REENCONTRO COM A VIDA - MANOEL PHILOMENO DE MIRANDA/DIVALDO FRANCO

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Re: REENCONTRO COM A VIDA - MANOEL PHILOMENO DE MIRANDA/DIVALDO FRANCO

Mensagem  Ave sem Ninho em Dom Ago 27, 2017 10:21 am

6 - A cura das obsessões
Na terapia desobsessiva, o factor pressa não encontra respaldo para a sua aceitação.
O labor transcorre dentro de um clima sereno, atemporal, dependente de variadas circunstâncias e ocorrências que dependem, sobretudo, daquele que experimenta o impositivo do transtorno espiritual.
À semelhança do que ocorre nos episódios de desequilíbrios psicológicos e psiquiátricos, que exigem cuidadosa formulação terapêutica e prolongada assistência especializada, no que tange aos distúrbios de natureza espiritual, fazem-se indispensáveis, da mesma forma, idênticos procedimentos, em qualidade e temporalidade.
Não poucas vezes, o espírito perseguidor, retido no tempo em que foi vilipendiado, quando estabeleceu o programa do desforço através da vingança odienta, correctamente orientado, desperta para a sua realidade e opta pela mudança de conduta, entendendo que a sua felicidade não se encontra na cobrança do mal que sofreu, mas na grandeza do perdão que pode oferecer.
Com essa nova disposição abandona o comportamento enfermiço a que se entregava e procura regenerar-se, buscando, agora, recuperar o tempo malbaratado na insana perseguição, a pouco e pouco afeiçoando-se ao bem e deixando à própria sorte aquele que o infelicitou, cuidando de adquirir a própria paz, assim integrando-se na ordem que vige no Universo.
É natural, desse modo, que o seu hospedeiro, aquele que lhe vem padecendo a influência perniciosa experimente a ausência da força constritora que o oprime e desorienta, vivenciando melhor condição emocional e mental.
Nada obstante, embora livre do cobrador, não está exonerado de realizar a própria reabilitação.
Em face da conduta odienta que se permitiu no passado, que deu lugar aos delitos graves, entre os quais a infelicidade daquele que agora o libera, continua em débito perante a Consciência Cósmica.
O alívio que experimenta não significa liquidação dos compromissos negativos, antes, uma trégua, a fim de que reúna forças e valor para prosseguimento na batalha de auto-aprimoramento moral, indispensável à existência feliz.
O perdão da vítima que permanecia enlouquecida, de maneira alguma permite ao infractor o desfrutar da paz que não merece, porque não lhe faz jus.
Certamente, expungiu parte do que deverá reparar, no entanto, permanece em débito, tendo em vista o montante elevado em referência aos gravames praticados.
A sua reabilitação plena, que ocorreria mediante a expiação obsessiva, agora passa para o carreiro das naturais provações, que lhe testarão as resistências morais e os sentimentos, de forma a transformá-lo interiormente para melhor.
Esse processo objectiva ensejar o descobrimento das responsabilidades que dizem respeito a todos os seres humanos, à compreensão dos deveres que constituem a bíblica escada de Jacó, facultando a ascensão espiritual no rumo dos páramos celestiais.
Desse modo, permanecerão resíduos perturbadores nas suas paisagens psíquicas e emocionais, por largo tempo, resultantes do distúrbio produzido pelo conúbio com o antigo perseguidor, que ora se encontra em processo de renovação pessoal.
A transformação espiritual do agente em nada modifica a estrutura íntima do paciente, que se encontra comprometido com as Leis Soberanas da Vida, necessitando, portanto, de realizar a própria reabilitação.
Ao mesmo tempo, a consciência de culpa não superada, mantém-no preso nas malhas intrincadas dos reflexos emocionais em desequilíbrio.
Eis por que se lhe faz imprescindível o esforço pessoal pela transformação de conduta, pela renovação de sentimentos, pelo aprimoramento da vontade e acção bem direccionada para o bem.
A cura das obsessões é delicado capítulo das terapêuticas emocionais, que exige cuidados contínuos e vigilância prolongada.
Encontrando-se em débito perante a consciência, o espírito, agora sem a conexão perturbadora, permanece com as matrizes psíquicas receptivas às influências que ocorrem na faixa mental em que se encontra.
Esse fenómeno permite que outras Entidades, levianas ou perniciosas, sejam atraídas e passem a viver em conúbio com o devedor, mantendo diferente forma de obsessão com os mesmos impositivos cármicos.
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Re: REENCONTRO COM A VIDA - MANOEL PHILOMENO DE MIRANDA/DIVALDO FRANCO

