Os Nephilins: a origem/Ângelo Inácio - Robson Pinheiro

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Re: Os Nephilins: a origem/Ângelo Inácio - Robson Pinheiro

Mensagem  Ave sem Ninho em Sab Set 30, 2017 9:32 am

Talvez ainda não estivéssemos aptos a compreender os conceitos de um povo ou de vários povos muito mais adiantados do que a humanidade terrestre, entretanto, pelas palavras do visitante, podíamos ter uma ideia dos assuntos metafísicos abrangentes que ocupavam a mente dessas pessoas de mundos diferentes.
Ainda não havia como absorver ou penetrar certas verdades que, por ora, permaneciam como mistério para os homens encarnados.
Para nós, habitantes dessa dimensão além-física, havia muitas fronteiras a desbravar, principalmente após o contacto directo com uma inteligência extra-solar.
Tínhamos ainda algumas perguntas a serem feitas, e eu queria aproveitar ao máximo a oportunidade.
— Existe algum ser do seu povo, ou de algum outro povo conhecido por vocês, que já tenha entrado em contacto directo com os governantes da Terra?
Falo dos homens encarnados, de algum país do nosso planeta.
Mais uma vez, os humanóides se entreolharam, e um outro, o que tinha a pele cinza, tomou a palavra.
Havia doçura em seu olhar. Seus olhos amendoados mostravam-se muito brilhantes, e havia alguma mudança na expressão do seu rosto, embora a fisionomia não se assemelhasse de modo nenhum à humana.
— Os governos do seu mundo sabem de nossa presença em seu planeta há muito tempo.
Considerando-se a época actual, alguns governos foram contactados de maneira mais incisiva após a grande guerra que quase devastou seu mundo, no intuito de se colocar fim à possibilidade de destruição em massa.
Os dirigentes de seu mundo, mais precisamente de nações conhecidas por vocês com o nome de Estados Unidos da América, Canadá, França e Reino Unido, além de China e Japão, foram contactados por representantes de mundos da Via Láctea; os chamados soviéticos, também.
Porém, o resultado não foi tão promissor.
Essas iniciativas nem sempre foram levadas a cabo por inteligências voltadas a um tipo de política que vise à harmonia entre os povos da galáxia.
Entretanto, todas tiveram o mesmo propósito: evitar a qualquer custo severas modificações na trajectória do planeta, pelas agressões cometidas, e a destruição do planeta Terra, em última análise.
Tais eventos teriam efeito devastador sobre os demais mundos deste quadrante do espaço.
Por isso, o olhar de vários povos encontra-se focado na administração política do seu mundo, inclusive aqueles que não estão harmonizados com a proposta pacífica e, como vocês diriam, evolutiva do universo.
— Mas podemos conhecer algum detalhe da natureza dessas comunicações?
Por exemplo, quem contactaram e o que exactamente pretendiam?
Assim que perguntamos, novamente imagens começaram a desfilar em nosso entorno, talvez emitidas pelas mentes dos visitantes do espaço, mas também poderiam estar sendo extraídas de algum arquivo da base dos guardiões.
De qualquer maneira, apontavam pessoas conhecidas, presidentes e líderes políticos que fazem parte da história terrena recente.
— Na época da última grande guerra, prevendo que os desequilíbrios de alguns governantes e sistemas políticos reinantes poderiam causar algo descomunal, ainda muito mais devastador do que o ocorrido de facto, seres de vários mundos voltaram a atenção para seu planeta.
A partir do ano de 1935 de seu calendário, de maneira mais intensa, diversas naves cruzaram os céus.
Traziam comitivas do espaço e visavam chamar a atenção para a iminente catástrofe que se desenhava no horizonte.
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Re: Os Nephilins: a origem/Ângelo Inácio - Robson Pinheiro

Mensagem  Ave sem Ninho em Sab Set 30, 2017 9:32 am

Assim que o poderio bélico da antiga Alemanha começou a se esboçar, muitos de nós — considerando não exclusivamente nossa raça em particular, mas várias raças de diferentes orbes — começamos a aparecer, a materializar-nos, de modo que muitos de nossos representantes foram avistados nos países da Europa.
Naves e objectos de observação foram canalizados para a Terra; intervenções vultuosas de carácter psíquico fizeram-se presentes; tudo, visando evitar uma catástrofe que abrangeria não somente o seu planeta, mas poria em risco outros próximos ao seu.
Entretanto, dois povos do espaço cuja política e cuja conduta são consideradas factores de risco conseguiram contactar directamente alguns representantes do país invasor e agressor.
Na ocasião, cederam informações e tecnologia aos terráqueos.
Em contrapartida, estes lhes ofereceram a possibilidade de usar humanos como cobaias em testes genéticos.
Os extraterrestres visavam à mistura de raças, embora na época os governantes da Terra não tivessem percebido isso claramente.
“A estratégia alienígena era parte de um plano de ataque planetário, algo que vocês denominariam invasão.
Embora os tratados tenham sido quebrados em bem pouco tempo, o plano dessas inteligências ainda assim permanece, e a Terra não está livre de uma abordagem por parte desses povos.
Afinal, trata-se de um planeta rico de possibilidades para muitos seres que destruíram o próprio mundo; é natural que desperte cobiça.
Na mesma ocasião, algumas bases foram construídas em seu planeta no intuito de observarem de modo mais acurado seu sistema de vida.
Felizmente, também intervieram seres respeitosos à vida na Terra e à segurança de outros mundos.
Assim, evitam ou pelo menos atenuam a acção de criaturas que querem obstar a evolução planetária por meio do conhecimento que detêm, usando-o como moeda de troca para estabelecer uma aliança nefasta com certos governos, como era o caso no exemplo do regime nazista.
Evidentemente, os experimentos mediante a cessão de tecnologia constituem apenas um pano de fundo para um propósito de domínio geral, que seria levado adiante paulatinamente, ao longo dos anos.
“Toda essa ofensiva dissimulada investindo juntamente com governo e cientistas do Terceiro Reich desencadeou uma espécie de contra-ataque.
Representantes de mundos diferentes então procuraram governos de países como Estados Unidos, Rússia, Canadá, China, Reino Unido, entre alguns outros, a fim de interagir com eles e, assim, contrabalancear seu desenvolvimento tecnológico, senão, há muito teria sido destruído seu ecossistema.
Na época, até mesmo o Vaticano foi contactado, de modo que algumas parcerias se estabeleceram.
Mais precisamente a partir de 1938, começou a ocorrer o intercâmbio de tecnologia entre alguns países e seres do espaço.
Muitas duplicatas de naves intraplanetárias de apoio — conhecidas por vocês como discos voadores, devido ao seu formato — foram desenvolvidas na Terra mesmo, por meio de técnica compartilhada entre algumas raças alienígenas e cientistas nazistas.
Essas naves, que, na época, ficaram conhecidas como Vrill e Haenebu, além das que foram baptizadas por estudiosos dessa tecnologia com o nome de Andrómeda são apenas alguns experimentos entre os tantos levados a cabo mediante a transmissão de tecnologia por seres do espaço.
Muita tecnologia dos países mais desenvolvidos é fruto dessa parceria, estabelecida há décadas do tempo de seu calendário.
“Hoje, alguns desses artefactos estão guardados e sendo estudados em áreas protegidas no seu mundo.
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Re: Os Nephilins: a origem/Ângelo Inácio - Robson Pinheiro

Mensagem  Ave sem Ninho em Sab Set 30, 2017 9:32 am

Há bases abaixo da superfície — no polo norte e duas nos Andes, em regiões próximas a Mendoza, na América do Sul — tanto quanto dentro do mar — uma no Oceano Pacífico, especificamente.
No polo sul, foram encontradas bases antigas.
Embora seus cientistas não entendam a tecnologia ali remanescente, até porque são de seres que vieram para seu mundo bem antes de nós, lá há seres humanos e de outros mundos estudando e preparando algo que, mais tarde, sua humanidade conhecerá, infelizmente.
Ou seja, a tecnologia não foi compartilhada exclusivamente com os alemães.
De maneira mais próxima, seres da estrela de Merrill, como é conhecida por seus cientistas, a qual está em processo de desintegração lenta, conseguiram fazer acordos com os governos norte-americano, chinês, russo e canadense e estabeleceram contactos estreitos com representantes religiosos de seu mundo. Seres de um dos mundos dessa estrela procuram planetas que possam ser habitados por eles e repousam seus olhos sobre alguns, entre eles, a Terra.
“Há outro exemplo acerca da cessão de tecnologia alienígena.
Pouco antes do término da Segunda Guerra Mundial, mais de 100 submarinos alemães do tipo U-23 desapareceram ‘misteriosamente’, antes do ano de 1945, tendo sido utilizados como meio de transporte de tecnologias para áreas previamente marcadas e até hoje desconhecidas, oficialmente, dos governos de seu mundo.
No entanto, há uma espécie de governo paralelo no seu mundo, que governa sem se mostrar.
Também conhecido como ‘governo oculto dos donos do poder e da economia’, ele ainda mantém contacto com alguns seres extraterrestres.
O governo oculto é composto tanto por degenerados de nosso mundo, como os denominamos, como de outros mundos, os conhecidos como cinzentos ou grays, aqueles que se rebelaram contra a proposta pacífica de convivência entre mundos.
“De toda forma, certas nações hospedam representantes e cientistas de outros mundos, fato que é conhecido apenas
por escritórios de inteligência, sendo, em alguns casos, ignorado até mesmo por aquele que ocupa o cargo de supremo mandatário da ocasião.
Nos Estados Unidos, isso se iniciou desde o governo Harry Truman [1945-1963].
Na administração seguinte, de Dwight D. Eisenhower [1953-1961], iniciaram-se os contactos mais directos com os grays, objectivando franca troca de tecnologia.
Em ambos os casos, houve consentimento pessoal do presidente norte-americano.
Até os mandatos de John Kennedy [1961-1963] e Lyndon Johnson [1963-1969], os contactos foram mais intensos.
Ainda assim, actualmente, embora em menor escala, informações preciosas de tecnologia vêm sendo codificadas, assimiladas e desenvolvidas por meio desse intercâmbio.
“Além do mais, existem seres em corpos físicos vivendo num condomínio compartilhado, visando à troca de informações, de poder e conhecimento entre si.
Dois em particular são oriundos do nosso mundo, isto é, da espécie Homo capensis, e, embora rebeldes ao plano director dos orientadores evolutivos, agem entre os humanos encarnados, principalmente nos mercados financeiro e político.
Destaca-se, por fim, uma agência exclusivamente voltada para administrar o conhecimento alienígena, visando conceder mais poder àquele governo não oficial, que detém o controle de países inteiros, de bancos e do sistema financeiro mundial.
“Não obstante, por ora importa manter afastadas do grande público essas informações ou, mais exactamente, as evidências e a convicção da realidade extraterrestre, restringindo-as a poucos iniciados, cientistas e alguns governos.
Do contrário, caso se admitissem de maneira oficial e peremptória esses fatos, se porventura a tecnologia compartilhada pelos seres do espaço, mesmo aqueles mal-intencionados, fosse colocada abertamente em uso, isso causaria a derrocada da sua civilização, o colapso da economia global e do sistema capitalista vigente.
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Re: Os Nephilins: a origem/Ângelo Inácio - Robson Pinheiro

