Os espiritos viciados do plano astral.

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Os espiritos viciados do plano astral.

Mensagem  Wilson Moreno em Sex Mar 07, 2014 11:18 am

Os espíritos viciados do plano astral.

1) A cólera, o ódio, os desvarios do sexo e os vícios, oferecem campo a perigosos germes psíquicos na esfera da alma.
Paralelamente aos micróbios alojados no corpo físico há bacilos de natureza psíquica, quais larvas, portadoras de vigoroso magnetismo animal.
Essas larvas constituem alimento habitual dos espíritos desencarnados e fixados nas sensações animalizadas.
A indiferença à Lei Divina determina sintonia entre encarnado e desencarnado viciados, este agarrando-se àquele, sugando a grande energia magnética da infeliz fauna microbiana mental que hospeda, em processo semelhante às ervas daninhas nos galhos das árvores, sugando-lhes substância vital.
Com o tempo destroem as células perispirituais, criando grandes problemas de saúde numa próxima reencarnação.
O retorno num novo corpo será doloroso, com moléstias muito graves, doenças mentais – hidrocefalias - paralisias – cegueiras – idiotismo e vários tipos de câncer.
OS VAPORES SUTIS DAS DROGAS, AO SE VOLATILIZAREM SÃO FACILMENTE DETECTADOS PELOS ESPÍRITOS-VICIADOS, QUE SORVEM ESSES VAPORES, DELES SE APROPRIANDO E INCENTIVANDO O ENCARNADO A CONSUMIR MAIS E MAIS...
O FREQÜENTADOR DE BARES, AO SAIR EMBRIAGADO, NÃO ESTÁ SOZINHO; JUNTO A ELE, NUM PROCESSO DE SIMBIOSE UMA ENTIDADE DAS SOMBRAS O ABRAÇA, QUAL SE UM POLVO ESTRANHO O ABSORVESSE, EXIBINDO AS MESMAS PERTURBAÇÕES.
ESSE TRISTE PROCESSO CHAMA-SE VAMPIRISMO ESPIRITUAL, OU SEJA, AÇÃO DOS ESPÍRITOS INFERIORES DESENCARNADOS QUE VICIOSOS IMANTAM-SE ÀS SUAS VÍTIMAS, ABSORVENDO-LHES FLUIDOS VITAIS.
(André Luiz, no livro: Nos Domínios da Mediunidade)


A vinculação alcoólica escraviza a mente desarmonizando-a e envenena o corpo deteriorando-o. Tem início através do aperitivo inocente, que logo se converte em dominação absoluta.
A pretexto de comemorações, festas, decisões etc, não se comprometa com o vício, na suposição de que dele se libertará quando queira, pois se os viciados pudessem, não estariam sob essa violenta dominação.
(Joanna de Angelis, no livro: Após a Tempestade)


Nessas observações importantes de Andre Luiz e Joanna de Angelis, vemos, que os encarnados que cultivam vícios degradantes dão atração a espíritos desencarnados que cultivam os mesmos vícios.
Como disse Andre Luiz:
OS VAPORES SUTIS DAS DROGAS, AO SE VOLATILIZAREM SÃO FACILMENTE DETECTADOS PELOS ESPÍRITOS-VICIADOS, QUE SORVEM ESSES VAPORES, DELES SE APROPRIANDO E INCENTIVANDO O ENCARNADO A CONSUMIR MAIS E MAIS...
O FREQÜENTADOR DE BARES, AO SAIR EMBRIAGADO, NÃO ESTÁ SOZINHO; JUNTO A ELE, NUM PROCESSO DE SIMBIOSE UMA ENTIDADE DAS SOMBRAS O ABRAÇA, QUAL SE UM POLVO ESTRANHO O ABSORVESSE, EXIBINDO AS MESMAS PERTURBAÇÕES.
ESSE TRISTE PROCESSO CHAMA-SE VAMPIRISMO ESPIRITUAL, OU SEJA, AÇÃO DOS ESPÍRITOS INFERIORES DESENCARNADOS QUE VICIOSOS IMANTAM-SE ÀS SUAS VÍTIMAS, ABSORVENDO-LHES FLUIDOS VITAIS.

Podemos analisar que os espíritos viciosos se imantam nas suas vitimas, absorvendo-lhe os fluidos vitais, é o vampirismo espiritual.