Mensagem  Ave sem Ninho em Dom Ago 27, 2017 10:22 am

Jesus costumava recomendar aos seus pacientes momentaneamente recuperados que tivessem cuidado, não se permitindo licenças morais desagradáveis, de modo a evitar que não lhes acontecessem sofrimentos piores.
A Lei de Causa e Efeito responde, dessa forma, pela ocorrência do prosseguimento dos problemas perturbadores, mesmo quando os agentes cobradores, mudando de atitude desistem da insana cobrança...
Ainda endividado, o paciente mediúnico prossegue em clima de reabilitação, necessitando de prover-se dos recursos iluminativos necessários à sua renovação pessoal e cura real.
As obsessões constituem recurso terapêutico para a recuperação dos agressores. É claro que a Divina Justiça não necessita que a vítima se transforme em algoz, repetindo o grave erro do antagonista que ora pensa em justiçar.
Os mecanismos da evolução dispõem de valiosos recursos para a superação dos equivocados, sem a necessidade de novos culpados.
Como a natureza animal em predomínio de paixões inferiores une o devedor ao cobrador, o processo faz-se terapêutico para ambos os litigantes que, oportunamente descobrem que só o amor possui o élan sublime para proporcionar a paz e a felicidade legítima.
Resguardem-se em reflexões cuidadosas e acções enobrecedoras, todos aqueles que, nas rudes refregas das obsessões, experimentem a libertação constritiva, procurando retribuir a situação aprazível com o seu esforço para a auto-iluminação e a harmonia da sociedade.
O evangelista Mateus narra, no capítulo 13 do seu Evangelho, versículos 43 a 45: Mas quando o espírito imundo tiver saído de um homem, anda por lugares áridos, buscando repouso e não o acha.
Então diz:
voltarei para minha casa donde saí; e ao chegar, acha-a desocupada, varrida e ornada.
Depois vai e leva consigo mais sete piores do que ele; ali entram e habitam, e o último estado daquele homem fica sendo pior do que o primeiro. Assim também acontecerá a esta geração perversa.
O precioso e oportuno ensinamento refere-se, sem qualquer dúvida, à cura de obsessão, quando o adversário abandona o seu antagonista.
Caso não haja nele um arrependimento real, ei-lo de volta, agora, porém, acompanhado de outros espíritos insensatos e ociosos que passam a locupletar-se do psiquismo do encarnado, através da turbação da sua usina mental e da sua conduta moral.
Considerando-se, no entanto, que houve uma transformação de sentimentos do perseguidor, que deseja crescer e abandona a causa inglória a que se dedicava, ao hospedeiro cabe enriquecer a sua casa mental com pensamentos elevados e acções meritórias, a fim de que, ao chegarem os perniciosos que pululam na Erraticidade, não encontrem espaço vazio para o prosseguimento da nefasta habitação.
O fato repete-se nesta geração perversa, que prefere ignorar a realidade espiritual optando pelo prazer desgastante e absurdo da sensualidade, do crime, das paixões inferiores...
O ser humano está destinado à glória espiritual, devendo investir todos os recursos por alcançá-la.
Os atavismos resultantes das experiências primárias, portanto, mais vigorosas, que deixaram sulcos profundos no cerne do espírito, devem ser diluídos mediante novas realizações, hábitos saudáveis que se imprimirão o futuro, transformando-se em asas simbólicas para alçar voo no rumo da sua fatalidade grandiosa.
A obsessão, desse modo, em decorrência do atraso moral da grande maioria dos espíritos humanos que habita a Terra, apresenta-se, no momento, em forma de pandemia assustadora, que está a exigir cuidados e estudos por parte das autoridades empenhadas na aquisição e orientação da saúde emocional e mental.
Graças às luzes, do conhecimento espírita, felizmente, melhor se pode compreender-lhe as causas e os métodos hábeis para evitar a sua contínua morbífica propagação.
Dando prosseguimento ao labor de confirmar pelos factos a proposta teórica, o Benfeitor espiritual trouxe à comunicação psicofónica, uma entidade que assim apresentou a sua narrativa:
O obsesso
Que a paz de Deus esteja com todos!
Creio que é assim que se deve dizer, quando em visita a uma sociedade cristã ou não.
Aqui compareço para prestar esclarecimentos a respeito do meu caso.
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Re: REENCONTRO COM A VIDA - MANOEL PHILOMENO DE MIRANDA/DIVALDO FRANCO

