoque comparou-se o tamanho absoluto dos encéfalos das diversas espécies, o seu tamanho relativo, o quociente de encefalização e a quantidade de circunvoluções no córtex cerebral, sendo que nenhum desses métodos demonstrou ser suficientemente correcto.

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Re: Estudar nunca é demais

Mensagem  Ave sem Ninho em Sab Out 08, 2011 8:41 am

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Hoje em dia muitos estudiosos têm defendido a tese de que inteligência é algo que não deve ser analisado entre as espécies e sim avaliado para cada uma em função dos desafios que tem por enfrentar e do modo como escolhe, dentre os conjuntos de informação de que dispõe, aquele que lhe oferece o melhor meio para enfrentar tais desafios com sucesso.

Defrontado com os inúmeros estudos hoje disponíveis que comprovam a inteligência das mais diversas espécies de animais, alguém poderia objectar quanto à sua evolução anímica, afirmando que os indivíduos que a elas pertencem fazem hoje exatamente o mesmo que faziam há séculos atrás ou mesmo desde que a história registra a sua existência.

Longe de se constituir tal afirmação em uma objecção válida, no entanto, ela denota, a nosso ver, apenas uma percepção equivocada quanto à própria evolução da inteligência humana.

O ser humano, assim como os demais animais, não denota ter feito significativa evolução em inteligência nos últimos milénios, conforme demonstra a sofisticação de escrituras e escritos filosóficos milenares das diversas tradições.

A evolução que houve na raça humana foi, predominantemente, de ordem científica e tecnológica, devendo-se ela, basicamente, à habilidade do homem na construção de ferramentas e ao seu domínio de uma forma complexa de comunicação, dotada de sintaxe e semântica e que é chamada de linguagem.

Para sabermos, portanto, se uma outra espécie está em condição de chegar algum dia a nível semelhante àquele onde o ser humano hoje se encontra não nos basta saber se eles possuem inteligência, mas, mais que isso, precisamos saber se os indivíduos de tal espécie têm condição de criar ferramentas e de estabelecer entre si uma forma de comunicação que mereça ser chamada de linguagem.

Ocorre, porém, que o patamar onde o homem se encontra não representa, necessariamente, um estágio obrigatório para todas as espécies.

Apesar de ser verdade que o domínio da linguagem se afigura como essencial característica evolutiva, o mesmo não se pode afirmar com respeito à habilidade para construir ferramentas.

Esta última faz-se necessária ou não, dependendo do meio onde a espécie vive e das condições que ela tem de sobreviver nesse meio.

Capacidade de comunicação complexa e muito mais são características que têm sido verificadas pelos pesquisadores como existentes em diversas espécies, havendo, entre elas, algumas que vivem na terra, outras no mar e outra, ainda, que se locomovem pelo ar.

Em artigo posterior daremos um exemplo de cada uma delas de forma a caracterizar bem essa informação.

Maria João de Deus, a querida mãezinha de nosso Chico Xavier, referiu-se aos habitantes de Saturno com as seguintes palavras:
“Nada tinham de comum com os tipos da humanidade terrena, afigurando-se-me extraordinariamente feios com a sua organização animalesca, com suas membranas à guisa de asas, tão estranhas para mim, as quais lhes facultavam o poder de volitar à vontade.”

Ante o seu assombro, o instrutor a esclareceu quanto às condições de vida naquele mundo e, referindo-se aos seus habitantes, disse a Maria João:
“Essas criaturas que te parecem animais egressos das plagas terrestres, onde os zoófitos encontram os seus elementos de vida, são altamente dotados de sabedoria, sensibilidade e inteligência.

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Re: Estudar nunca é demais

Mensagem  Ave sem Ninho em Sab Out 08, 2011 8:42 am

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Seus sentidos e percepções são muito superiores àqueles com que foram aquinhoados os homens terrenos e a preocupação máxima da sua existência é a intensificação do poder intelectual.”


Nosso pequeno estudo mostrou que as espécies evoluem de forma diferente conforme o meio onde vivam e os desafios que tenham que enfrentar.

E, mais, que cada uma delas, apesar de trilhar um caminho evolutivo que lhe é próprio, chegará, um dia, ao reino hominal para alçar-se, daí, à angelitude.