Mensagem  Ave sem Ninho em Sab Set 30, 2017 9:32 am

A área da saúde seria revolvida, por exemplo, revelando-se que se apropriou de tecnologias de controle e eliminação de enfermidades, conforme governos do mundo poderiam atestar.
Imaginem como seria o caos em sua civilização, tão baseada em revelações de verdades religiosas, se se admitisse oficialmente, da noite para o dia, que seres do espaço já fazem parte da realidade do seu mundo.
Considerem, então, a hipótese de se demonstrar que alguns humanóides controlam religiosos e o sistema financeiro de algumas religiões...
Uma revolução global teria lugar na Terra, pondo em xeque religiões e crenças, bem como a forma de controle da multidão, antes mesmo que se estabelecesse a tranquilidade e que o mundo estivesse pronto para uma nova ordem, diferente da actual.
Como se não bastasse isso, uma vez que a população terrena é inexperiente em questões metafísicas e dada a forjar a religião em torno de tudo o que desconhece, imaginem sua reacção perante alguns representantes do espaço.
Muito provavelmente, seriam elevados à condição de semideuses, de anjos merecedores de adoração, em templos que se tomariam a nova febre da humanidade.”
A resposta do visitante das estrelas foi muito mais abrangente do que poderíamos supor, causando muita comoção entre nós.
Ao mesmo tempo, alargou nossa visão para factos sobre os quais até então tínhamos apenas leves informações.
Fiquei calado por algum tempo, tentando assimilar e registrar tanta informação.
Foi então que tive minha atenção despertada por um espírito ali presente, o qual, rompendo o protocolo, mostrou-se interessado num ponto que parecia ser de máxima importância para nossa compreensão sobre o passado da humanidade.
— Poderia nos falar um pouco da história do seu mundo?
Já que vieram para o nosso em épocas remotíssimas, quem sabe, conhecendo um pouco, mesmo que resumidamente, sua história, possamos ter ideia melhor dos motivos, dos métodos e da interacção que estabeleceram com nossa humanidade?
Nosso interlocutor, então, pôs um dos equipamentos dos guardiões sobre a cabeça, talvez querendo facilitar a transmissão de imagens ou, até mesmo, o acesso a seus arquivos mnemónicos, para logo em seguida mostrar no entorno, através de projecções de difícil descrição, uma história de mundos distantes mas, ao mesmo tempo, tão próximos.
Víamos estrelas, planetas e uma galáxia que nos parecia diferente; pelo menos no que tange à conformação, diferia muito da estrutura conhecida da nossa Via Láctea.
As imagens se revezavam, mostrando a superfície de um mundo muito maior do que o planeta que nos abriga, maior ainda do que o gigante Júpiter do nosso sistema.
Numa visão estonteante, construções imensas, pradarias, paisagens diferentes, cores igualmente diferentes daquelas às quais estávamos acostumados; um mundo banhado numa atmosfera de um colorido extraordinário.
Divisávamos também humanos — na verdade, humanóides dotados de diferenças marcantes.
Porém, ao contemplarmos sua figura, ficava claro nosso parentesco com tais seres; havia semelhanças que não poderiam ser ignoradas.
O ser do espaço começou a falar, enquanto os demais de sua raça, bem como os de estatura menor, acompanhavam com visível interesse:
— Para começar, é bom entender que, em quase todas as vezes em que a história de um povo é escrita, quem a escreve se esforça para interpretar e acaba por modificar diversos aspectos, de maneira que é reflectida a realidade a partir da visão de quem escreve, de sorte que a mesma história pode ter vários pontos de vista, embora seja sobre os mesmos fatos.
Dessa forma, não apresentarei meu relato a partir da perspectiva dos degredados, mas a partir da perspectiva de quem ficou em meu mundo na época do degredo.
Isso servirá para, depois, ser comparado com alguns relatos existentes em seu mundo, em registos remotos de antigas civilizações, e para constatarem que ambas as versões se baseiam em diferentes prismas.
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Re: Os Nephilins: a origem/Ângelo Inácio - Robson Pinheiro

Mensagem  Ave sem Ninho em Sab Set 30, 2017 9:33 am

Também quero acentuar que, embora a existência de nosso povo e de nosso mundo seja uma realidade, não compartilhamos dos debates, das crenças e do sentido apocalíptico amplamente difundido em seu mundo a respeito de nosso povo e de nosso planeta Nibiru, nome este dado por humanos de antigas civilizações.
Feitas essas ressalvas, posso compartilhar com os amigos terrestres um pouco da história de nosso povo.
“Nibiru é o nome do nosso planeta na linguagem de um dos povos antigos da Terra, aqueles a que chamam de sumérios.
Para nós, simplesmente, é o nosso lar no universo, um lugar para se chamar de casa, de residência planetária.
Trata-se de um planeta gigante, avermelhado, com nuvens diferentes, em cor e esplendor, daquelas conhecidas em Tiamat.
Nibiru faz seu percurso em torno do Sol numa órbita alargada, também elíptica, mas diferente da órbita terrena.
Durante um longo período — mais de 3,6 mil de seus anos terrestres —, Nibiru fica envolto no frio, sendo abastecido pelo calor do seu próprio interior, pois é um mundo que emite radiações e calor internos, diferentemente do que ocorre com inúmeros outros orbes que dependem exclusivamente de sua estrela para se abastecer de energias e calor.
Durante outra parte do percurso, o Sol o esquenta fortemente, embora por um intervalo de tempo mais curto.
“Uma espessa atmosfera envolve Nibiru, a qual ainda hoje é alimentada com erupções vulcânicas.
Trata-se de uma atmosfera riquíssima, que abriga toda sorte de seres vivos num ecossistema formidável; sem essa atmosfera especial, tudo pereceria.
No período frio, ela possibilita que o planeta conserve seu calor interno, actuando como um potente campo de forças constantemente renovado; na fase quente, de maior proximidade com a estrela, a atmosfera densa protege-nos dos abrasadores raios solares.
Em boa parte do planeta, as chuvas são comuns, abastecendo e formando inúmeros lagos e rios, multiplicando fontes de água em toda a superfície.
Uma riquíssima vegetação renova sempre a atmosfera, fazendo a troca de gases através de processos naturais, o que faz com que flora e fauna variadas se mantenham vivas em todo o ambiente aquático, como também na superfície.
“A natureza prodigiosa do planeta facultou, ao longo de vastos períodos de tempo, que a vida inteligente florescesse, tal como ocorre em outras instâncias do universo.
Surgiram os elementos, os seres apropriados para gerar a raça dos seres chamados divinos; apareceu a espécie Homo capensis, a qual originou os atuais annunakis.
Mas essa raça não surgiu por si só, ela foi produto da fusão de raças antigas, da interferência dos ancestrais na longínqua Órion, de onde nossa raça se originou, remontando a épocas remotíssimas.
Os semeadores de vida prepararam nosso mundo para, no momento propício, abrigar a vida na sua mais brilhante expressão, e então assistimos ao surgimento do Homo capensis.
Nosso povo se estendeu de um lado a outro de Nibiru.
“No desenvolvimento de nossa raça, devido a alterações climáticas, atmosféricas e à influência das radiações solares, às quais somos muito sensíveis, nossa espécie deu origem a dois troncos humanos muito semelhantes, porém, dotados de alguns diferenciais psíquicos e físicos, por assim dizer; dois troncos da mesma espécie Homo capensis e da raça dos annunakis.
À medida que os dois povos cresceram e se especializaram, cada um, em algo diferente, as rivalidades surgiram.
As brigas pelo poder se degeneraram em conflitos abertos.
Embora da mesma raça, os povos divergiam entre si mais e mais, devido à sua especialidade e às suas características psíquicas e físicas.
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Re: Os Nephilins: a origem/Ângelo Inácio - Robson Pinheiro