Mensagem  Ave sem Ninho em Dom Ago 27, 2017 10:22 am

Sou um obsesso.
Depois de vagar por consultórios médicos diversos e de psiquiatras, que me aplicaram o electrochoque e outras substâncias químicas, muito perturbadoras, fui levado a uma Casa de Espiritismo, onde fui entrevistado demoradamente.
As dificuldades de manter-me quieto, atento, buscando entender o que se passava, foram muitas.
Por fim, recebi o diagnóstico de que era um obsesso.
Submetido aos tratamentos carinhosos da caridade, comecei a experimentar sintomas de melhora no meu quadro geral.
Mas o meu temperamento rebelde e os meus conceitos religiosos que não queriam ajustar-se às directrizes que me eram oferecidas, criaram-me muitos embaraços, a fim de que me libertasse totalmente do flagelo que me atormentava.
Os anos que se passaram com esse parasita espiritual, cuja mente estava encravada na minha, como se fosse uma planta daninha sugando-me a seiva que me sustentava, terminou por depauperar o meu organismo que ficou sem resistência e as minhas emoções que se perturbaram.
As lições que eram ministradas na Instituição e que eu não soube ou não quis absorver, terminaram por convencer o meu perseguidor, que foi conduzido às doutrinações especiais nas reuniões de desobsessão, mesmo que sem a minha presença.
Depois de esclarecido, ele se resolveu por cuidar da própria vida, deixando-me por conta de mim próprio...
Ao invés, porém, de melhorar-me, considerando-se que fiquei muito feliz por estar livre daquela acção perniciosa que tanto me afligia, prosseguia com as minhas atitudes e o meu temperamento sem mudança significativa.
Advertido pelos orientadores da Casa de Espiritismo, prossegui sem alteração, e como era natural, tomei-me vítima de outros espíritos ociosos que continuaram na exploração das minhas energias até que o processo de tuberculose pulmonar se me instalou no organismo e eu faleci, numa noite horrorosa, para despertar diante deles, terríveis vampiros espirituais.
Não fosse a compaixão de Deus e eu teria ficado disputando o cadáver com eles.
As preces daqueles que me amavam e se compadeceram de mim, o arrependimento sincero, o desejo de acertar libertaram-me da situação horrenda.
Agora estou amparado, em tratamento cuidadoso, a fim de recuperar-me totalmente e um dia, não muito distante, recomeçar a minha experiência de iluminação.
Ninguém se engane! O obsessor por mudar de opinião e partir para cuidar de si mesmo.
Isso, porém, não implica a cura do obsesso.
Ele terá que realizar a seu trabalho de aprimoramento moral, a fim de conseguir a cura verdadeira.

Que a paz de Deus fique com todos!
Sebastião Arruda

(Páginas recebidas pelo médium Divaldo Pereira Franco, na reunião da noite de 21 de Novembro de 2005, no Centro Espírita Caminho da Redenção, em Salvador, Bahia.)
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Re: REENCONTRO COM A VIDA - MANOEL PHILOMENO DE MIRANDA/DIVALDO FRANCO