Vejamos outras observações importantes de Andre Luiz sobre essa questão.
"...As emanações do ambiente produziam em nós indefinível mal-estar.
JUNTO DE FUMANTES E BEBEDORES INVETERADOS, CRIATURAS DESENCARNADAS DE TRISTE FEIÇÃO SE DEMORAVAM EXPECTANTES.
ALGUMAS SORVIAM AS BAFORADAS DE FUMO ARREMESSADAS AO AR, AINDA AQUECIDAS PELO CALOR DOS PULMÕES QUE AS EXPULSAVAM, NISSO ENCONTRANDO ALEGRIA E ALIMENTO. OUTRAS ASPIRAVAM O HÁLITO DE ALCOÓLATRAS IMPENITENTES.
Indicando-as, informou o orientador:
— Muitos de nossos irmãos, que já se desvencilharam do vaso carnal, se apegam com tamanho desvario às sensações da experiência física, que se cosem àqueles nossos amigos terrestres temporariamente desequilibrados nos desagradáveis costumes por que se deixam influenciar.
— Mas por que mergulhar, dessa forma, em prazeres dessa espécie?
— Hilário — disse o Assistente, bondoso —, O QUE A VIDA COMEÇOU, A MORTE CONTINUA... ESSES NOSSOS COMPANHEIROS SITUARAM A MENTE NOS APETITES MAIS BAIXOS DO MUNDO, ALIMENTANDO-SE COM UM TIPO DE EMOÇÕES QUE OS LOCALIZA NA VIZINHANÇA DA ANIMALIDADE. Não obstante haverem frequentado santuários religiosos, não se preocuparam em atender aos princípios da fé que abraçaram, acreditando que a existência devia ser para eles o culto de satisfações menos dignas, com a exaltação dos mais astuciosos e dos mais fortes. O chamamento da morte encontrou-os na esfera de impressões delituosas e escuras e, como é da Lei que cada alma receba da vida de conformidade com aquilo que dá, NÃO ENCONTRAM INTERESSE SENÃO NOS LUGARES ONDE PODEM NUTRIR AS ILUSÕES QUE LHES SÃO PECULIARES, PORQUANTO, NA POSIÇÃO EM QUE SE VÊEM, TEMEM A VERDADE E ABOMINAM-NA, PROCEDENDO COMO A CORUJA QUE FOGE À LUZ..."
Essa observação colocada por Andre Luiz, mostra que são os espíritos apegados a matéria e aos vícios, que se utilizam dos encarnados viciosos, para absorverem os fluidos da nicotina e da bebida, portanto, esses espíritos desencarnados que pedem bebidas, fumo, charutos e despachos, são espíritos presos as paixões e vícios matérias, espíritos de baixa evolução moral, eles estão numa faixa vibratória muito densa e grosseira.
Como disse Andre Luiz.
JUNTO DE FUMANTES E BEBEDORES INVETERADOS, CRIATURAS DESENCARNADAS DE TRISTE FEIÇÃO SE DEMORAVAM EXPECTANTES.
ALGUMAS SORVIAM AS BAFORADAS DE FUMO ARREMESSADAS AO AR, AINDA AQUECIDAS PELO CALOR DOS PULMÕES QUE AS EXPULSAVAM, NISSO ENCONTRANDO ALEGRIA E ALIMENTO. OUTRAS ASPIRAVAM O HÁLITO DE ALCOÓLATRAS IMPENITENTES.
(André Luiz, no livro: Nos Domínios da Mediunidade)

2) Vejamos as observações de Ramatis sobre os vícios, que se encontra na obra Fisiologia da Alma, psicografado por Hercílio Maes.

SÃO POUCOS OS ENCARNADOS QUE SABEM DO TER¬RÍVEL PERIGO QUE SE ESCONDE POR DETRÁS DO VÍCIO DO ÁLCOOL, POIS A EMBRIAGUEZ É SEMPRE UMA DAS SITUAÇÕES MAIS VISADAS PELOS ESPÍRI¬TOS VICIADOS QUE PROCURAM A DESEJADA “PONTE VIVA” PARA SATISFAÇÃO DE SEUS DESEJOS NO MUNDO DA MATÉRIA.
OS ESPÍRITOS DESENCARNADOS  AINDA ESCRAVOS DAS PAIXÕES E VÍCIOS DA CARNE — EM VIRTUDE DA FALTA DO CORPO FÍSICO — SÃO TOMADOS DE TERRÍVEL ANGÚSTIA ANTE O DESEJO DE INGERIR O ÁLCOOL COM O QUAL SE VICIARAM DESBRAGADAMEN¬TE NO MUNDO FÍSICO. Devido à fácil excitabilidade natural do corpo astral, esse desejo se centuplica, na feição de uma ansiedade insu¬portável e desesperadora, como acontece com os morfinômanos, que só se acalmam com a morfina! E um desejo furioso, esmaga¬dor e sádico; a vítíma alucina-se vivendo as visões mais pavorosas e aniquilantes! E quando isso acontece com espíritos sem escrú¬pulos, eles são capazes de todas as infâmias e torpezas contra os encarnados, para mitigarem a sede de álcool, assemelhando-se aos mais desesperados escravos do vício dos entorpecentes.