Mensagem  Ave sem Ninho em Sab Set 30, 2017 9:33 am

Cada povo apresentou distinções em altura e habilidades, as quais foram dadas pela natureza apenas como complemento uma da outra, e não como factor de divergência.
Foi a partir dessas divergências — a princípio, superficiais, mas, logo depois, causas de divisões políticas e filosóficas radicais entre as partes — que os clãs se uniram em agrupamentos maiores, formando nações rivais, que se enfrentaram amargamente, cada qual já não sabendo mais os motivos iniciais de suas disputas.
Os povos irmãos se armaram de tal maneira que nem mais se reconheciam como irmãos da mesma espécie.
“Àquela altura, a tecnologia já estava desenvolvida o bastante para que aparecessem armas letais.
Instrumentos de morte e destruição cruzavam os céus do planeta.
Rasgaram a escuridão e começaram a causar a contaminação atmosférica do nosso mundo.
As disputas, então, passaram a ser por fatias da superfície e pelo direito de dominar cada vez mais parcelas da população, recrutando seguidores radicais.
Assistia-se a uma guerra pelo domínio das consciências, ampliando-se cada vez mais os motivos e o campo de lutas.
Meu mundo conheceu um tempo de guerra inigualável em nossa história.
Povos irmãos lutavam entre si.
Durante vários períodos da órbita do nosso mundo em torno do Sol, a guerra prevaleceu.
Na época, entretanto, ninguém percebeu com a clareza necessária que tudo era patrocinado por seres da escuridão alojados em nosso sistema, advindos de outros mundos em consequência do degredo.
“Somente depois de destruirmos quase todo o ecossistema, quase toda espécie viva, a paz começou a ser desejada e, finalmente, firmou-se um pacto entre os dois povos irmãos.
Mas o mundo já não era mais o mesmo.
Mudanças drásticas haviam sido infligidas tanto ao planeta quanto à aparência da população annunaki.
Começaram a aparecer mutações.
Embora algumas poucas fossem positivas, a maior parte, nem tanto.
Desde o início, havia forças ocultas por trás da destruição que quase dizimou nossa espécie.
Havia inteligências sombrias que desejavam a todo custo conquistar Nibiru e fazer dele um centro de poder, de onde pudessem irradiar o domínio por outros cantos da galáxia.
Enfim, houve um período de paz antes que tudo terminasse, antes que a guerra consumisse os annunakis completamente.
Mas o saldo amargo de toda a contenda foi o caos na natureza de nosso mundo.”
Pareceu-nos que a história dos problemas humanos é algo comum nos mundos em estágio primário de evolução.
A história contada pelo visitante do espaço corrobora a teoria de que os mundos ainda em fase de libertação da força primitiva da matéria apresentam algo em comum em seu histórico evolutivo.
As guerras acabam por desempenhar um papel muito intenso e preponderante na fase mais material da vida planetária.
— Depois de vários tratados e encontros entre os sobreviventes — continuou o ser do espaço —, decretou-se que não mais haveria guerra.
Escolheu-se um tipo de governo que congregasse ambos os povos, com representantes das duas vertentes ou nações, que iriam, juntos, administrar o planeta num tipo de governo global.
Um par de líderes deveria ser eleito, de tal maneira que cada qual adviesse de tuna nação das antes adversárias.
Foi a solução encontrada para minorar o risco de que um governante único defendesse os interesses de apenas uma das partes.
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Re: Os Nephilins: a origem/Ângelo Inácio - Robson Pinheiro

Mensagem  Ave sem Ninho em Sab Set 30, 2017 9:33 am

Na verdade, avançou-se ainda mais nessa proposta:
no caso de uma nação ser a escolhida para dela derivar o futuro líder, por exemplo, do sexo masculino, foi definido que necessariamente ele se uniria em matrimónio com uma fêmea da outra nação, a fim de se selar a união dos dois povos num único governo central.
Deveria o casal governar em conjunto, de maneira a estabelecer o melhor para todos os annunakis, e não somente para determinada casta.
Seriam, então, um macho e uma fêmea annunaki, cada qual representando um lado interessado na paz.
O filho de ambos seria o divino sucessor, que deveria congregar em si a autoridade de ambos os povos para governar Nibiru.
“Decidiu-se pela reconstrução do nosso mundo, da civilização annunaki, sob o império combinado, com a direcção do sucessor da casta dos eloins.
Nova capital foi erguida sobre os escombros do que restou da civilização que quase devastou todas as nossas espécies de seres vivos.
Longo período de paz e de progresso o nosso mundo conheceu, e os annunakis se viram diante de formidáveis conhecimentos e novas descobertas, alargando os horizontes das diversas castas do Homo capensis.
Nesse tempo, contactaram-se outras inteligências do espaço.
Iniciávamos nossas descobertas no campo da astronáutica.
Novamente a terra foi cultivada e produziu de maneira a sustentar a vida de todos nós.
Elaboraram-se sistemas mais aprimorados de irrigação, e ergueram-se novas cidades, de forma que já não se sentia saudade das cidades antigas.
Em suma, um surto de progresso alastrou-se por Nibiru.
“Aquele casal real gerou três filhos, porém, depois de algumas gerações, o trono não teve descendente, precisando ser designado novo representante para as nações.
Definiu-se como unidade de tempo o shar, período em que o planeta dá uma volta em tomo do seu Sol; um shar foi subdividido em dez partes iguais.
A partir daí, decretaram-se novas leis, e novos costumes foram impostos aos povos annunakis, em substituição aos antigos, marcando-se nova etapa da nossa história.
Estudaram-se os caminhos dos céus.
Dedicou-se a esquadrinhar as estrelas e conhecer profundamente as constelações, a desenvolver e aprimorar as tecnologias, mesmo as já conhecidas, a fim de elevar-se às alturas das estrelas e caminhar entre os mundos da imensidão.
“Contudo, devido às novas leis de sucessão, assistiu-se a novas disputas, a nova divergência entre as duas castas.
A promulgação de tais leis foi o início de mais contendas entre os povos irmãos, depois de gerações e share de paz consentida.
Foi estabelecida a lei da semente.
Pretendia-se evitar confusão entre os que disputavam a sucessão ao trono.
An Shar foi o novo líder escolhido para governar interinamente.
Porém, sob seu reinado, houve grande discórdia; os príncipes disputavam entre si visando à legitimidade, embora ainda não se entregassem a novas guerras.
Nesse quinto reinado, a terra quase parou de produzir, diminuíram sensivelmente os rebanhos, e as colheitas foram reduzidas.
O planeta perdeu sua abundância.
Tudo isso redundou em dificuldades sociais e económicas graves para a vida em Nibiru.
“Como se não bastasse, notou-se que os raios solares haviam aumentado seu efeito e afectavam cada vez mais os povos annunakis.
Os períodos de afastamento do Sol, quando o frio é intenso, fizeram-se ainda mais intensos, causando mudanças climáticas drásticas e catastróficas para todos.
Somente depois de muitas pesquisas, de muito sofrimento, de muitas andanças acima das nuvens, finalmente se descobriu que a atmosfera de Nibiru estava comprometida.
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Re: Os Nephilins: a origem/Ângelo Inácio - Robson Pinheiro

Mensagem  Ave sem Ninho em Sab Set 30, 2017 9:33 am

Fora afectada seriamente, e apenas naquela ocasião, muito depois da guerra, é que o mal viera à tona e era descoberto.
Os efeitos da devastação faziam-se presentes, e nem sequer imaginávamos que nossa própria estrutura fisio-etérica, de ambos os povos, também se modificava.
Uma abertura enorme foi descoberta nas regiões superiores da atmosfera.
O mal foi encontrado.
Toda a vida de Nibiru fora afectada, mas, agora, as causas se mostravam mais evidentes e cada vez mais patentes diante dos cientistas e dos governantes de nosso povo.
A população já sentia os riscos iminentes e os reais.
Vulcões adormecidos entraram em erupção mais e mais intensamente.
Os mares pareciam revoltados, de modo que grandes estragos se produziram nas costas dos continentes.
Tremores se tornavam gradativamente mais frequentes.
As plantações sofriam a cada shar com os resultados das mudanças climáticas e da revolta da natureza.
Também o ar havia sido comprometido.
A atmosfera, tão essencial, estava progressivamente mais ténue, dificultando a preservação da vida.
As fontes de água se comprometeram seriamente; mesmo se usando a tecnologia da época, não se conseguia facilmente renová-las.
Descobriu-se, enfim, que a protecção natural do planeta estava comprometida; sua atmosfera ameaçava se evolar pelo espaço.
“Não obstante, foi necessário o advento de um novo governante para que as coisas começassem a ser mais bem-entendidas.
Era o sexto governante depois da guerra.
Foi quando começou-se a procurar fora de Nibiru o remédio para a provável morte do planeta, visando evitar a completa destruição ou degradação da natureza.
Além do anel de protecção, dos limites estabelecidos para o desenvolvimento de novos povos e civilizações, além das órbitas celestes dos mundos do sistema, havia um novo mundo.
A partir das evidências, o novo governante determinou que se investigasse além das órbitas dos mundos, para além do cinturão que protegia a todos no interior do sistema planetário.
A cada volta em torno do Sol, nossos pesquisadores analisavam um dos mundos, a que demos o nome de Tiamat.
Entrementes, colhiam-se dados preciosos.
A exuberância de vida ali verificada atraiu nossos cientistas da época.
Embora as sondagens fossem promissoras, havia muito a ser apurado, razão pela qual as primeiras naves se ergueram aos céus depois de esgotar-se o caminho das pesquisas à distância.
Entretanto, Nibiru não podia esperar.
A cada ciclo que se passava, a cada shar, aprofundava-se a brecha na atmosfera do nosso mundo.
Nossa ciência testou os mais diversos tipos de elementos para reter a atmosfera, porém, sem sucesso.
Aprofundava-se o problema, e os efeitos acarretados na superfície eram cada vez mais drásticos.
Nessa época, descobriu-se em Tiamat o elemento para reter a atmosfera: o ouro, elemento precioso que, bem trabalhado, poderia servir para formar uma película protectora em torno de Nibiru.
Os esforços do nosso povo voltaram-se definitivamente para o mundo de onde se extraía tal elemento.
Junto com o ouro, descobriram-se algas especiais nas águas quentes de Tiamat, as quais, mediante manipulação genética, poderiam promover a renovação de nossos oceanos e rios, restaurando a sua qualidade.
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Re: Os Nephilins: a origem/Ângelo Inácio - Robson Pinheiro