Mensagem  Ave sem Ninho em Dom Ago 27, 2017 10:23 am

7 - Armadilhas perigosas
As Organizações do Mal, na Erraticidade, constituídas por espíritos que se autodenominam inimigos do Cordeiro, referindo-se, ironicamente, a Jesus, perseveram em seus programas insanos de perseguição às criaturas humanas, por nímia misericórdia do Pai Criador em relação aos seus membros e participantes.
Algumas, com existência multissecular, desde quando foram constituídas, têm interferido em calamitosos programas bélicos, instigando com habilidade incomum povos e nações inamistosos, a que deflagrem guerras cruentas, bem como indivíduos portadores de altas responsabilidades a comportamentos hediondos.
Acreditando-se imbatíveis, essas entidades enfermas, periodicamente sofrem baixas, nos seus comandos, quando os seus chefes são recambiados ao corpo físico através das inexoráveis Leis da Vida, que os mergulham no denso envoltório material, a fim de fruírem da oportunidade saudável para a reflexão e o despertamento para a realidade.
Invariavelmente, eles volvem ao proscénio terrestre em situações deploráveis, vivenciando expiações amargas e longas, encarcerados em invólucros orgânicos que lhes não permitem comunicação com o mundo exterior, de forma que dispõem de todo o tempo para auto-analisar-se, reprogramar-se com vistas ao porvir libertador...
Substituindo-os, em assembleias tumultuadas, nas quais se apresentam verdadeiros déspotas e antigos sicários da humanidade, assumem o poder, mediante expedientes vergonhosos de disputas e agressividade, nos quais vencem os que são mais fortes e perversos. Ato continuo, propõem programas de crueldade incomum contra os seres humanos que invejam e detestam, especialmente os lídimos servidores das diferentes Escolas de fé religiosa, humanistas, missionários da Ciência e da Arte, pacificadores e apóstolos do Bem, que se afadigam pela felicidade das criaturas, consideradas inimigas que devem ser dizimadas, sem qualquer comiseração, a fim de não os atrapalhar na execução dos planos terríveis que elaboram.
Arrebanhando, de imediato, para as suas hostes selvagens, desencarnados em aturdimento uns, portadores outros de rancores e ódios da comunidade de onde vieram, formam verdadeiras legiões de odientos combatentes do Mal, em desenfreada batalha contra os indivíduos que mourejam na Terra, parecendo não ter fim.
No passado histórico, estiveram influenciando as grandes tragédias que abalaram a sociedade, fazendo sucumbir aos seus golpes a ética, o direito, a dignidade humana.
Participaram do cerco à dubiedade moral de Judas, ao Sumo Sacerdote do Sinédrio e aos seus corifeus, ao pusilânime Pilatos, bem como à massa ignara que acorrera ao Pretório, para o julgamento do Inocente, insuflando violência e perversidade, ao tempo que instigavam à sede do sangue do Justo...
Antes, Jesus os enfrentou com a autoridade moral que os estarreceu, tornando-os ainda mais odientos, por não terem conseguido afligir o Seu Senhor, que buscaram ignorar, cerrando fileiras com os Seus inimigos humanos, aumentando-lhes o ressentimento e o horror, que culminaram na condenação arbitrária, na Cruz, mas, sem dúvida, na Ressurreição gloriosa, que não esperavam sucedesse, embora vivendo no mundo espiritual...
Desempenharam papel importante em todos os processos vis da História, particularmente nas espúrias Cruzadas, interessadas em poder e fortuna, muito distantes da libertação do túmulo vazio de Jesus, assim como no estabelecimento do Tribunal do Santo Oficio, gerado pela dantesca Inquisição, não deixando de interferir na execução de centenas de milhares de mártires do Cristianismo primitivo, durante os lamentáveis impérios de Nero até Diocleciano.
Posteriormente, fizeram-se presentes nas perseguições desencadeadas contra os missionários do Bem, da Verdade, do Pensamento, das conquistas da inteligência e da moral, que dignificam a evolução da humanidade, recém-saída da barbárie, em que ainda eles se encontram, conseguindo vitimar os seus vexilários, de forma covarde e vergonhosa, mas que deixaram pegadas de luz para serem seguidas pelos que viriam depois, conforme vem acontecendo.
Considerando a periculosidade dessas Comunidades inditosas do Além-túmulo, Jesus recomendou aos seus discípulos de todos os tempos, que vigiassem orando, afim de não lhes tombar nas armadilhas perigosas, nas suas insinuações infelizes.
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Re: REENCONTRO COM A VIDA - MANOEL PHILOMENO DE MIRANDA/DIVALDO FRANCO