Designo como “caneco vivo” a criatura que se deixa dominar completamente pelo vicio do álcool, tornando-se enfraquecido no seu senso de comando psicológico e espiritual. Quando tal acontece, os viciados do Além, que se afinizam à sua constituição psíquica, vigiam-na e atuam incessantemente sobre ela a fim de conseguirem situá-la sob a freqüência vibratória com que operam em comum, para subverterem-lhe completamente a vontade e o caráter. De acordo com a lei de afinidade espiritual, é preciso que o candidato à função de “caneco vivo” vibre na mesma faixa vibratória do malfeitor desencarnado, pois só deste modo é que este consegue agir com êxito e interceptar qualquer inspiração superior que possa ser enviada à sua vítima no sentido de se livrar do vício. Assim que o obsessor consegue domínio completo sobre o bêbedo encarnado, trata de cercá-lo de cuidados e protegê-lo contra outras entidades desencarnadas que também o possam usar como “caneco vivo”.

O ÁLCOOL INGERIDO PELO ALCOÓLATRA TERRENO, DEPOIS QUE LHE ATIN¬GE O ESTÔMAGO, VOLATILIZA-SE EM OPERAÇÃO PROGRESSIVA, ATÉ ALCANÇAR A SUA FORMA ETÉREO-ASTRAL, MOMENTO EM QUE OS ESPÍRITOS VICIADOS PODEM ENTÃO SUGÁ-LO PELA AURA DO INFELIZ BEBERRÃO. TRATA-SE DE UMA ESPÉCIE DE REPULSIVA OPERAÇÃO DE VAMPIRISMO QUE, PARA SATISFAZER EM PARTE AOS DESENCARNADOS, EXAURE A VITALIDADE DA VÍTIMA. CERTAS VEZES AGLOMERAM-SE VÁRIAS ENTIDADES VICIADAS SOBRE A AURA DE UM MESMO BÊBEDO, CONSTITUINDO UMA GROTESCA E DEGRADANTE CENA DE SUCÇÃO DE ÁLCOOL! ELAS SE MOSTRAM IRASCÍVEIS E IRRITADAS QUANDO OS SEUS PACIENTES NÃO AS ATENDEM A CONTENTO DEIXANDO DE BEBER A QUANTIDADE DESEJADA PARA A SUA SATISFAÇÃO MÓRBIDA COMPLETA. Trabalham furiosamente para que o infeliz aumente a sua dose de álcool, pois ele representa o transformador que deve saturar-se cada vez mais a fim de cumprir a repulsiva tarefa de dar de beber aos viciados do Além.

Daí o motivo por que muitos alcoólatras insistem em afirmar
que uma força oculta os obriga a beber cada vez mais, até que chegam a cair ao solo inconscientes. Saturados então de álcool, quais míseros farrapos humanos a exsudarem os vapores repelentes da embriaguez total, eles atravessam o resto de suas existências transformados em vítimas dos seus obsessores, que astuciosamente se ocultam nas sombras do Além-Túmulo.


3) Ramatis fala sobre o vicio do fumo.


O indivíduo que perde o seu domínio mental e escraviza-se ao vício de fumar revela-se um candidato em potencial para outras investidas perigosas no seu psiquismo vulnerável. Assim que decaia na sua segurança moral, que negligencie com a estabilidade espiritual no mundo, constitui uma brecha a permitir a interferência possessiva de algum espírito desencarnado e sedento de satisfazer igual vício. Obvia-mente, quem não pode livrar-se de uma prática nociva, como é o tabagismo, é sempre mais difícil desprender-se de uma “vontade oculta”; e o espírito do Além-Túmulo goza plena liberdade de agir invisivelmente.
Considerando-se que os espíritos desencarnados são apenas as entidades que se moviam pela Terra através de corpos carnais, é óbvio que do “lado de cá” vivem as mesmas espécies da fauna humana terrícola! Em conseqüência, também é grande o número de espíritos de “ex-fumantes” inveterados, que embora despidos do corpo carnal, ainda estão presos ao vício tolo de engolir fumaça irritante cultivado na matéria. E como o desejo não é próprio do corpo físico, mas inerente ao espírito imortal, os viciados do Além-Túmulo necessitam de uma ponte viva e dinâmica para ligarem-se ao objeto do seu vício inexistente no mundo espiritual. Assim, os mais inescrupulosos ou sedentos vivem à cata de outros viciados encarnados, que lhes possam satisfazer a angústia taba¬gista! Eles procuram verdadeiras “piteiras vivas” para fumarem, assim como os alcoólatras sem corpo buscam “canecos vivos” para beberem, numa simbiose mediúnica eletiva!