Mensagem  Ave sem Ninho em Sab Set 30, 2017 9:33 am

“Nesse ínterim, nova revolta se esboçou entre nossos povos.
Foi então que, por decreto de governantes do sistema, um grupo de seres dos dois povos foi exilado, expulso do nosso mundo, senão, correríamos o risco de deflagrar mais uma grande guerra, que certamente poria fim a tudo que a civilização havia conquistado ao longo dos éons de existência.
Os acontecimentos se precipitaram nas duas dimensões.
Escolheram-se comandos, grupos de cientistas — entre eles, muitos rebeldes — para virem a Tiamat pesquisar e extrair o mineral precioso.
As pesquisas duraram milhares de anos do seu mundo, o que para nós significava apenas poucos anos solares.
Mas foi tempo suficiente para se passar toda uma geração de nosso povo e modificar-se completamente o panorama da nossa história.
Para Tiamat vieram, em várias levas, os seres de nosso sistema.
Graças às primeiras sondas e naves tripuladas, as quais trouxeram elementos essenciais para o trabalho de nossos cientistas com a atmosfera, conseguimos, com muito custo, preservar nossa atmosfera e salvar o ecossistema planetário.
“Com o tempo, perdemos contacto com a missão Tiamat, a sua Terra.
Por um longo período, ficamos sem nos comunicar.
Somente depois, restabelecemos contacto desde então, enviando nossas naves em intervalos regulares, mas aí a situação de Tiamat já era outra.
Havia mais seres do espaço no entorno da Terra.
Nossa missão chamara a atenção de outros povos, e degredados também de outras procedências já haviam feito morada definitiva em Tiamat.
Mesmo se tivessem oportunidade, os primeiros astronautas não mais poderiam retornar a Nibiru, pois seus corpos haviam, também, sofrido grandes mutações; não eram mais os mesmos.”
A história dos annunakis era uma verdadeira saga estelar.
Nunca havia visto algo tão abrangente, uma história que se entrelaçava com a da Terra.
Pelo menos, era esse o prisma sob o qual o visitante das estrelas descrevia o laço entre as duas civilizações.
O ser à nossa frente parecia cansado, abatido moralmente talvez.
Quem sabe, ao relembrar sua história e do seu povo, estaria contemplando as interferências que ocasionaram em nossa civilização.
Não obstante, retomou ele:
— O que lamentamos sinceramente é que, junto aos seres corporificados do nosso mundo, tenham vindo também habitantes extra-físicos altamente perigosos, que eles tenham interferido de tal maneira em seu planeta que quase o levaram à destruição, exactamente como fizeram em nosso mundo — e isso, após provocarem a hecatombe num planeta vizinho do Sistema Solar!
Embora não pudéssemos evitar a acção deles, cá estamos, como irmãos seus, a fim de auxiliá-los.
Como não podia deixar de ser, sentimo-nos também responsáveis, de tal sorte que nos empenhamos, com todos os recursos de que dispomos, para amenizar a situação dos filhos da Terra, para ajudar os guardiões planetários neste momento em que atravessam uma prova definitiva no histórico de sua humanidade.
Somos solidários com vocês, irmãos da Terra, e consigo estaremos até que seu lar planetário seja renovado, e seu ecossistema, restabelecido.
Todos se calaram diante das imagens prodigiosas que foram mostradas e do pensamento exposto pelo ser à nossa frente.
Pessoalmente, não tive o que comentar.
Preferi me calar diante de tantas revelações e da demonstração de como nossos destinos, de vários mundos, estavam interligados.
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Ave sem Ninho

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Re: Os Nephilins: a origem/Ângelo Inácio - Robson Pinheiro

Mensagem  Ave sem Ninho em Sab Set 30, 2017 9:34 am

Havia muito a estudar e muito ainda a descobrir.
A narrativa remetia ao que ocorreu no continente americano pouco após seu descobrimento, quando chegaram os europeus e ali se estabeleceram.
Em sua maioria, tratava-se de um grupo nada confiável, de pessoas marginalizadas ou de marginais, muitas dos quais foram para o novo mundo expatriados. Sem dúvida, havia um paralelo com o que ocorreu nos mundos da imensidade, e não somente na Terra.
Para cá, vieram seres humanos ou humanóides de índole perversa, guerreira, com suas disputas, seus dramas, defeitos e pecados.
Junto com essa miríade de seres — muitos, encarnados, e outros, ainda em corpos energéticos —, vieram alguns de boa índole, que aqui se estabeleceram.
Com o passar do tempo, desenvolveram seres do tipo humano conhecido actualmente a fim de os fazer de escravos, mas, aos poucos, com o passar dos milénios, estes alcançaram autonomia e fundaram suas próprias civilizações.
Indubitavelmente, porém, isso se deu com a ajuda de seres das estrelas; fomos educados ou construímos nossa visão de vida e de mundo em estreita ligação com os seres que sempre estiveram presentes em nossa história.
Fundaram reinos, nações e geraram descendentes com os humanos do nosso mundo.
Assistiu-se a uma fantástica miscigenação racial, como jamais houvera na Terra.
Enquanto eu pensava nessas questões, um dos seres cinza tomou a palavra, olhando-nos com seus olhos amendoados:
— Quando os primeiros experimentos genéticos ocorreram em Tiamat, os idealizadores do novo homem jamais imaginariam que sua reprodução e seu desenvolvimento poderiam ocorrer de maneira a preencher o planeta com tamanha rapidez.
Havia algo incomum naquela nova raça, a raça de humanos da Terra.
Após várias tentativas de modificação de seus genes, tão logo começaram a se reproduzir e a crescer, em número e capacidade, começaram a perceber que eram manipulados.
Assim, os degenerados e outros povos das estrelas que haviam se associado a eles usaram de um artifício para continuar a manipular as massas de humanos.
Fundaram a religião e, através de seus dogmas, rituais e sistema hierárquico, gradativamente formataram as mentes novas e inexperientes.
“Pouco a pouco, no entanto, surgiram aqueles mais inteligentes do novo povo, dados a elucubrações filosóficas.
Tomaram consciência da manipulação a que estavam sujeitos e de como suas vidas tinham diminuto valor ou, no mínimo, um valor relativo perante seus criadores, seus deuses, como os denominavam.
A partir de então, o senso de preservação da vida e o desejo de continuidade da espécie só se fizeram aumentar, até que a nova raça passou a ser sinónimo de uma rebelião em potencial, que deveria ser administrada pelos chamados semideuses e deuses da Antiguidade.
“Antes que pudessem compreender e dominar a tecnologia de seus manipuladores — os seres do espaço que, àquela altura, já não provinham somente de uma só raça, mas de outras que para cá vieram —, os humanos foram excluídos do paraíso original, da presença dos deuses.
Foram banidos, conforme a interpretação da tradição para tal evento, a fim de que pudessem sobreviver e se desenvolver, formando núcleos onde se juntariam para originar o protótipo das futuras civilizações.”
Não havia como ignorar a história do mundo.
Todas aquelas revelações deixavam patente diante de nós a explicação do que ocorre hoje na Terra.
A disputa de poder entre os homens pressupõe algo muito maior do que a visão comum pode perceber.
Nos bastidores dos conflitos, das disputas e das guerras, da política humana, além de forças antagónicas à evolução, existem outras forças, outros interesses de seres que, somente com o tempo, o mundo estará preparado para conhecer.
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Re: Os Nephilins: a origem/Ângelo Inácio - Robson Pinheiro

Mensagem  Ave sem Ninho em Dom Out 01, 2017 11:14 am

Antes que meus pensamentos pudessem prosseguir por essas trilhas, o ser de estatura pequena e pele cinza, com seus olhos expressivos, arrematou:
— Em virtude dos acontecimentos que se delineiam em seu mundo actualmente, principalmente devido à iminência de uma guerra global e à realidade política altamente intricada, somos levados a acreditar que, ainda neste século em que
vivem, haverá alguma interferência mais directa por parte de outros povos em seu mundo.
A opinião do ser humanóide foi impactante sobre todos nós e abria imensa possibilidade para pesquisas, perguntas e reflexões.
Enfim, um mundo novo de possibilidades se descortinava diante de todos nós, que nos interessávamos sobre a vida do universo e a ciência da vida em outras dimensões.

12 Cf. PINHEIRO, Robson. Pelo espírito Ângelo Inácio. A marca da besta. Contagem: Casa dos Espíritos, 2010. p. 50s.

13 Cf. “Memórias compartilhadas”. In: PINHEIRO. OS guardiões. Op. cit. p, 75-98.
14 Cf. PINHEIRO. A marta da besta. Op. cit. p. 602s.
15 Cf., respectivamente: Gn 14:18 c Hb 5:105 Gn 6-8; Gn 5:21; faraó egípcio (c. 1350 A.C.)

16 Cf. Gn 7. Estudiosos situam entre 11 mil e 14 mil anos atrás uma enchente de grandes proporções no Mar Negro como a hipótese mais provável do evento ao qual o dilúvio faria alusão.
A fala do personagem parece sugerir algo na mesma direcção.