Mensagem  Ave sem Ninho em Dom Ago 27, 2017 10:23 am

Nutrindo-se das emanações psíquicas acumuladas nas regiões inferiores onde habitam e das criaturas que lhes caem nas malhas bem trabalhadas da infâmia, atrevem-se a desafiar, na sua insanidade, o Mestre Jesus e o próprio Criador...
Não permanecerão, no entanto, eternamente, nos seus propósitos inferiores, por mais se exijam na continuação do comércio de exploração Momento chegará, e não muito tardio, em que o Senhor chamará a todos do Seu rebanho, ao qual eles também pertencem, dissolvendo as suas comunidades inditosas, e ensejando-lhes o recomeço, a renovação, a busca da felicidade, conforme as necessidades de cada qual.
Por enquanto, permanecerão no orbe terrestre, em face da inferioridade moral que ainda se demora na Terra, bem como a dos seus habitantes em indispensáveis processos de depuração.
Interagindo com os encarnados, obsidiando os desencarnados aflitos, esse intercâmbio é-lhes frutuoso e de resultados positivos, em face da insensatez que predomina nas consciências infantis de muitos espíritos desatentos ao dever e à ordem.
Presunçosos e hábeis, acreditam na vitória que buscam a iodo custo, e, por essa razão, permanecem nas batalhas contínuas do desespero, do despudor, da crueldade em que se locupletam.
O espírita-cristão, mais do que outro discípulo do Evangelho de qualquer denominação, sabe da sua existência, tem conhecimento dos seus planos e armadilhas, das suas funestas manobras, dos seus métodos agressivos e mesquinhos, sendo convidado a manter maior vigilância e muita ponderação nos pensamentos, palavras e comportamentos.
Enfermidades repentinas, transtornos de conduta em forma de surtos desoladores, inquietações emocionais, inseguranças afectivas e muitos outros motivos de desgaste físico, emocional e mental, têm origem nessas organizações, que encaminham os seus sequazes contra aqueles que lhes inspiram antipatia, na expectativa de submetê-los.
Furibundos, agridem e destilam ódio, favorecem a cizânia, estimulam a calúnia, desenvolvem a maledicência, a traição, em grupos e em indivíduos, utilizando-se dos doentes morais, que lhes permitem identificação mental, por serem pessimistas, ciumentos, complexados, a fim de destruírem núcleos de trabalho superior, indivíduos que se encontram sob a sua alça-de-mira, prestes a serem fulminados pelos disparos certeiros da sua crueza.
Por outro lado, florescem e multiplicam-se as Hostes do Bem, em todas as épocas, que os conhecem, acompanham-nos, apiadam-se da sua insânia, buscando ajudá-los e inspirá-los, sem, no entanto, violarem o seu livre-arbítrio, a escolha que fizeram e na qual, por enquanto, comprazem-se.
Cabe a todo homem e toda mulher dedicados ao Bem, ao Amor e à Caridade, ao labor de fomentar o progresso sob todas as formas possíveis, refugiar-se sob a protecção desses Emissários da Luz e da Divina Misericórdia, entregando-se a Jesus com espírito de abnegação, trabalhando sem descanso pela paz, a justiça, o dever, no abençoado e formoso planeta terrestre, por onde avançam na busca do Altíssimo sob a intermediação de Jesus Cristo.
A seguir, comunicou-se um espírito profundamente sofredor, que nos narrou o seu drama pessoal:
Loucura da ilusão
Senhoras e senhores:
Venho narrar o meu infortúnio.
Podem chamar-me a Desventurada.
Nasci em um lar modesto, abençoada pela beleza física e marcada pelo carácter venal.
Experimentei a miséria física, económica, social e moral.
Propus-me a alcançar os degraus do bem-estar de qualquer forma.
A vida não me foi madrasta, eu é quem foi ingrata.
Consegui, aos dezoito anos, encantar um homem de sessenta, rico e generoso, que se fascinou com a minha beleza e, a pretexto de proteger-me, propôs-me o casamento, que aceitei sem nenhuma emoção.
Tratava-se da minha oportunidade de triunfar no mundo.
Assim aconteceu.
Foi o início de muitas loucuras, tramadas por adversários invisíveis, que eu ignorava.
Depois de passado um período de convivência frustrante para mim, e para ele de encantamento e de arroubos, comecei a fugir para a traição.
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Re: REENCONTRO COM A VIDA - MANOEL PHILOMENO DE MIRANDA/DIVALDO FRANCO

Mensagem  Ave sem Ninho em Seg Ago 28, 2017 11:16 am

O desequilíbrio que tomou conta de minha vida, levou-me a frequentar um terrível lupanar que ele naturalmente ignorava.
Ali conheci o homem que, à minha semelhança, iria destroçar as nossas vidas...
Apaixonando-se por mim, terminou descobrindo o outro lado da minha existência, a outra face que eu escondia...
E passou a ameaçar-me, a chantagear-me.
Não me desejando repartir com ninguém, propôs-me a eliminação daquele que era o meu benfeitor.
Falou-me do luxo, do prazer, das viagens, da ostentação que podíamos fruir, caso meu marido saísse de cena, depois que ele morresse e os seus bens ficassem para mim.
Ensandecida, como actuei com as suas ideias e, por ele dirigida, comecei a envenenar o homem bom que se entregara ao meu desvario.
O arsénico foi o veículo de que me utilizei, a pouco e pouco, até fazê-lo morrer de maneira dolorosa, sem diagnóstico seguro e sem marcas que me denunciassem.
Herdei-lhe a fortuna e a desgraça...
Passado um breve período, ele me apareceu em sonhos.
Perseguia-me. Passei a fugir de mim mesma, procurando medicamentos que me apaziguassem a consciência.
Menos de um ano transcorrido após a tragédia, entreguei-me definitivamente ao sicário que me levara ao crime hediondo.
Em breve ele cansou-se de mim.
Era profissional, explorador, e vi-me na contingência de matá-lo também, o que fiz com uma habilidade felina, sem, deixar sinais que me comprometessem.
Mas arruinei-me por dentro e, em breve, sucumbi.
A depressão atirou-me no abismo de que procurei fugir, lançando-me do alto de um edifício para estatelar-me no solo.
Mas, não morri...
Fui expulsa do corpo despedaçado, sem libertar-me dele, que me arrastou à sepultura, onde acompanhei a sua decomposição, experimentando a invasão dos vermes e a degeneração dos tecidos.
Não há como descrever o que vivi.
Urrava como um animal, numa noite fria que não terminava nunca...
Foi nessa tenebrosa situação que os dois, a quem eu houvera assassinado, agora unidos, me apareceram e me castigaram, arrastando-me para uma furna infeliz, onde me colocaram a serviço das baixezas mais vis que o pensamento humano pode elaborar.
Nesse transe infernal, apareceram-me também, aqueles que me haviam inspirado o mal, que certamente já residia em mim, sem a crueza que adoptei...
Somaram aos outros infelizes e perdi a noção de tempo e de sofrimento...
Mais tarde, dei-me conta, pelo tempo terrestre, haviam-se passado dezasseis anos, quando me recordei de minha mãezinha sofredora que eu também abandonara, e, naquele inferno que não tinha as famosas labaredas, mas podridão e desgraças outras, eu pude pedir a Deus misericórdia em pranto escaldante...
Minha mãezinha arrancou-me dali, não sei como, para recomeçar o processo de reparação.
Vim aqui, mais de uma vez, conduzida por nobre entidade que socorre os desgraçados como eu, e que agora me sugere apresentar esses rápidos painéis da minha existência, em favor da reflexão das senhoras e dos senhores.
Não é importante que os crimes sejam descobertos ou não.
O criminoso nunca o ignora e isso é-lhe uma verdadeira e impiedosa punição.
A pior tragédia é elaborada pela consciência culpada.
Não consigo perdoar-me, agora que despertei.
Mas, se a minha desdita de alguma forma puder ajudar alguém a impedir-se de cometer equivalentes erros, isso me constituirá um fiapo de esperança, uma débil luz na treva em que me encontro, encorajando-me e dando-me força para seguir no rumo do futuro.
Eu agradeço o tempo que me foi concedido e peço a Deus que tenha misericórdia de mim e de todos aqueles que, como eu, são desventurados.

