Casos de Possessão

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Re: Casos de Possessão

Mensagem  Ave sem Ninho em Dom Jul 08, 2012 9:07 am

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Conclusão de TR

De um lado temos certos aspectos do conhecimento de Lúcia sobre a Espanha que são correctos e ao mesmo tempo bem específicos e não triviais.

1. Altarez e Salvio não podem ser considerados nomes estereotipados e que qualquer um reconheceria como espanhóis.
Logo, fiquei surpreso ao saber que estes nomes ocorrem, de facto, na Espanha.

Algo que não pode ser considerado como mera coincidência:
ou Iris leu sobre estes nomes em relação à Madrid, digamos num romance, ou seu conhecimento deles deve ser considerado paranormal.

2. Iris falou sobre um empresário indiano chamado Nemaka, o qual estava conectado com uma companhia de dança nos anos trinta, e o qual, de acordo com ela, viu similaridades entre sua dança Flamenca e a música clássica Indiana.

A dança Flamenca está relacionada com a fase inicial da tradicional dança Kathac da Índia (Kathak dancing tradition of India), a qual fazia parte do património cultural que os ciganos trouxeram para a Espanha.

A dança Flamenca tem dificuldades coreográficas que não podem ser aprendidas somente se olhando apresentações.

3. Ela nos contou que havia curandeiras locais ciganas em Madrid, as quais eram conhecidas como ‘las tias’, uma expressão remanescente dos hábitos dos ciganos espanhóis de se referir uns aos outros como parentes:
primos/primas para indivíduos da mesma idade e tios/tias para os mais velhos.

4. Calle de Lista (nome de rua agora substituído por Calle Ortega e Gasset) parece ter sido nomeada como homenagem a um poeta espanhol menor, e não é um nome muito conhecido, nem parece um nome que teria figurado em um folheto de agência de viagens nos anos trinta.

Então Lúcia pode ter tido, no mínimo, algum conhecimento de Madrid.

Estes itens, longe de serem conclusivos, sugerem mais uma experiência real de vida em Madrid do que conhecimento derivado de uma fonte escrita, tal como um romance, um guia de viagens ou uma enciclopédia.

Então eu concordo que a não ser que nós encontremos uma fonte normal para o conhecimento e as habilidades de Lúcia, a hipótese paranormal de algum tipo de possessão ou reencarnação ‘pós-natal’ não pode ser excluída.

Por outro lado os pontos mais fracos desse caso são:
Iris tinha um extraordinário dom para línguas;

tinha sido uma médium de transe que aparentemente criava muitas personalidades secundárias;
Lúcia Altarez e Pedro Salvio nunca foram encontrados nos arquivos municipais de Madrid, como foi confirmado mais uma vez pelo Registo Civil Unico em 2002.

Para alguém não familiar com casos paranormais ostensivos, como o de Shiva/Sumitra, mencionado por MRB, ou céptico neles, parecerá óbvio que o caso deva ser explicado psicologicamente.

Na medida em que não temos nenhuma confirmação adicional das declarações de Lúcia, eu estou pessoalmente inclinado a aderir à hipótese (a) normal de dissociação mais criptomnésia.

Minha razão para isso não é que eu queira ser um céptico (ou, talvez mais exactamente, um ‘desmascarador’), porque eu tenho uma ‘crença racional’ – como Stevenson a denomina – em reencarnação e temas correlatos, baseado nas numerosas evidências acadêmicas disponíveis.

O problema aqui é que esse caso específico se assemelha a casos de dissociação mediúnica tal como o de Helene Smith (Flournoy, 1900) porque este também inclui personalidades secundárias fictícias.

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Re: Casos de Possessão

Mensagem  Ave sem Ninho em Dom Jul 08, 2012 9:07 am

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Então, a hipótese em termos de múltipla personalidade parece mais plausível que a média.

Entretanto, eu percebo que esta característica é, por si só, inconclusiva, como a maioria dos casos de possivelmente autêntica visita (drop-in) de comunicadores também ocorre num contexto espiritualista e médiuns geralmente tem ‘controles’ imaginários.

Além de facilitar a dissociação é altamente concebível que a prática da mediunidade, alguma vezes, atraia personalidades reais desencarnadas.

Por essa razão eu, certamente, gostaria de não excluir a hipótese de real possessão com xenoglossia.
Tivesse sido o caso melhor investigado nos anos trinta e eu poderia, inclusive, estar mais convencido dessa interpretação.

No geral, nossa pesquisa foi fascinante, mas também frustrante, pois até agora não foi possível uma conclusão definitiva e talvez essa situação embaraçosa não mude nunca mais.