17 Tanto a pirâmide de Akapana quanto o templo de Kalasasaya integram o sírio arqueológico da Cidade do Sol, tida como capital da civilização pré-inca Tiwanaku, cujo império se estendeu, a partir do sudeste do lago Titicaca, no sudoeste da Bolívia, ao que hoje corresponde ao norte do Chile c ao sudeste do Peru Embora se situe seu domínio entre os séculos V e XI, há quem defenda que a civilização remonte, na verdade, a 10 mil anos a.C. ou mais, hipótese que parece ser reforçada pelo personagem.
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Re: Os Nephilins: a origem/Ângelo Inácio - Robson Pinheiro

Mensagem  Ave sem Ninho em Dom Out 01, 2017 11:15 am

ERAM MUITAS AS INDAGAÇÕES que a conversa com os representantes de outros mundos havia suscitado.
Parecia que, em vez de obtermos respostas definitivas, tínhamos agora muito mais perguntas do que antes.
De minha parte, curioso como sempre, não podia deixar de lado aquela oportunidade.
Conversei ligeiramente com Raul e Irmina, que apresentaram alguns questionamentos, e recolhi mais dúvidas das pessoas ali presentes.
Respirei fundo, enquanto os visitantes tomavam um líquido reanimador oferecido pelos guardiões para, logo em seguida, prosseguirmos com as interrogações.
O ser cinza ficou com a incumbência de respondê-las.
— Até então, boa parte dos cientistas terrenos acreditava que diversas pirâmides do nosso mundo seriam obras realizadas pelos faraós.
No entanto, segundo relata o espectro, foram criação dos annunakis juntamente com outros povos.
Tais monumentos tiveram algum objectivo maior do que oferecer às gerações futuras um atestado da presença alienígena sobre a Terra?
O ser cinzento olhou-nos de uma maneira, de fato, repleta de doçura.
Sinceramente, não saberia dizer, tendo em conta apenas sua aparência, se era encarnado ou desencarnado, se porventura estava ali desdobrado, como Raul e Irmina, ou se a densidade corporal que observávamos era própria dos seres físicos de seu mundo.
Sem nos dar explicações quanto a isso, ele nos respondeu, à medida que sua mente imprimia nos fluidos ambientes imagens, cenas reais de tudo aquilo que compartilhava connosco:
— Antes do período em que ocorreu o conhecido dilúvio, registrado em alguns livros sagrados do seu povo — isto é, por volta de 13 mil anos de seu calendário16 —, os campos de pouso dos visitantes, usado tanto por naves físicas quanto por etéricas, situavam-se na região que vocês denominam Mesopotâmia, mais precisamente, numa cidade à época chamada Sippar.
Depois do cataclismo e após uma era glacial, novo local de pouso foi construído em seu planeta, desta vez, na actual península do Sinai.
Foi preciso erguer duas grandes pirâmides e, mais tarde, uma outra — conhecidas como pirâmides de Gizé, as quais serviriam como marcos da pista de aterrissagem, cujo ponto final era a região do Monte Ararat, no extremo leste da Turquia contemporânea.
“Quando o centro de mineração dos annunakis foi transferido da África para a Cordilheira dos Andes, o local onde se processava o ouro passou a ser às margens do Titicaca, o maior lago da América do Sul nos dias atuais.
A pirâmide ali situada, de nome Akapana, era também um local dedicado a processar minérios retirados de seu planeta.
Na época de sua construção, o templo de Kalasasaya17 serviu como observatório astronómico, a fim de dar referências aos astronautas que pousariam no planeta.
“Notem que não somente em seu mundo foram erguidas pirâmides.
Também em Marte, o quarto planeta de seu sistema, na região que seus cientistas baptizaram de Cidónia, levantaram-se pirâmides semelhantes.
De acordo com o que pensavam os primeiros astronautas, os annunakis e os povos a eles associados, era importante construir uma base num dos planetas vizinhos à Terra.
Além disso, ao considerarem factores técnicos importantes — tais como força da gravidade, relação entre massa e energia necessária para o empuxo, que eleva a nave do solo rumo ao espaço, e coisas semelhantes —, também avaliaram ser útil, na época, montar uma base na órbita da Terra, numa região onde a força da gravidade fosse praticamente nula.
Isso lhes facilitava o transporte e diminuía o empuxo exigido das naves ao decolarem.
De lá, ou seja, do alto, em relação à superfície, instrumentos de precisão permitiam que as pirâmides fossem avistadas facilmente, sem importar em qual continente estavam.
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Re: Os Nephilins: a origem/Ângelo Inácio - Robson Pinheiro

Mensagem  Ave sem Ninho em Dom Out 01, 2017 11:15 am

“No Vale do Nilo, além das pirâmides, ergueu-se a Esfinge de Gizé, que, na época, operou como um aparato de comunicação.
Em Marte, fez-se outra semelhante.
Pode-se ver na face da Esfinge a figura perfeita de um annunaki, assim como rostos semelhantes aparecem em muitos desenhos e monumentos da Antiguidade.
A escultura de Gizé retracta o deus-falcão ou Rá — embora muitos entendam que fosse Hórus.
Rá é filho de Enki.
Tal como as pirâmides, a Esfinge foi orientada para se alinhar com o paralelo 30º N, como parte do espaço porto construído pelos antigos astronautas.
“Além de terem tido a função de apontar ou demarcar o início do campo de aterrissagem, as pirâmides também foram construídas com o propósito de abastecerem as naves.
Revestidas por uma fina camada de ouro, colectavam e acumulavam energia solar, motivo pelo qual foram lacradas.
Acreditamos que, em breve, seus pesquisadores encontrarão provas inequívocas da tecnologia empregada pelos construtores, a mais de 100 metros de profundidade, sob as pirâmides.
“O mesmo se pode deduzir da esfinge construída pelos annunakis no planeta Marte.
Sendo obra de seres dessa categoria, não poderia ser apenas um monumento, dadas as suas proporções, tampouco as pirâmides de lá.
A esfinge do mundo vermelho foi uma importante base de comunicação dos astronautas antigos, tanto quanto a de Gizé; ambas estão ligadas uma a outra.
Da mesma forma, foram erguidas pirâmides colossais, duas delas, além de uma menor, em perfeita simetria entre si e com a esfinge marciana.
— Diante do que você nos informa, poderia nos dizer no que exactamente consistia esse espaço porto construído na Terra na época do degredo ou dos primeiros astronautas que para cá vieram?
— Primeiramente, é bom notar que são os primeiros segundo a história dos annunakis, porém, antes vieram outros, cujo rasto resiste na forma de laboratórios e algumas construções, embora não tenham deixado sinal tão claro de sua identidade.
Feita essa ressalva, os povos capensis decidiram erigir um sistema completo, que contemplava o Centro de Controle da Missão, radiofaróis de aproximação, silos subterrâneos, entre outros equipamentos necessários ao pouso e à aterrissagem.
Na época em que o espaço porto foi construído, na península do Sinai, o local escolhido para o controle da missão, foi onde hoje está a cidade de Jerusalém.
Um dos radiofaróis de aproximação foi construído em Gizé, cidade egípcia vizinha ao Cairo.
Infelizmente, o silo subterrâneo naquela península foi destruído por armas nucleares, numa tentativa de se dizimar a população, no ano 2024 a.C.
Outra pista de aterrissagem esteve localizada em Nazca, no sul do Peru.
“As naves de transporte maiores, na época, utilizavam o espaço porto de Marte.
Vale observar que, para quem vinha de fora do Sistema Solar, Marte era considerado o sexto planeta, pois se contava a partir da periferia do sistema, e não a partir do Sol.
Portanto, o sexto planeta era uma base importante de pouso e abastecimento principalmente em relação à água, para se enfrentar a longa viagem além dos limites do sistema.
Os espaço portos da terra eram usados apenas para naves menores, dos astronautas corporificados, não obstante naves etéricas de maior porte estacionassem directamente na Lua — onde reuniam os seres extra-físicos deportados — e, de lá, localizassem-nos nas devidas regiões astrais e etéricas de seu mundo.
De todo modo, é oportuno destacar que a estação espacial do sexto planeta, de Marte, foi reactivada nos dias atuais.”
Eram muitas informações, ricas em detalhes, o que nos fazia pensar seriamente.
Já podia antever o livro que pretendia escrever, no qual constariam também as lembranças do espectro.
Não me furtaria a compartilhar essas informações com os amigos encarnados; era preciso abrir os olhos de vez.
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Re: Os Nephilins: a origem/Ângelo Inácio - Robson Pinheiro

Mensagem  Ave sem Ninho em Dom Out 01, 2017 11:15 am

A pergunta seguinte, que anotei de um dos cientistas ali presentes, causou impacto sobre todos:
— Quando das primeiras manipulações genéticas com os hominídeos do planeta Terra, os annunakis tinham convicção de que alcançariam êxito?
Haviam realizado algo assim antes?
O ser humanóide olhou directamente para o cientista que fizera a pergunta, dando indícios de que sabia exactamente quem era o autor.
Decerto, usava alguma habilidade telepática que desconhecíamos.
— Foram diversas as tentativas de manipulação dos espécimes da Terra.
Primeiro, misturaram-se animais diferentes, produzindo-se numerosas aberrações, que, na ocasião, ficaram à deriva no ambiente.
Não foi em vão, entretanto; acabou-se por conhecer, assim, o código genético de diversos seres.
Até porque, em diversos planetas deste universo, mas, principalmente da Via Láctea, existem povos que não evoluíram a partir do mesmo ramo que vocês, mas, sim, de outros animais, como se deu com aqueles em forma de lagarto e com alguns que habitam as águas.
Esses não evoluíram a partir dos símios humanóides.
“Os primeiros cientistas annunakis experimentaram diversos animais, porque desconheciam qual classe ou espécie lhes reservava melhores chances de sucesso visando à geração do homem.
Dessa forma, quando submeteram às experiências pela primeira vez um ser classificado como hominídeo já o haviam feito com diversos animais.
Foi exactamente nas terras do sudeste do continente africano, onde há pouco se localizava a Rodésia do Sul, hoje Zimbábue, que encontraram o primeiro ser que parecia ser o mais adequado aos experimentos.
“A cientista Ninti foi a annunaki encarregada de obter os gametas dos annunakis ou seres divinos.
Foram necessárias duas extracções de óvulos de fêmeas annunakis e o esperma de um jovem da mesma raça.
Fez-se um cuidadoso estudo dos astronautas, principalmente daqueles que apresentavam corpos de matéria e natureza mais densas, os de estatura menor.
Enki, ciente dos riscos envolvidos, supervisionou de perto os experimentos, a fim de garantir a ética máxima no processo e o menor sofrimento possível.
Do sangue dos annunakis foram retirados diversos elementos, os quais, mais tarde, seriam úteis às experiências, ou seja, à memória celular dos filhos das estrelas, à memória genética.
O sémen foi modificado, trabalhado e, de certa forma, adaptado nos laboratórios annunakis, colimando o processo de fecundação.
O óvulo da mulher, ou fêmea, da Terra deveria ser fertilizado com o sémen do annunaki.
Nesse processo, conseguiram determinar o sexo a ser formado.
Após diversas tentativas fracassadas de dar origem a seres híbridos, Enki e Ninti enfim lograram atingir a meta, mas somente depois de inúmeros insucessos, afinal, não sabiam se feriam êxito.
Aliás, antes da última tentativa, já tinham combinado que iriam desistir, pois descobriram que os seres híbridos não se reproduziam.
Do mesmo modo como agem os cientistas do seu povo, não se pode ter certeza antes de testar.
Somente após decidirem implantar o óvulo fecundado no útero de uma deusa, de uma fêmea dos annunakis, é que a experiência teve a confirmação de ter dado certo.
Esse feito foi comemorado por todos os astronautas que viviam no novo condomínio planetário.
“Os annunakis, ou melhor, as fêmeas annunakis dão à luz após o décimo mês, diferentemente do que ocorre hoje com as fêmeas humanas.
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Re: Os Nephilins: a origem/Ângelo Inácio - Robson Pinheiro