SE A PESSOA SE ENTREGAR EM DEMASIA AO HÁBITO DE FUMAR, PODERÁ SERVIR DE "PITEIRA VIVA" PARA DESENCARNADOS TAMBÉM VICIADOS, DE NATUREZA INFERIOR QUE, AO SE SERVIREM DELE PARA SATISFAZER O VÍCIO DE FUMAR, PODERÃO INFLUENCIÁ-LO A FUMAR MUITO MAIS E ESTABELECER COM ELE UMA FORMA DE SIMBIOSE PREJUDICIAL, INOCULANDO-LHE PENSAMENTOS DELETÉRIOS, DE ORDEM MORAL INFERIOR, CUJA RECEPTIVIDADE SERÁ TANTO MAIOR QUANTO MAIS FRAQUEZAS A PESSOA POSSA TER. Trata-se, enfim, de más companhias que, por sua influência perniciosa, poderão acarretar deslizes morais perigosos e associações com delinqüentes e viciados.

Mas nem sempre tais influências provocam situações de domínio caracterizáveis. O domínio psíquico tem diversas gradações e a pessoa pode passar uma existência inteira a desviar-se do que se havia proposto antes de reencarnar, sem aperceber se. Ao desencarnar, os vícios se tornam mais dominantes, acarretando momentos de angústia muito cruciantes que impelem a buscar a saciedade no vampirismo dos encarnados "...Infunde pena a angústia dos desencarnados amantes da nicotina..."

O VÍCIO DO FUMO É UMA PORTA ABERTA PARA O INÍCIO DAS OBSESSÕES MAIS VARIADAS e, embora obsessão simples, pode servir de trampolim a outras de maior gravidade, pela sujeição a espíritos atrasados. O viciado no fumo é mais uma vítima de sua debilidade mental do que mesmo de uma invencível atuação fisiológica, ele esquece-se de si mesmo e, por isso, aumenta progressivamente o uso do cigarro, tentado continuamente pelo desejo insatisfeito, criando então uma segunda natureza que se torna implacável e exigente carrasco.