Eu reputo isso à falta de experiência dos pesquisadores originais assim como ao clima geral de cepticismo no qual foi feita a investigação.

Se descobríssemos um caso europeu similar hoje em dia, nós, certamente, o abordaríamos de maneira diferente.
Tentaríamos exaurir qualquer hipótese normal possível, e verificaríamos toda e qualquer declaração feita pela pessoa.

Também tentaríamos construir um perfil psicológico extensivo da personalidade original rastreando possíveis fatores psicodinâmicos que pudessem explicar um hipotético processo de dissociação.

Esperemos que a história de Lúcia Altares inspire muitos estudiosos para a compreensão de que a pesquisa meticulosa em casos europeus de reencarnação e possessão certamente vale o esforço.
(Barrington, 2002; Rivas, 2003, 2004; Stevenson, 2003).

22 Vicarage Road
MARY ROSE BARRINGTON
East Sheen
London SW14 8RU

Hernalser Hauptstr 38/3
PETER MULACZ
A-1170 Wien, AUSTRIA

Darrenhof 9 TlTUS RlVAS
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Re: Casos de Possessão

Mensagem  Ave sem Ninho em Dom Jul 08, 2012 9:08 am

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REFERÊNCIAS

Akolkar, V. V. (1992) Search for Sharada: report of a case and its investigation. JASPR 86, 209.
Alvarado, C. S. (1984) Palladino or Paladino? On the spelling of Eusapia’s surname. JSPR 52(797), 315-316.

Barrington, Mary Rose (2002) The case of Jenny Cockell: towards a verification of an unusual ‘past life’report. JSPR 66(867), 106-112.

Beloff, John (1976) On trying to make sense of the paranormal. ProcSPR 56, 173-195.
Braude, S. (2003) Immortal Remains: The Evidence for Life After Death. Maryland: Rowman & Littlefield.

Flournoy, Th. (1900) From India to the Planet Mars: A Study of a Case of Somnambulism. Paris: Kessinger publishing company, [translated from Des Indes a la planete Mars]

Kassal, G. (1935) Eine neuerliche Untersuchung des Falles Iris-Lúcia. Das neue Licht, Vienna, Issue 298, November 1935, 280-284.
Larcher, H. (1989) L’Apres et l’au dela dans les temps de la mort. 19th Congres de la Societe de Thanatologie, Paris, 24th and 25th November 1989.

Prince, Morton (1905) The Dissociation of a Personality: A Biographical Study in Abnormal Psychology. Longman, Green & Co. [Reprinted 1978. Oxford: Oxford University Press]

Rivas, T. (2003) Three cases of the reincarnation type in the Netherlands. Journal of Scientific Exploration 17, 527-532.
Rivas, T. (2004) Six cases of the reincarnation type in the Netherlands. The Paranormal Review 29, 17-20.

Röthy, Karl (1935) four articles in Das neue Licht, Vienna, Issues No.292-295 and 297, May to August and October 1935, 123-129, 145-153, 192-197, 262-263; Issue No. 296 has an article by F. V. Schoffel. (224) and No. 297 has an article by ‘Gernot’ (244-245).

Stevens, E. W. (1887) The Watseka Wonder. Chicago: Religio-Philosophical Publishing House.
Stevenson, I. (1974) Xenoglossy: A Review and Report of a Case. Charlottesville, VA: University Press of Virginia.

Stevenson, I. (1984) Unlearned Language: New studies in Xenoglossy. Charlottesville, VA: University Press of Virginia.
Stevenson, I. (2003) European Cases of the Reincarnation Type. Jefferson: McFarland & Company.

Stevenson, I., Pasricha, S. and McClean-Rice (1989) A case of the possession type in India with evidence of paranormal knowledge. Journal of Scientific Exploration 3, 81-101.

Tabori, C. (1951) My Occult Diary, 206-213. London: Rider.
Thouless, R. H. and Wiesner, B. P. (1947) The psi processes in normal and paranormal psychology. ProcSPR 48, 177-196.

Warcollier, R. (1946) Un cas de changement de personnalite avec xenoglossie. La Metapsychique 1940-1946, 121-129. Paris.

[1] Em uma comunicação por email, Titus Rivas disse-me que na verdade a menina tinha 15 anos, e não 16, quando ocorreu a transformação.
Provavelmente foi um erro na digitação
(Nota do autor do site).