Processando-se a evolução em dois mundos, sabemos que as mudanças necessárias no corpo físico se reflectem no corpo subtil e vice-versa.

Logo, o animal que vem evoluindo, há milénios, em meio líquido possui um corpo físico totalmente adaptado para o meio líquido, com tal adaptação perfeitamente reflectida em seu corpo subtil, o mesmo se podendo dizer, mutatis mutandis, do animal que vem ao longo da sua evolução, deslocando-se pelo ar.

Aquilo que Maria João percebeu em Saturno, portanto, não foi fruto de sua ilusão, mas algo perfeitamente possível de se esperar.

Sendo Saturno um imenso mundo gasoso, os seres inteligentes que lá existam têm, forçosamente, que ter seus corpos subtis adaptados ao meio.

Ao constatarmos que espécies de aves vêm evoluindo em inteligência, é válido, portanto, supor que o caminho que elas irão seguir venha a levá-las, daqui a vários milénios, a estágio semelhante.

Esperamos ter mostrado evidências bastante apontando para a conclusão de que os caminhos da evolução anímica são vários e diversos e que a forma humana que conhecemos na Terra é uma e não a única destinada a receber a alma quando de seu ingresso no reino hominal.

Saudamos, neste ponto, mais uma vez, a sábia cautela do Codificador.

Bibliografia

* Blackstock, Regina. Dolphins and Man … Equals? Obtida, em 15/02/2003, de http://www.polaris.net/~rblacks/dolphins.htm.
* Costa, Renato. Registos Indeléveis da Evolução Anímica. In: Revista Internacional de Espiritismo. Matão: Abril de 2003.
* Davies, Gareth Huw. Maybe Birdbrains are in Fact Clever. Obtida, em 19/02/2003, de http://flatrock.org.nz/topics/animals/pigeon_spotting.htm.
* Friend, Tim. Crows exceed expected intelligence levels. USA Today. Ed. 09/08/2002.
* Kardec, Allan. O Livro dos Médiuns. 61 Ed. FEB, 1995.
* Klinowska, Margaret. Brains, Behaviour and Intelligence in Cetaceans (Whales, Dolphins and Porpoises). Obtido, em 05/01/2003, de http://www.highnorth.no/Library/Myths/br-be-an.htm.
* Marable, Kenneth. The Neurological and Environmental Basis for Differing Intelligences: A Comparison of Primate and Cetacean Mentality. Obtido, em 05/01/2003, de http://www.msu.edu/user/marablek/whal-int.htm.
* Recer, Paul. Dolphins show language-like learning. SouthCoast Today. Ed. 25/08/2000.
* Xavier, Francisco Cândido. Cartas de Uma Morta. Ditado pelo Espírito Maria João de Deus. 13 Ed. LAKE, 1999.
* ____, _______ e Vieira, Waldo. Evolução em Dois Mundos. Ditado pelo Espírito André Luiz. 13 Ed. FEB, 1993.

(Publicado no Boletim GEAE Número 474 de 27 de abril de 2004)

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O Apóstolo Paulo Proíbe o Espiritismo

Mensagem  Ave sem Ninho em Dom Out 09, 2011 9:32 am

Manhã de domingo.
Uma amiga telefona e me propõe interessante questão.
Em conversa com um vizinho, este lhe diz estar estudando a Bíblia há mais de um ano, embora não seja adepto de nenhuma religião.

E sabendo que essa amiga era espírita, resolve interrogá-la quanto à proibição que Paulo coloca, em sua epístola aos Efésios (6:10 a 20), quanto ao Espiritismo.

A razão do telefonema foi de me perguntarem como explicar a proibição de Paulo (minha amiga é novata na Doutrina).
É quase desnecessário dizer que achei deliciosa a pergunta, só de imaginar o efeito da resposta...

A essa altura, o estudante da Bíblia, já aberta na página em questão, falava directamente comigo.
Não - disse-lhe -, não leia ainda o trecho. Deixe-me primeiro pegar a minha Bíblia.

E que Bíblia! Bem antiga, um exemplar raro, edição portuguesa de 1877, que ganhei de presente.
De passagem, pego também o Testamento'>Novo Testamento, de bolso, edição de 1954, tradução de João Ferreira de Almeida, para confronto dos textos.

Inicialmente procurei lembrar-lhe - já que a estava estudando - que a Bíblia é constituída do Velho e do Testamento'>Novo Testamentos;
que este contém o Evangelho de Jesus etc..., etc...