Jovelina Bittencourt

(Página psicografada pelo médium Divaldo Pereira Franco, na sessão mediúnica do Centro Espírita Caminho da Redenção, na noite de 26 de Dezembro de 2005, em Salvador, Bahia.)


Última edição por Ave sem Ninho em Seg Ago 28, 2017 11:18 am, editado 1 vez(es)
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Re: REENCONTRO COM A VIDA - MANOEL PHILOMENO DE MIRANDA/DIVALDO FRANCO

Mensagem  Ave sem Ninho em Seg Ago 28, 2017 11:17 am

8 - O despertar para a realidade
A experiência carnal, permitindo ao espírito a imersão nos fluidos pesados da organização fisiológica, turba-lhe o discernimento enquanto encharca-o de vigorosas energias exteriorizadas pelos instintos ancestrais que lhe predominam em o âmago da sua constituição.
Necessário ao processo da evolução, o impositivo reencarnacionista constitui desafio de graves consequências, em razão das imperiosas fixações que lhe remanescem, mesmo quando passado o período de aprendizagem iluminativa.
Em razão do estágio evolutivo em que se encontra, quando envolto pela indumentária carnal, o espírito volve a experimentar os impulsos primários que o aturdem, propiciando-lhe o reviver de sensações que pareciam superadas.
Em razão de encontrar-se-lhe vinculados, não raro deixa-se arrastar pelos seus fortes desejos e imposições, entregando-se aos apetites inferiores em detrimento dos propósitos de elevação moral.
A sensualidade e os gozos deles derivados vinculam-se ao egoísmo, conturbando a consciência que se nubla ante as incessantes descargas de energias deletérias que se espraiam dos campos mentais onde são elaboradas as ideias, cristalizando-se em formas-pensamento grosseiras, que passam a constituir necessidades de atendimento frenético e quase sempre funesto, nas suas consequências.
O perispírito, como efeito dessas torpes ideações, impregna-se de energia tóxica de baixo teor vibratório que, após a desencarnação, permanecem estimulando os anseios de prazer, que já não podem ser atendidos conforme acontecia antes...
Esse trânsito doentio pelos tormentosos descaminhos morais desorganiza os painéis delicados dos arquipélagos neuroniais, dando lugar a distúrbios de conduta de vária ordem, dificilmente corrigidos pelos procedimentos médicos, em face da sua causalidade radicar-se na conduta mental e moral do paciente.
O despertar, portanto, para a realidade, no Além-túmulo, é ocorrência lenta e dorida, nessas consciências obnubiladas, que se deverão deter em reflexões elevadas a que não estão acostumadas, experienciando construções mentais libertadoras, de forma que se destrincem os vigorosos e complexos feixes de vibrações prejudiciais.
Atitudes que se prolongam durante a permanência na organização física, de tal forma se fixam nos delicados equipamentos do perispírito, que exigem, não raro, tempo quase equivalente, na área da renovação interior, a fim de que sejam diluídas e ultrapassadas.
A fim de que ocorra a libertação desses condicionamentos inferiores perversos, o espírito encharcado pelos fluidos carnais e os correspondentes vícios morais que lhe predominam interiormente, não fosse o seguro auxílio da misericórdia divina, a expressar-se mediante a ajuda fraternal dos Benfeitores espirituais, e lhe seria muito difícil a conquista do equilíbrio.
Isto porque, a impregnação perispiritual resultante dessas forças deletérias, transfere-se, inevitavelmente, ao ser profundo, que se lhe submete, quase indefeso, estorce estorcegando-se nas constrições dos hábitos insanos. Entretanto, a Divina Misericórdia proporciona-lhe, através dos fenómenos mediúnicos de esclarecimento, conforme acontece nas Células do Espiritismo cristão, durante os labores psicofónicos e psicográficos, facultando-lhe a volta, embora momentaneamente, às densas emanações da matéria, exteriorizadas pelos cooperadores encarnados.
No passado, quando não existiam esses serviços de caridade espiritual, os fenómenos ocorriam, apesar do seu desconhecimento e dos recursos terapêuticos da doutrinação espiritual de elevada significação em favor da harmonia dos desencarnados.
Mesmo hoje, embora a multiplicação de núcleos espiritistas dedicados ao ministério da iluminação de consciências obliteradas pela ignorância, continuam as ocorrências espontâneas onde ainda não medram as lições sublimes do Evangelho de Jesus interpretadas à luz do Espiritismo...
Um tipo de auxílio, de forma alguma impede a realização de outro, razão pela qual se defrontam fenómenos de dois significados — falantes e escritos — em pessoas desinformadas que recorrem aos procedimentos que lhes estão ao alcance, conforme o estágio espiritual em que se encontram.
Nesse intercâmbio de energias, mais ou menos equivalentes, aquelas que procedem dos médiuns predominam durante o curso fenoménico, diminuindo a densidade daquelas tóxicas, desse modo, minimizando-lhes os efeitos perniciosos.
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Re: REENCONTRO COM A VIDA - MANOEL PHILOMENO DE MIRANDA/DIVALDO FRANCO