§.§.§- O-canto-da-ave
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O Caso Lurancy Vennum

Mensagem  Ave sem Ninho em Seg Jul 09, 2012 9:44 am

Possessão

Haverá casos que surgiram uma possessão “verdadeira”?

Um caso que costuma ser citado é o de Lurancy Vennum, a “Maravilha de Watseka”.

Este caso é descrito num panfleto raro, de autoria de E. W. Stevens (152), o médico que esteve encarregado desta moça.

O panfleto foi resumido e seleccionado por F. W. H. Myers, que também acrescentou detalhes obtidos por Richard Hodgson, de entrevistas com alguns dos principais participantes (110a, I, pp. 360-370).

Vou me referir a este sumário em minha narrativa do caso.

Lurancy Vennum nasceu a 16 de abril de 1864, num lugar a cerca de 7 milhas de Watseka, Illinois.
Sua família mudara-se para Watseka a 1º de abril de 1871.
Mudaram-se para uma casa a cerca de 200 metros da do. Sr. A.B. Roff e família.

As duas famílias mantiveram uma amizade formal e distanciada. Perto do outono de 1871, a família Vennum mudou-se das vizinhanças dos Roffs, e nunca mais viveu perto deles senão “nos limites do extremo oposto da cidade”.

Em julho de 1877, Lurancy começou a ter ataques ou transes.
Pensava-se que ela tivesse enlouquecido.

O sr. Roff, cuja filha falecida, Mary Roff, tivera períodos de desequilíbrio, persuadiu o sr. Vennum a deixar que trouxesse o dr. E. W. Stevens para vê-la.
O dr. Stevens e o sr. Roff visitaram Lurancy a 31 de janeiro de 1878.

Parecwe que várias pessoas mortas controlavam Lurancy e falavam através dela.
Depois de ser hipnotizada pelo dr. Stevens, ela disse que uma tal Mary Roff queria vir.

Ao que disse o sr. Roff:
“Sim, deixe-a vir, gostaremos que ela venha.”

Na manhã seguinte, a moça começou a dizer que era Mary Roff, que morrera aos dezoito anos, em julho de 1865, quando Lurancy tinha só um ano:

Cerca de uma semana depois, a sra. A.B. Roff e sua filha, sra. Minerva Alter, irmã de Mary, ouvindo falar daquela extraordinária mudança, foram ver a moça.

Chegando lá, ao avista-la...
Mary (isto é, Lurancy “controlada” por Mary Roff), olhando pela janela, exclamou, exultante:
“Ali vêm mamãe e minha irmã Nerviel” – nome pela qual Mary costumava chamar a sra. Alter na juventude.

Ao chegarem à casa, ela abraçou-as, chorou e gritou de alegria, e parecia felicíssima por encontra-las.
Daqui por diante, sentiu mais saudades de casa do que nunca.
Por vezes, parecia desvairada de vontade de ir para sua casa.

No dia 11 de fevereiro de 1878, enviaram a moça à casa do sr. Roff, onde ela foi encontrar “o pai e a mãe”, e cada membro da família, com as maiores expressões de amor e afeição.

...Interrogada sobre quanto tempo ficaria, respondeu:
“Os anjos me deixarão ficar até algum dia de maio”, e ficou em sua casa até o dia 21 de maio, três meses e dez dias, como uma irmã e filha feliz, num corpo emprestado.

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Re: Casos de Possessão

Mensagem  Ave sem Ninho em Seg Jul 09, 2012 9:44 am

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A garota, agora em sua casa, parecia perfeitamente feliz e contente, conhecendo cada pessoa e cada coisa que Mary conhecera em seu corpo original,... reconhecendo e chamando pelo nome os amigos e vizinhos da família de 1852 a 1865... chamando a atenção para dúzias, sim, centenas de incidentes que transpiraram durante sua vida natural.

Durante toda a sua permanência na casa do sr. Roff, ela não se lembrou nem reconheceu ninguém da família do sr. Vennum.

Numa noite, no fim de maio, o sr. Roff estava sentado na sala, esperando pelo chá e lendo o jornal, enquanto “Mary” estava no quintal.
Ela perguntou à sra. Roff se podia achar um chapéu de veludo que Mary costumava usar no último ano antes de morrer.

Se achasse, que o colocasse na prateleira, para ver se Mary o reconheceria.
A garota entrou e imediatamente exclamou, ao se aproximar da chapeleira:
“Oh, ali está o chapéu que eu usava quando meu cabelo era curto!”

E então perguntou:
“Mãe, onde está minha caixa de cartas? Ainda as tem?”

Ao que replicou a sra. Roff:
“Sim, Mary, tenho algumas delas”.