4) No livro Missionários da Luz, André Luiz nos traz um exemplo interessante, mostrando a necessidades que os espíritos de baixa vibração têm de vitalidade, ao ponto de extraí-lo do sangue dos animais mortos em um abatedouro:
"Pelas vibrações ambientes, reconheci que o lugar era dos mais desagradáveis que conhecera, até então, em minha nova fase de esforço espiritual. Seguindo Alexandre de muito perto, via numerosos grupos de entidades francamente inferiores que se alojavam aqui e ali. DIANTE DO LOCAL EM QUE SE PROCESSAVA A MATANÇA DOS BOVINOS, PERCEBI UM QUADRO ESTARRECEDOR. GRANDE NÚMERO DE DESENCARNADOS, EM LASTIMÁVEIS CONDIÇÕES, ATIRAVAM-SE AOS BORBOTÕES DE SANGUE VIVO, COMO SE PROCURASSEM BEBER O LÍQUIDO EM SEDE DEVORADORA...
Alexandre percebera o assombro doloroso que se apossara de mim e esclareceu-me com serenidade:
- Está observando, André? Estes infelizes irmãos que nos não podem ver, pela deplorável situação de embrutecimento e inferioridade, ESTÃO SUGANDO AS FORÇAS DO PLASMA SANGUÍNEO DOS ANIMAIS. SÃO FAMINTOS QUE CAUSAM PIEDADE.
Poucas vezes, em toda a vida, eu experimentara tamanha repugnância. As cenas mais tristes das zonas inferiores que, até ali, pudera observar, não me haviam impressionado com tamanho amargor.
Desencarnados à procura de alimentos daquela espécie? Matadouro cheio de entidades perversas? Que significava tudo aquilo? Lembrei meus reduzidos estudos de História, remontando-me à época em que as gerações primitivas ofereciam aos supostos deuses o sangue de touros e cabritos. Estaria ali, naquele quadro horripilante, a representação antiga dos sacrifícios em altares de pedra? Deixei que as primeiras impressões me incandescessem o cérebro, a ponto de sentir, como noutro tempo, que minhas idéias vagueavam em turbilhão.
Alexandre, contudo, solícito como sempre, acercou-se mais carinhosamente de mim e explicou:
- Porque tamanha sensação de pavor, meu amigo? Saia de si mesmo, quebre a concha da interpretação pessoal e venha para o campo largo da justificação. Não visitamos, nós ambos, na esfera da Crosta, os açougues mais diversos? Lembro-me de que em meu antigo lar terrestre havia sempre grande contentamento familiar pela matança dos porcos. A carcaça de carne e gordura significava abundância da cozinha e conforto do estômago. COM O MESMO DIREITO, ACERCAM-SE OS DESENCARNADOS, TÃO INFERIORES QUANTO JÁ O FOMOS, DOS ANIMAIS MORTOS, CUJO SANGUE FUMEGANTE LHES OFERECE VIGOROSOS ELEMENTOS VITAIS. Sem dúvida, o quadro é lastimável; não nos compete, porém, lavrar as condenações. Cada coisa, cada ser, cada alma, permanece no processo evolutivo que lhe é próprio. E se já passamos pelas estações inferiores, compreendendo como é difícil a melhoria no plano de elevação, devemos guardar a disposição legítima de auxiliar sempre, mobilizando as melhores possibilidades ao nosso alcance, a serviço do próximo.”
A EXPLICAÇÃO DADA PELO INSTRUTOR QUE ACOMPANHAVA ANDRÉ LUIZ É PROFUNDA, MOSTRANDO O O PORQUÊ DO SACRIFÍCIO DE ANIMAIS EM CERTOS RITUAIS DE QUIMBANDA E CANDOMBLÉ.
Vou realçar essa observação importante de Andre Luiz.
DIANTE DO LOCAL EM QUE SE PROCESSAVA A MATANÇA DOS BOVINOS, PERCEBI UM QUADRO ESTARRECEDOR. GRANDE NÚMERO DE DESENCARNADOS, EM LASTIMÁVEIS CONDIÇÕES, ATIRAVAM-SE AOS BORBOTÕES DE SANGUE VIVO, COMO SE PROCURASSEM BEBER O LÍQUIDO EM SEDE DEVORADORA...
ESTÃO SUGANDO AS FORÇAS DO PLASMA SANGUÍNEO DOS ANIMAIS. SÃO FAMINTOS QUE CAUSAM PIEDADE.
DESENCARNADOS À PROCURA DE ALIMENTOS DAQUELA ESPÉCIE? MATADOURO CHEIO DE ENTIDADES PERVERSAS

Nessas explicações na obra de Andre Luiz, vemos que o objetivo dos espíritos desencarnados de baixo padrão vibratório é absorver os fluidos vitais do sangue do animais que são sacrificados nesses centros de candomblé e quimbanda, existe alguns centros de umbanda sem estudo que pratica também esses sacrifícios.
O objetivo é o Vampirismo psíquico praticado por espíritos inferiores de baixas vibrações mentais e morais, da mesma forma esses espíritos atrasados absorvem os fluidos da nicotina e da bebida dos encarnados que se entregam a esses vícios deprimentes.
Os espíritos elevados ou espíritos de luz não possuem necessidades matérias e nem apego as coisas matérias, eles estão moralmente depurados dessas coisas.
Os espíritos de luz estão num padrão vibratório elevado livre das paixões matérias e desejos e vícios terrenos.
Somente espíritos inferiores de baixas vibrações mentais e morais, podem precisar ou pedir coisas matérias como, cigarros, cachaça, charutos e sacrifícios de pobres animais.

5)Para afastar os maus espíritos e os vampiros psíquicos do plano astral, temos que LUTAR contra as nossas imperfeições morais e vícios, não adianta usar velas, amuletos, talismã, roupas brancas, imagens de santos ou de Jesus, sinais cabalísticos, exorcismos, nada disso funciona, seria muito fácil e cômodo usar objetos matérias para afastar os espíritos obsessores e vampiros do mundo invisível, porem, é nos pensamentos elevados e nobres, na prece sincera, na pratica do bem e das virtudes, na reforma moral, que esta a única defesa psíquica contra os maus espíritos.
Os espíritos maldosos e obsessores não conseguem se sintonizar com as pessoas de pensamentos elevados e de conduta moral reta.
O Bem repele o mal.
Wilson Moreno na busca da Verdade.

Wilson Moreno

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Data de inscrição : 07/03/2014

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