Mensagem  Ave sem Ninho em Seg Ago 28, 2017 11:17 am

Concomitantemente, o esclarecimento verbal e a emissão da ternura, da compaixão e do amor, envolvendo o enfermo desencarnado inconsequente, revitalizam-lhe os campos energéticos, encarregando-se de eliminar os resíduos venenosos...
Ouvindo as directrizes novas e exteriorizando os conflitos e as falsas necessidades, a catarse oportuna liberta-o da opressão emocional e do sofrimento de todo jaez, enquanto lhe é ensejada a visão de novos horizontes que podem ser conquistados de maneira mais fácil do que imagina.
A perda lenta das tormentosas sensações enseja a percepção de emoções esquecidas e renovadoras, que passam a ampliar-se nas áreas antes agredidas, ora proporcionando-lhe bem-estar e paz.
A realidade do espírito e sua imortalidade são indefiníveis nos termos convencionais, pelo facultar de alegria interior e continuo desaparecimento das torpes constrições morais até então padecidas.
Da mesma forma que a indumentária carnal-experimentou complexas transformações após a ocorrência da morte, as fixações defluentes de igual maneira diluem-se e desintegram-se, liberando o espírito dos condicionamentos prejudiciais a que se encontra exposto.
Para que se lhe fixem as novas experiências, o pensamento direccionado para outras faixas vibratórias, nas quais se vitalizará, diminui-lhe a densidade do invólucro perispiritual, facultando-lhe a permanência nas Regiões mais elevadas, onde predominam o trabalho e a harmonia.
Nesse ínterim, lidadores da educação moral passam a contribuir, no Mundo espiritual, com técnicas especiais de anulação das forças grosseiras vitalizadas, enquanto as emoções de beleza, de aspiração superior de natureza íntima substituirão aquelas que o asfixiavam, submetendo-o à desdita.
Naturalmente, esse processo transformador opera-se ao largo do tempo e através do concurso do paciente e dos agentes encarregados da sua libertação.
Nesse comenos, sucedem, compreensivelmente, alguns incidentes que resultam da mente viciada, que antes se comprazia nos deleites morbosos, sustentando o círculo pestoso das sensações grosseiras que reaparecem, gerando conflitos.
O interesse, porém, na auto-cura, na permanência das atitudes mentais saudáveis em torno dos desejos nobres, reergue o desfalecente, impulsionando-o ao prosseguimento do recurso terapêutico em uso.
Ideal, seria, evidentemente, que esse despertar para a realidade de si mesmo e sua imortalidade, tenha início durante a própria vilegiatura carnal, graças à emissão de pensamentos portadores de cargas vibratórias elevadas, conseguindo alterar os impulsos de natureza animal, e mediante a disciplina mental, bem como de natureza moral, transformá-los em emoções de amor, de fraternidade, de educação e de paz.
Adaptando-se o espírito aos padrões de equilíbrio, a sua reencarnação exitosa, além de facultar-lhe o desenvolvimento intelecto-moral, passa a experimentar as inefáveis satisfações decorrentes da sintonia com as Esferas do Bem e seus habitantes, com os quais conviverá, não apenas psíquica, mas fisicamente também.
Antes do encerramento dos trabalhos espirituais de socorro, o Benfeitor Philomeno de Miranda trouxe à comunicação psicofónica, o espírito que passou a narrar a sua experiência, conforme transcrevemos:
Despertar angustiante
Bondosos amigos:
Fui convidado a narrar a minha experiência, que o faço com gratidão a Deus.
É-me doloroso, porque ainda não me libertei totalmente dela.
Mas, há um brocardo popular que afirma, tal vida, tal morte.
Vivi uma existência extenuante.
A sensação que permanece na minha memória é de alguém que estivesse dentro de um escafandro pesado, ao qual se acostumou durante muito tempo.
Com uma visão limitada e dominado pela retenção dos movimentos, a área das experiências era muito reduzida.
Senti sempre a força das sensações orgânicas e, naturalmente, entreguei-me aos prazeres licenciosos com arrebatamento até quase à exaustão.
O hábito, também afirmam os ditados populares, é uma segunda natureza, tornando-se tão poderoso que se transforma em automatismo sem necessidade de reflexão para expressar-se.
Vivi sessenta anos no domínio da carne, e somente dei-me conta da morte pelo acumular das angústias e mais tormentos ao que antes experimentava...
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Re: REENCONTRO COM A VIDA - MANOEL PHILOMENO DE MIRANDA/DIVALDO FRANCO