Mensagem  Ave sem Ninho em Dom Out 01, 2017 11:15 am

O parto do novo ser mostrou-se complexo, pois ele não nasceu após o período esperado.
Ocorreu o que, nos seus dias, é conhecido como cesariana, ou seja, o homem teve de ser retirado do ventre da annunaki através por meio de um processo cirúrgico.
Mesmo assim, foi um feito extraordinário.
A partir daí, prepararam-se logo em seguida os sémens e os óvulos correspondentes para serem incubados em 14 fêmeas annunakis, as quais deram à luz a novos homens da nova raça.
Sete annunakis deram luz a machos, conforme programação dos cientistas de Enki e Enlil, bem como as outras sete deram luz a fêmeas.”
Diante da explicação do cinzento, como já o chamávamos, pois seu nome era impronunciável em nosso idioma, pude fazer algumas reflexões.
As criaturas da mitologia grega, desde a medusa, o minotauro de Creta meio touro e meio homem —, embora tenham sido lembranças transmitidas aos gregos por Berossus, um tipo de sacerdote da antiga Babilónia, por certo, suas fontes eram os sumérios, povo que conviveu de perto com os annunakis.
Essas histórias tiveram seu início com as tentativas, ainda que a princípio fracassadas, dos irmãos siderais, Enki e Enlil, na companhia de Ninti, de produzir um novo ser.
Tudo isso sobreviveu como lenda, embora as lendas guardem um fundo de verdade.
— O homem novo do ambiente da Terra foi concebido e criado à imagem dos annunakis — continuou o ser das estrelas.
Foi agraciado com a possibilidade de procriar, como seus criadores, não sendo mais necessárias as manipulações em laboratório para criar novos seres.
Entretanto, ele não possuía uma característica dos annunakis: a longevidade.
Os primeiros homens viviam, no máximo, pouco mais de mil anos terrestres.
Logo depois de algumas gerações, assim como ocorreu com os próprios annunakis aprisionados em seu planeta, diminuiu-se paulatinamente o tempo de vida, a medida que sofriam o impacto dos raios solares, de energias hiperfísicas e de outros factores.
Jamais comeriam, ou melhor, não poderiam assimilar o fruto da arvore da vida, que os faria quase deuses, com capacidade de viver um longo período, como os próprios da casta dos eloins, seus criadores.
O tempo que alcançavam em corpos físicos era sensivelmente menor que o dos annunakis, que, originalmente, viviam durante aproximadamente 28,8 mil anos terrestres — para estes, no entanto, um período relativamente curto.
Logo em seguida, em contacto com a atmosfera terrestre, tiveram gradativamente diminuída a duração do seu ciclo de vida, que acabou por se estabilizar em apenas algumas centenas de anos.
“O tempo de convivência e trabalho de um annunaki na Terra era contado em shars, ou seja, o tempo adoptado em Nibiru referente à sua órbita em torno do Sol.
Um shar equivale a 3,6 mil anos terrestres, correspondendo exactamente a um ano de Nibiru para os astronautas.
Nos escritos dos antigos de sua raça, quando descrevem que um rei ou um dos líderes astronautas ou deuses dominava um reino por um período de 36 mil anos, nos textos sagrados constava 10 shars.
Ou seja, naquela época, para cada geração dos annunakis se passavam dezenas de gerações dos humanos do planeta Terra.
Esse facto os fazia parecer imortais, embora não o fossem.
Notem que, em meu mundo de origem, um ano corresponde a 180 anos terrestres.
No planeta original dos espectros, um ano equivalia a cerca de 3,5 anos de vocês.
Portanto, o tempo de vida é bastante diferente entre os povos.
Tais contrastes fazem com que um período de vida mais longo seja interpretado, principalmente por povos primitivos, como sendo um atributo de divindade, como ocorreu na Terra.”
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Re: Os Nephilins: a origem/Ângelo Inácio - Robson Pinheiro

Mensagem  Ave sem Ninho em Dom Out 01, 2017 11:15 am

Com muita informação, eu mesmo fiquei curioso para saber quais conhecimentos foram primeiramente transmitidos para os novos homens, ao que o ser das estrelas respondeu prontamente:
— Primeiro, convém notar o carácter ignorante, até certo ponto, rudimentar, do novo homem, ainda que detivesse grande potencial.
Naturalmente, diante de seres mais desenvolvidos, os quais via como deuses, ele sentia-se uma mísera criatura.
Assim, um forte sentimento religioso nascia no contacto com o inexplicável, com aquilo que não se podia entender prontamente.
Entre as novas criaturas, procuraram-se aquelas com maior propensão ao aprendizado, ou a desenvolver tal capacidade, de modo que virassem mentores dos demais.
Por concentrarem maior informação e cultura, acabaram se tornando uma espécie de sacerdotes, dada a sua inclinação religiosa.
“A primeira de todas as áreas sobre a qual lhes transmitiram algum conhecimento foi a medicina, a fim de capacitá-los a curar moléstias.
Adapa foi o primeiro humano a ser formado e informado a respeito do assunto.
Devia administrar seu conhecimento visando à sobrevivência de sua espécie no mundo primitivo, repleto de desafios e perigos naturais.
Não era exactamente fácil sobreviver em meio à natureza selvagem da época.
Na etapa seguinte, abriram-se os registros annunakis aos ‘iniciados’ entre os humanos, e, logo, se ministraram conhecimentos de astronomia, de sorte que entenderiam que seus deuses vinham das estrelas, que eles próprios eram das estrelas, em última análise.
Compreenderam os planetas, o Sistema Solar, as constelações; alguns poucos foram levados até a base que girava em torno da Terra para terem mais elementos e ensinarem aos demais.
Geografia, geometria, matemática e geologia foram disciplinas que se sucederam pouco a pouco no sistema de ensino ministrado pelos annunakis aos homens terrenos.
“Após o dilúvio — conforme registrado em seus livros sagrados, um evento climático catastrófico para a época —, surgiram conhecimentos novos, aprendidos por meio do cuidado com os sobreviventes, que tiveram suas vidas poupadas na era glacial devido à interferência de um dos irmãos siderais.
Além da geografia, os homens terrestres receberam instruções de como arar a terra.
Muitas sementes foram trazidas ao seu mundo pelos annunakis, como o milho, a soja e outros grãos.
Logo depois que os homens terrenos aprenderam sobre agricultura e os ciclos da Lua e das águas, ensinaram-lhes conhecimentos de metalurgia e mineração e outras áreas, em seguida.
A legislação desenvolveu-se entre os sumérios por influência directa do annunaki Enki, que passou a amar os homens da Terra.
“Certos annunakis de expressividade começaram a interferir de maneira intensa na história de seu povo.
Foi o caso do filho preferido de Enki, Ningishzidda, o qual ficou conhecido no Egipto antigo como Thot e, na América Central, como Quetzalcóatl.
Tratava-se do mesmo ser, que viveu durante tempo bastante longo nos padrões terrícolas.
Enki ensinou-lhe a arte de reviver os mortos, já que, como conheciam muito bem a ciência da manipulação genética, tal feito para eles era algo comum, embora nem sempre fácil.
Ensinamentos sobre medicina, higiene e nutrição eram quesitos básicos para a formação dos iniciados ou sacerdotes, conforme iam se criando as diversas religiões.
Rudimentos de anatomia, bem como
preceitos para a alimentação mais adequada aos humanos, repassaram-se como medidas de manutenção da saúde, e não como princípios religiosos, como mais tarde foram apresentados.”
— Ainda existem seres extraterrestres em corpos físicos no planeta Terra? Em caso afirmativo, são dessa ou de outras épocas?
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Re: Os Nephilins: a origem/Ângelo Inácio - Robson Pinheiro