Que a tal passagem de Paulo aos Efésios está pois, no Novo Testamento e, como é evidente, fora escrita pelo apóstolo há quase dois mil anos.
E que o Espiritismo, palavra criada por Allan Kardec, surgiria em abril de 1857, com o lançamento de O Livro dos Espíritos, tendo, portanto, 140 anos de existência.

- Como - indaguei - poderia Paulo proibir algo que nem existia?
- Então, como explicar esse texto?
- me pergunta ele inocentemente.
- Agora sim, vou ler para você uma Bíblia muito antiga, de 1877, e depois um Testamento'>Novo Testamento, de 1954.

Li, ao telefone, para o confuso estudioso da Bíblia, os textos correspondentes, nos quais, como é óbvio, não consta absolutamente nada quanto à aludida proibição.

Em seguida, ele fez a leitura do trecho que motivou todo o nosso diálogo.
Nele estão várias interpolações, e proibição não apenas do Espiritismo, mas de outras coisas, inclusive (numa linguagem bem actual) sexo antes do casamento.

- Como vê - arrematei - está havendo uma adulteração dos textos evangélicos, para atender a determinadas conveniências religiosas, o que é lamentável e grave.

No dia seguinte, ao fazer uma palestra na Sociedade Espírita Joanna de Ângelis, em Juiz de Fora, aproveitei para contar o caso e comentar a respeito dessas adulterações e como as pessoas não raciocinam, não enxergando tais aberrações e mantendo ainda, infelizmente, uma fé cega e, o que é pior, fanática.

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Re: Estudar nunca é demais

Mensagem  Ave sem Ninho em Dom Out 09, 2011 9:32 am

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Esse assunto motivou-nos uma preocupação:
- o que restará dos textos bíblicos e evangélicos daqui a alguns anos?

Outras reflexões nos ocorrem, inclusive a preocupação que os espíritas devemos ter de preservar os livros da Codificação, sem jamais admitirmos que sejam modernizados, modificados, actualizados.

Qualquer coisa nesse sentido será abrir um perigoso precedente, mesmo porque não há o que modernizar ou o que actualizar, pois isso significaria modificar o texto original, e a obra de um autor, recomenda a ética, é sagrada, não deve ser retocada por ninguém e sob nenhum pretexto.

Ainda mais quando se trata dos livros da Codificação, se mais não fosse por ter carácter de revelação.

Com dupla característica:
revelação divina e científica, que Allan Kardec esclarece em a Génese:
"Numa palavra, o que caracteriza a revelação espírita é o ser divina a sua origem e da iniciativa dos Espíritos, sendo a sua elaboração fruto do trabalho do homem".

Pessoalmente, considero o discurso de Kardec actualíssimo, muito didáctico, claro, estilo sóbrio e elegante, e não vejo motivo para colocá-lo na forma de linguagem actual, como às vezes pretendem, o que representaria nivelar por baixo

Como diz Alexandre, instrutor de André Luiz em Missionários da Luz, em outras palavras, que nós, encarnados, queremos a presença e companhia dos Espíritos Superiores e que estes baixem até nós, porém, não fazemos nenhum esforço para subir até eles.

Ante tais provas de fanatismo, de intransigência, de sectarismo de nossos irmãos que estão adulterando os textos bíblicos e evangélicos, é compreensível que nos ocorram à mente comparações entre religiões e a Doutrina Espírita, que prega o respeito ao próximo, a liberdade de consciência, a fraternidade, revivescendo a mensagem do Cristo e conclamando os seres humanos a vivenciá-la.

Realmente, esse código de amor e solidariedade, de libertação das faixas primárias da evolução, enfim, é ainda muito difícil de ser assimilado e vivenciado.

A sua vigência, portanto, depende de nós que já o entendemos, aceitamos e divulgamos.

Afinal, de que vale ser espírita, acreditar na existência dos Espíritos, se essa crença não nos torna melhores, mais pacientes, indulgentes e benignos?

De nada valeria, então, pois a humanidade permaneceria estacionária.

É o que nos alerta Allan Kardec no item 350 de O Livro dos Médiuns.

Do Jornal "Candeia Espírita – USE São José dos Campos – março/98

Suely Caldas Schubert

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