Ela, de imediato, pegou a caixa, com muitas cartas dentro.
Quando Mary começou a examina-las, disse:
“Mãe, aqui está um colarinho que eu fiz! Mãe, por que a senhora não me mostrou antes minhas cartas e coisas?”

O colarinho fora preservado entre as lembranças da pranteada criança como uma das coisas bonitas que seus dedos fizeram, antes de Lurancy nascer;
e assim Mary reconhecia continuamente cada coisinha e lembrava cada pequeno incidente de sua infância.

...O sr. Roff perguntou a Mary se ela lembrava de ter se mudado para o Texas (em 1857) ou alguma coisa assim.
“Sim, pai, e me lembro de ter cruzado o Rio Vermelho e ter visto muitos índios e lembro das meninas da sra. Reeder, que estavam em nossa companhia.”

E assim ela, de tempos em tempos, mencionava pela primeira vez coisas que aconteceram de 13 a 25 anos antes...

Depois de umas poucas e breves reaparições, a personalidade de Lurancy retornou completamente a 21 de maio de 1878 e passou a ficar no controle, à parte breves intervenções de Mary, quando Lurancy visitava os Roffs.

A saúde de Lurancy continuou boa, e não voltaram os ataques.

A explicação mais simples deste caso curiosíssimo é a dramatização, deliberada ou histérica.
Lurancy, poder-se-ia supor, apesar de não viver perto dos Roffs, pode ter ouvido algum mexerico sobre eles.
Depois de ter ido viver com eles, teve toda a oportunidade de captar elementos triviais de informação.

Não temos relatórios literias de seus diálogos com os Roffs, relatos em que as sugestões, perguntas esclarecedores, etc., que provavelmente a ajudariam, poderiam ser detectadas e de onde numerosos erros que ela pode ter cometido poderiam ser conhecidos, ao invés de serem deixados enterrados e esquecidos.

Tudo isto é verdade e perfeitamente discutível, mas não acho convincente.

Quando Hodgson visitou Watseka em abril de 1890, obteve das testemunhas (neste caso, a irmã de Mary, Minerva), detalhes como os seguintes:

Lurancy, como Mary Roff, ficou na casa da sra. Alter por algum tempo, e a quase cada hora do dia, algum pequeno incidente da vida de Mary Roff era relembrado por Lurancy. Numa manhã, ela disse:
“Ali nas groselheiras foi onde a prima Allie pôs graxa no olho da galinha.”

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Re: Casos de Possessão

Mensagem  Ave sem Ninho em Seg Jul 09, 2012 9:44 am

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Allie era prima de Mary Roff, e vivia em Peoria, Illinois.
Ela visitou os Roffs quando Mary vivia, e com ela brincava.

Esse incidente aconteceu muitos anos da morte de Mary Roff.
A sra. Aleter lembrava-se bem dele, e lembrou que levaram a galinha para dentro da casa, para tratá-la.

Esse não aprece ser o tipo de facto que seria esclarecido por uma pergunta indirecta, ou captada num mexerico casual, e seriam precisos muitos erros esquecidos para contrabalançá-lo.

Se o caso não foi de dramatização, como podemos encará-lo (ainda discutindo o ponto de vista da imortalidade)?

Teria sido um caso de influência inusitada, basicamente como em outros casos de mediunidade ou obsessão, ou um verdadeiro caso de “possessão”?

É bem diferente da maioria dos casos de mediunidade, quanto ao tempo que o controle aparentemente durou, a abrangência do controle sobre todos os aspectos das funções físicas e mentais, e na manifestação contínua do que aparentemente era uma personalidade completa e reconhecida.

Mas há indicações – transes iniciais, e controle por outras pessoas falecidas – de que Lurancy era basicamente um tipo mediúnico.

Talvez tivesse tendências a uma personalidade dupla (se é que isto é coisa diferente do que estamos falando).
Uma combinação dessas duas ideias poderia bastar para explicar o caso, sem recorrer a ulteriores hipóteses de possessão.

É claro que se nos voltarmos para a hipótese da super-PES, as usuais dificuldades aparecem:
a extensão da PES envolvida e a rapidez com que se supõe que funcione, junto com o tempo que devia ter sido continuamente sustentado, e a motivação para a charada.

Mas antes de se rejeitar esta hipótese como extrapolando qualquer coisa que saibamos sobre PES, é preciso relembrar o ponto óbvio que citei várias vezes antes, que a própria hipótese de influência postula uma forma de telepatia – entre o influenciador e o influenciado – que teria algumas destas características criticáveis.

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