Mensagem  Ave sem Ninho em Dom Out 01, 2017 11:16 am

A pergunta foi realizada por Raul, que, até então, estivera calado, como em estado de transe.
Imaginei que estivesse, em alguma medida, em contacto mental com algum dos seres ali presentes, mas estivamos tão encantados com as possibilidades de troca de conhecimento que não demos atenção especial ao facto, sendo que me surpreendi com a forma intempestiva como levantou a voz repentinamente e formulou a questão.
— Na cordilheira conhecida por vocês como Himalaia, existem bases de seres do espaço, inclusive, de seres do meu mundo.
Numa dessas bases, há uma caverna que, na verdade, foi totalmente remodelada com equipamentos de uma tecnologia desconhecida de seus cientistas.
Ali dentro, há 24 esquifes, feitos de um material que, para vocês, talvez se assemelharia ao mais puro diamante.
Nesses esquifes, repousam representantes annunakis e de outros povos em seus corpos físicos, de uma fisicalidade semelhante a de vocês.
Estão em animação suspensa, embora mentalmente activos e interferindo em certa medida nos acontecimentos de seu mundo. Alguns fenómenos conhecidos por nós ainda são inconcebíveis para vocês, eu sei.
Outro exemplo é a capacidade mental de ver através da matéria, penetrando rochas e até mesmo o aço.
Alguns desenvolveram essa capacidade de maneira notável, além de outras, entre eles, os seres cujos corpos repousam nos laboratórios do Himalaia.
Raul não se deu por satisfeito, parecendo que havia despertado nele um súbito interesse por saber e conhecer.
Assim, não deu chance a outro espírito, e indagou ele mesmo:
— Foi mencionado conhecimento de reactivar a vida de determinada criatura.
Mas, em nosso planeta, isso é possível?
Conhece alguma coisa a respeito da possibilidade de um ser substituir o outro no corpo físico de maneira duradoura?
— Aquilo que é impossível muitas vezes não se deve às leis naturais do seu planeta, nem sequer às do universo, mas à falta de conhecimento e de desenvolvimento científico a respeito do assunto.
Muitas coisas que nós, extraterrestres, conhecemos e fazemos é considerado impossível até mesmo por seus cientistas, como, por exemplo, viajar de um sistema solar a outro e vencer uma distância de 100 anos-luz em apenas alguns minutos.
Segundo sua ciência actual, isso seria impossível, como era impossível, até bem pouco tempo, vencer as distâncias entre continentes voando pelos céus ou ir à Lua num bólide tecnológico.
Contudo, aquilo que parece ficção para muitos humanos, inclusive para os que se crêem mais inteligentes, pode muito bem ser possível em algum lugar da galáxia.
Dessa forma, não para os seres da minha espécie, mas para os annunakis, muita coisa é possível no que tange à retomada da vida ao corpo, mesmo quando este já está morto.
Ainda que as crenças e os dogmas do indivíduo digam o contrário, existe ciência em tudo.
“Quanto ao facto de seres trocarem de corpos uns com outros de maneira definitiva, isso certamente é impossível para vocês, humanos, devido à falta de conhecimento. mesmo se levarmos em conta os seres extra-físicos de seu orbe.
Não obstante, existem alguns povos — dois deles, representados pelos visitantes presentes aqui, na lua terrestre, nesta base de guardiões — que detêm tal habilidade.
É algo possível, desde que obedecidas certas regras e contingências, a fim de não se atentar contra as leis naturais, mas não as leis naturais tal como concebidas por vocês, tão poucas e limitadas, e, sim, aquelas conhecidas por eles.”
— Queria saber sobre os conflitos gerados no início de nossa civilização, principalmente aqueles envolvendo o povo hebreu, a partir do chamado Êxodo, provavelmente ocorrido no século XV a.C.
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Ave sem Ninho

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Re: Os Nephilins: a origem/Ângelo Inácio - Robson Pinheiro

Mensagem  Ave sem Ninho em Dom Out 01, 2017 11:16 am

Você possui alguma informação a respeito? — tornou a perguntar Raul, mudando de assunto.
— No passado, existia enorme rivalidade entre as castas annunakis, notadamente, entre os discípulos dos irmãos Enki e Enlil.
Com efeito, muitos annunakis da casta dos eloins foram considerados como deuses pelos povos primitivos e, em alguns momentos, tomados como o próprio Deus.
Dessa maneira, pode-se notar que os livros sagrados para o cristianismo e o judaísmo apresentam um deus hebreu que, de um momento para outro, resolve destruir o povo18 e até o mundo19 — naturalmente, tratava-se do revoltado Enlil, um yaveh — e, mais adiante, arrepende-se de tê-lo feito20 — traduzindo a posição do irmão sideral Enki, que amava os homens.
Eis que a rivalidade se estabelece entre ambos na condução de diversos povos, não somente entre os israelitas.
De modo aparentemente incompreensível e inconciliável, os textos bíblicos falam de momentos em que o deus Yaveh teria mandado matar crianças, velhos e as demais pessoas dos povos conquistados.21
Naturalmente, não se pode pensar que seja este o Deus apregoado pelo Cristo planetário.
Não mesmo!
Noutro momento, o deus nacional apresenta-se cheio de misericórdia, dizendo não querer a morte dos homens nem sacrifícios.
“Então, deduz-se que, por um período de tempo relativamente curto, houve uma disputa, entre seres da mesma espécie, pela condução do povo hebreu, assim como de outros povos da Antiguidade.
Chegou-se a construir um aparato de comunicação para acesso aos eloins, os chamados deuses, que foi a Arca da Aliança.
Tratava-se de um potente acumulador de energias e, ao mesmo tempo, de um aparelho de comunicação entre os primitivos israelitas e os deuses eloins.
Mais tarde, foi-lhes retirada, porque a usavam em guerras, e, assim, havia o perigo de a arca cair em mãos erradas.
Ela já não se encontra mais na Terra.
Havia em todas as nações remanescentes degenerados dos povos das estrelas, dos chamados nephilins, homens de renome, poderosos que governavam as nações e pretendiam subjugar os humanos terrestres.
Disputavam o domínio das consciências desde eras remotas.
Tudo isso ficou conhecido como a batalha dos deuses, embora o território da batalha tenha sido a humanidade.”
Eram muitas e muitas perguntas, no entanto, naquele momento, Jamar interferiu, chamando-nos a atenção para o facto de que Raul e Irmina deveriam retornar ao corpo, pois estavam fora dele e do ambiente terrestre há muito tempo.
Havia limitações nesse processo, devido a factores que ele nos explicaria oportunamente.
Também era ocasião de acompanhar Jamar e outros espíritos e amigos numa empreitada de grande envergadura:
os guardiões do planeta Terra eram convidados dos seres do espaço para uma missão concernente à transmigração de seres entre mundos.
Algo inusitado esperava por nós, especialmente por Jamar.
Muito contra a vontade, Irmina e Raul foram reconduzidos aos seus corpos depois de serem transportados pela nave dos guardiões.
Eles não se lembrariam dos eventos de imediato, somente quando fosse necessário.
Como espíritos, é claro, guardariam as impressões em suas almas de maneira permanente.
Entrementes, Jamar nos reuniu — Watab, Dimitri, Semíramis, Astrid, eu e mais dois amigos guardiões, além de Albert e o próprio Zecharia — para ouvirmos a proposta dos seres do espaço.
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Re: Os Nephilins: a origem/Ângelo Inácio - Robson Pinheiro

Mensagem  Ave sem Ninho em Dom Out 01, 2017 11:16 am

Estávamos em outro ambiente, na superfície da Lua, onde havia diversas construções, algumas delas, avistadas por astronautas da Terra ainda na primeira missão lunar; eram, portanto, construções físicas.
Ali mesmo realizou-se a reunião.
Na contraparte etérica e astral, era possível ver o local onde se reunia a multidão que já havia abandonado a atmosfera terrena em carácter definitivo.
Eram espíritos que seriam transferidos ou relocados para outros mundos.
Havia intensa actividade, com centenas de guardiões e outras equipes se dedicando ao levantamento dos tipos psíquicos dos expatriados, separando-os em grupos semelhantes.
Além das construções físicas, havia grandes pavilhões, que abrigavam cada qual dezenas de milhares de seres, sem contar os demais compartimentos, localizados vibratoriamente abaixo da superfície lunar e no seu entorno.
Era como se formassem círculos concêntricos, na verdade, ambientes vibratórios diferentes, destinados a abrigar a enorme fatia de habitantes que deveriam abandonar por tempo indefinido o ambiente espiritual do planeta.
As previsões davam conta de que mais ou menos um terço da população de seres encarnados e desencarnados abandonaria a Terra na actual transmigração entre mundos.
Desde a Primeira Guerra Mundial que esse processo entrou em andamento, mas foi a partir da década de 1940 que as tarefas de reurbanização e selecção de almas atingiram seu ápice.
A Lua fora escolhida como local para onde seriam levados os espíritos renitentes, aqueles que não mais reencarnariam na Terra.
Portanto, aos olhos espirituais, a lua terrestre não era um astro morto, como alguns humanos a viam; com efeito, estava bem longe disso.
Aliás, nem mesmo sob o olhar material, físico, a Lua poderia ser assim classificada.
A questão é que chegavam aos habitantes comuns apenas informações divulgadas por cientistas e governos que haviam patrocinado as viagens ao satélite natural.
E eram tão editadas que conseguiram esconder por décadas dados preciosos, como as construções encontradas na superfície, no lado não visível da Lua.
Também ocultaram de maneira brilhante outras informações, como os avistamentos de naves que sobrevoavam o satélite ou que acompanharam os foguetes na trajectória até ali.
Agora, porém, nada disso importava para nós.
Víamos uma Lua cheia de vida, vibrante, embora repleta de seres de índole perigosa, desde guerreiros e assassinos até políticos, todos, com um traço em comum:
eram gente sem ética nem moral, almas que haviam esgotado suas experiências de aprendizado na superfície do planeta e para lá não voltariam.
Como era composta de espíritos, a enorme população podia ser perfeitamente alojada no ambiente etérico do satélite lunar sem problemas de espaço.
Mas havia outros problemas muito maiores a serem solucionados.
— Meus amigos Jamar, Watab e demais filhos da Terra, estamos honrados com a oportunidade que nos foi concedida de acompanhá-los neste momento importante pelo qual passa sua humanidade.
Nosso convite é para que participem connosco de uma jornada especial.
Com o consentimento de Anton, tivemos acesso aos directores da evolução planetária do mundo a que chamam Terra — principiou assim o amigo das estrelas.
Era ele um dos seres de estatura pequena, com mais ou menos 1,60m, e integrava uma comitiva com mais quatro indivíduos, cada qual, de povos ou mundos diferentes.
— Queremos convidá-los a uma excursão ao espaço profundo.
Em regra, não é dado aos espíritos da Terra sair da faixa vibratória do planeta rumo a outros orbes, contudo, isso se justifica neste momento.
A partir de documentos da administração solar, detectamos alguns mundos para onde se conduzirão os espíritos rebeldes reunidos neste satélite, além dos demais que, pouco a pouco, têm chegado do lar planetário.
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Re: Os Nephilins: a origem/Ângelo Inácio - Robson Pinheiro

