UM ESPÍRITO EVOLUIDO PEDE OFERENDAS????

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UM ESPÍRITO EVOLUIDO PEDE OFERENDAS????

Mensagem  Wilson Moreno em Ter Jul 08, 2014 9:53 am

UM ESPÍRITO EVOLUIDO PEDE OFERENDAS????

Vejo em algumas religiões afro-descendentes uma espécie de troca de favores, o espírito te ajuda e você presta a ele uma obrigação através de um trabalho!

Nesses trabalhos, alguns feitos em encruzilhadas podemos ver, cachaça, cigarro, charutos, comida, velas e animais mortos (caso do candomblé).

Para quê um espírito precisa de comida, já que ele se encontra fora do corpo carnal????

Até onde eu sei um espírito evoluído simplesmente ajuda sem precisar de nada em troca

1) Vejamos as explicações de Ramatis sobre essa questão.

Os espíritos materializados e saudosistas das sensações de quando tinham um corpo físico, perambulam pela crosta terrena como se “vivos” estivessem e no mais das vezes se fazem passar por seres divinos, poderosos, explorando a crença baseada nos sistemas de troca com o além túmulo. Ao oferecer-lhes alimento na forma de comida, estas oferendas terão que ser ininterruptamente renovadas. Assim como o viciado que não fica sem a dose da droga, tais entidades podem se rebelar em violenta crise a qualquer momento se não forem devidamente saciadas. Outro enorme risco que os incautos que almejam agradar os espíritos para auferirem favores em troca de “comida” correm, é o de se tornarem eles os “repastos vivos” destes espíritos sorvedores de fluídos, ganhando para si um “escora”, literalmente o encosto que como intruso se abriga “grudando” no caramujo desocupado – vosso corpo físico.

Desde que a idéia de “repasto vivo” lembra refeição, é indubitável que estamos nos referindo às tristes condições de muitos encarnados que imprudentemente se transformam em verdadeiras refeições vivas para os desencarnados insaciáveis de sensações devassas e que, além de lhes exaurirem todas as energias vitais, enfraquecem-lhes a vontade e os tornam cada vez mais viciados aos desejos torpes do Além. Na ausência da comida pro “santo” ofertada, serve o alimento em digestão no estômago do encarnado ofertante, que pelas suas emanações etéreas será sorvido como se um aspirador de pó lhe grudasse no chacra umbilical e esplênico.

Aqueles que não se decidem a modificar sua conduta desregrada na vida humana não tardam em se transformar na abjeta condição de prolongamentos vivos da mórbida vontade dos espíritos pervertidos. Depois de perderem o controle de si mesmos e apresentarem estranhas enfermidades que provocam diagnósticos sentenciosos da medicina terrena, passam a viver excitados e aflitos, incessantemente acionados pelos seus “donos” do Além, que chegam a evitar-lhes qualquer aproximação amiga ou ensejo redentor. É de regra e técnica muito comum, entre os obsessores sabidos, do astral, cercarem os seus “repastos vivos” de cuidados especiais a fim de que se afastem de pessoas, ambientes, leituras, doutrinas, palestras ou filmes educativos que possam lhes despertar a consciência adormecida na hipnose maquiavélica e mostrar-lhes a sua escravidão ao vício. O processo sutilíssimo, que os espíritos das sombras desenvolvem felinamente em torno de suas vítimas, é muito difícil de ser percebido por aqueles que lhes caíram nas malhas sedutoras.


2) Outras explicações de Ramatis.

Os espíritos malfeitores, desencarnados, devido a lhes faltar o corpo físico, vivem sempre acicatados pelos desejos inferiores da matéria, os quais não podem ser saciados no mundo astral. Então procuram saciar-se de seus vícios e desregramentos buscando apoderar-se de criaturas desprotegidas, a fim de transformarem-nas em verdadeiras “pontes vivas” e assim conseguirem o meio de se fartar nos seus desejos mórbidos e desregrados. Através de processos e ciladas diabólicas, eles esgotam a vitalidade das infelizes criaturas que imprudentemente lhes caem sob o jugo satânico.
São almas tenazes em seus objetivos torpes, que se debruçam incessantemente sobre o mundo da carne à procura de vítimas passivas e desleixadas, nas quais se apóiam para realizar os seus intentos malfazejos e usufruírem a volúpia das paixões pervertidas. A energia do mundo astral é vigoroso multiplicador da freqüência vibratória do perispírito liberto da carne; por isso, enquanto as almas elevadas centuplicam suas emoções dignas e mais se elevam aos planos angélicos, os espíritos inferiores sentem os seus desejos torpes ainda mais superexcitados pois, devido à lei vibratória de que os “semelhantes atraem os semelhantes”, suas paixões também recrudescem em contato com as energias sensuais detestáveis.
Sentindo-se exacerbados em suas emoções degradantes, e impotentes para usufruírem as sensações que lhes eram os únicos prazeres na carne, os espíritos desregrados vêem-se obrigados a sintonizar o seu perispírito com o perispírito dos encarnados que porventura vibrem docilmente às suas sugestões e desejos viciosos. Através dessa simbiose subversiva, conseguem captar as sensações pervertidas dos encarnados, e então os corpos carnais dos terrícolas se transformam em condensadores vivos, que atendem à consumação dos desejos dos obsessores.
Os pilotos das grandes aeronaves sabem que a harmonia do seu vôo depende fundamentalmente da sincronização de todos os motores num só diapasão de velocidade; sob a mesma lei, duas locomotivas que operem conjugadas, em exaustiva subida, também hão de lograr sucesso tanto quanto seja a perfeição do ajuste sincrônico das forças empregadas por ambas. Essa lei de correspondência vibratória e equilíbrio energético ainda age com mais sutilidade nas relações entre o mundo astral e o físico, facilitando que os espíritos viciados se conjuguem sincronicamente aos perispíritos dos encarnados, a fim de praticarem suas torpezas e saciarem seus apetites inferiores.

Caneco vivo é a criatura que, dominada completamente pelo vício do álcool, perde o seu comando psicológico e espiritual, tornando-se um verdadeiro “alambi¬que”, ou “robô” da vontade dos desencarnados alcoólatras. Os espíritos degenerados e viciados procuram as criaturas vítimas da bebida alcoólica, porém, enfraquecidas de vonta¬de ou escravas de paixões inferiores, a fim de transformá¬-las num prolongamento vivo e pelas quais possam absorver as emanações do álcool. Através do estômago dos seus “canecos vivos” e em infame simbiose fluídica, conseguem sugar os fluidos etílicos que se exsudam na decomposição digestiva.

O alcoólatra, seja o que se embriaga com o uísque caríssimo ou o que se entrega à cachaça pobre, não passa de um “caneco vivo”, pelo qual muitos espíritos desencarnados e viciados se esforçam para beber “etericamente” e aliviar a sua sede ardente de álcool. Muitas vezes o homem se rebela contra as vicissitudes da vida humana e por isso entrega-se à embriaguez constante, mas não sabe que as entidades astutas, das sombras, o seguem inces¬santemente, alimentando a esperança de torná-lo o seu recipiente vivo ou o seu tentáculo absorvente no mundo carnal.

3) Podemos analisar o seguinte, os despachos com bebidas, cigarros, comida, sangue de animais, restos de animais mortos, charutos, velas etc...
Vão atrair pela sintonia vibratória espíritos ainda apegados a matéria e aos vícios e desejos terrenos, os espíritos de luz não estão apegados a essas coisas imundas.
Os espíritos inferiores procuram ABSORVER os fluidos dessas substancias que se encontram nas oferendas e despachos.


Wilson Moreno

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