Mensagem  Ave sem Ninho em Seg Ago 28, 2017 11:17 am

A mente nublada não me permitia identificar o que houvera acontecido.
Sentia-me no leito do hospital, picado por injecções contínuas, experimentando a debilidade orgânica, mas, também, a sede, a fome e os apetites não-satisfeitos.
Um desespero crescente assolava-me de contínuo, sem poder entender o que sucedia.
Um dia, inesperadamente, senti-me arrastado ou atraído por uma força incoercível a esta sala.
E, ao deblaterar, na minha ignorância, experimentei diferentes sensações que me chibateavam, enquanto escutava explicações que não conseguia entender.
A verdade é que, logo depois, sentindo-me algo melhor, tive a sensação de perder algumas cariadas do que eu considerava como um escafandro, facultando-me adormecer...
Nesse sono tumultuado pelos sonhos infames das minhas dissipações, continuei sofrendo até o momento em que acordei visitado por um médico que gentilmente me explicou a ocorrência da morte sem á perda da vida.
Novamente fui trazido aqui e, ao conseguir externar o meu pensamento, sentia como que uma força benéfica saísse da pessoa que traduzia minha palavra, desgastando as camadas mais internas que me, faziam estertorar.
Passei a bendizer meu novo corpo, menos grosseiro que o anterior, agora sem a carga tóxica e pesada, que eu exteriorizava, proporcionando-me mudança estrutural, graças a cuja colaboração passei a assimilar melhor as instruções que me eram ministradas.
Despertei, então, para a vida, que, teimosamente, sempre considerei ser a de natureza orgânica.
Hoje, gostaria de bendizer a todos que me proporcionaram o entendimento da realidade espiritual, oferecendo-lhes pensamentos de amor e de rectidão. .
Tenho sido submetido a tratamentos muito cuidadosos no hospital onde fui colocado para extirpar as tomadas de energia infeliz que condensei no corpo perispiritual.
Quando Deus me outorgar o novo retorno, levarei comigo, outros agentes pensantes e farei da matéria bendita, não mais um escafandro pesado, senão um corpo airoso que possa flutuar na densa psicosfera da carne.
Que Deus multiplique as forças do bem em cada um dos senhores, para que continuem doando energias que se expandem da oração e dos sentimentos em favor dos infelizes como eu, que aqui são trazidos em grande necessidade.

Praxedes Pacífico
(Páginas recebidas pelo médium Divaldo Pereira Franco, na sessão da noite de 18 de Janeiro de 2006, no Centro Espirita Caminho da Redenção, em Salvador, Bahia.)

§.§.§- Ave sem Ninho
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Re: REENCONTRO COM A VIDA - MANOEL PHILOMENO DE MIRANDA/DIVALDO FRANCO

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