Mensagem  Ave sem Ninho em Dom Out 01, 2017 11:16 am

Então, o convite é que venham connosco em uma de nossas naves etéricas a fim de que conheçam de perto ambientes para onde serão degredados os espíritos da Terra.
Acreditamos que essa missão de reconhecimento favorecerá bastante o processo de selecção que está a cargo dos guardiões.
Apesar da natural comoção sentida ao interagir com os filhos das estrelas, jamais imaginava realizar uma viagem ao espaço profundo.
Fiquei muitíssimo impressionado e comovido.
Não somente eu, creio, como todos os convidados, principalmente Zecharia e Albert, para quem a oportunidade recente de contacto estreito com os annunakis já havia sido estupefaciente.
Zecharia mantinha-se calado quanto ao conteúdo de sua conversa com os annunakis.
Estava pensativo, mas, naquele momento, não conseguiu esconder a emoção diante da hipótese concreta de viajar pelo espaço, quiçá fora do Sistema Solar.
Jamar guardava, juntamente com Watab e Dimitri, uma postura militar, de gente que parecia habituada a situações como aquela.
Dimitri talvez deixasse transparecer algum tipo de emoção, que se evidenciava num tique que aparecera em seu rosto.
Astrid, lindamente vestida com o uniforme das guardiãs, ladeava Semíramis com uma postura erecta, firme, sem demonstrar nenhuma emoção como nós, os homens do pedaço.
— Primeiro, quero falar do processo de locomoção — acentuou o ser do espaço.
Na primeira etapa, que será mais demorada, ainda estaremos dentro do Sistema Solar.
Por essa razão, não nos será possível empregar todos os recursos à disposição numa viagem dessa categoria, com velocidades ultraluz.
Ou seja, devemos manter velocidade inferior à capacidade de nossas naves.
É preciso considerar que os saltos nas trilhas energéticas que seus cientistas chamam de buraco de verme costumam causar algum impacto nos planetas próximos.
Portanto, para evitar qualquer transtorno, preferimos restringir a viagem por seu intermédio ao exterior dos limites vibratórios de planetas habitados.
Assim, iremos em velocidade inferior à da luz até o planeta conhecido por vocês como Úrano.
A partir de então, utilizaremos as trilhas energéticas, o que fará com que nossa viagem seja realizada quase que instantaneamente.
— PODEMOS SABER DE QUE se constituem essas trilhas energéticas? — perguntou Albert.
— De início, ninguém sabia quem as havia construído, só eram criação de alguma inteligência cósmica ou se estiveram em todo o universo desde a sua formação.
Actualmente, depois de seres tecnologicamente mais avançados realizarem diversos testes, descobrimos que elas estão por toda parte.
Inclusive, algumas foram localizadas entre as galáxias e fazem conexão entre realidades que vocês denominam universos paralelos, ainda que não se assemelhem à ficção criada pelos humanos.
Portanto, agora sabemos que tais trilhas foram concebidas em tempos imemoriais.
Mesmo os mais antigos, os semeadores de vida, que vivem e viajam universo afora detectando mundos que sirvam ao surgimento de vida, como úteros cósmicos, utilizam-nas para o transporte entre dimensões e mundos no universo.
Sem elas, nossas viagens durariam milénios.
Não obstante, sua constituição íntima é ainda uma incógnita para nós.
Sabemos apenas que, no interior dessas trilhas — ou buracos de verme ou de minhoca, como queiram —, existem energias poderosíssimas em acção.
Energias hiperfísicas, advindas de um ambiente supradimensional, estão em acção em seu âmago.
São essas energias que produzem o fenómeno de dobra do espaço-tempo, fazendo com que nossas naves façam o percurso de milhares de anos-luz em apenas alguns minutos.
Em linhas gerais, isso e tudo o que sabemos.
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Re: Os Nephilins: a origem/Ângelo Inácio - Robson Pinheiro

Mensagem  Ave sem Ninho em Dom Out 01, 2017 11:16 am

Ou seja, usamos um recurso que já existia desde o alvorecer dos tempos, sem conhecermos com precisão sua natureza ou constituição íntima.
Dando um tempo para que pudéssemos assimilar o que nos falara e, até mesmo, o próprio convite, o ser das estrelas conduziu-nos, junto com Jamar, a uma área externa da Lua, onde havia algumas de suas naves estacionadas, alunissadas.
Eram quatro naves; duas, de aparência bizarra para os padrões terrenos.
Aliás, nosso mundo só conhecia foguetes e ônibus espaciais; nada além disso.
Após ter visto a Estrela de Aruanda, utilizada pelos guardiões, pus-me a imaginar como seriam as naves dos visitantes.
Paramos diante delas.
Uma em especial chamou nossa atenção.
Apresentava formato ovalado, quase esférico.
Outro ser das estrelas, agora um annunaki, esclareceu-nos:
— Para viagens dentro do Sistema Solar, qualquer dessas naves é apropriada.
Contudo, como visitaremos mundos primitivos em outros sistemas, é mais adequado o formado oval, ou mesmo o esférico.
Assim como se dá com os planetas do universo, a esfera, ainda que comporte variações ou imperfeições, é o melhor formato para se deslocar entre mundos.
Apenas copiamos as formas dos planetas; afinal, em todos os mundos, as naves de transporte geralmente são inspiradas na própria natureza.
Como nossas naves se destinam a viagens entre mundos, reproduzimos a forma aproximada dos planetas, o que nos favorece em vários sentidos.
Por exemplo, quando essas naves se deparam com partículas dispersas no espaço e objectos naturais, como detritos, dentre outros, tais elementos são repelidos em virtude da velocidade desenvolvida, a qual cria em torno da nave uma espécie de campo protector contra o entrechoque da matérias astral e etérica e mesmo das radiações provindas do espaço.
Adentramos a nave dos seres, que nos aguardavam para a prodigiosa viagem.
Possivelmente, poderíamos fazer a mesma viagem com outros recursos, de natureza diferente, mas alguma coisa os seres das estrelas queriam nos ensinar com tudo aquilo.
Além do mais, jamais me passara pela mente a possibilidade, ainda que remota, de sair da Terra, mesmo que para conhecer orbes onde os deportados seriam relocados.
Para mim, a oportunidade era ímpar, sem dúvida.
De todas as excursões das quais participara — e, para a maioria dos convidados, também —, aquela talvez fosse a mais arrebatadora, emocionante e contagiante, tanto pelas sensações quanto pelo conhecimento que poderia ser compartilhado.
Viajaremos com alguns seres de nosso mundo que, segundo o pensamento de vocês, estão de posse de seus corpos físicos, embora estes apresentem um tipo de materialidade que vocês, espíritos da ferra, desconhecem.
Em alguns mundos, as duas populações, a que vocês dizem ser invisível e a outra, visível, convivem quase como se estivessem no mesmo ambiente, na mesma dimensão.
Fiquei imaginando como seriam os seres no futuro, à medida que desenvolvessem a visão extrafísica e, assim, pudessem ter uma convivência mais estreita com outras dimensões.
Pareceu-me, então, que o ser à minha frente tinha ouvido meus pensamentos, já que retrucou:
— Na verdade, onde ocorre, esse convívio dá-se menos devido ao desenvolvimento de um sentido extra-sensorial e mais à diferença de vibração entre as matérias brutas desses mundos.
O tipo de vibração da matéria interfere muito quando se convive com elementos de outras dimensões.
A matéria da Terra é muitíssima densa, o que decerto repercute na formação do corpo carnal dos humanos e de todo tipo de seres físicos do planeta.
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Re: Os Nephilins: a origem/Ângelo Inácio - Robson Pinheiro

Mensagem  Ave sem Ninho em Dom Out 01, 2017 11:17 am

Mas não é assim em outros lugares, muito embora existam diversos mundos cuja densidade material é compatível à da realidade terrestre.
Outro ser entrou na conversa, complementando:
— Quem sabe seja por esse motivo que os instrumentos da sua tecnologia terrestre não conseguem encontrar vida nos mundos do Sistema Solar...
Além de serem estruturados apenas na matéria bruta de seu mundo, são programados e pensados apenas para esse tipo de vida, da mesma fisicalidade e da mesma densidade terrestres.
Os humanos se assombrariam ao saberem que existem outros orbes, a distâncias relativamente pequenas, que abrigam civilizações elevadas, desenvolvidas — e físicas —, porém, com uma estrutura molecular ligeiramente diferente, de uma densidade material menor e, por isso mesmo, indetectável por meio de seus instrumentos atuais.
O comentário dos filhos das estrelas, dos annunakis, despertou muitas reflexões em todos nós, que os escutávamos um tanto estupefactos perante a maravilha técnica que observávamos em sua nave.
Embora em outras ocasiões já tivéramos recebido explicações semelhantes quanto a densidade da matéria terrestre, agora, ouvindo isso da boca de visitantes do espaço, sob novo contexto, tudo parecia mais abrangente ou, no mínimo, ganhava novo significado.
Sobretudo porque, diante de nós, tínhamos a prova viva do aspecto relativo da densidade da matéria.
Era algo que merecia maiores estudos.
Por dentro, a nave era muito mais simples do que supúnhamos.
Havia alguns painéis, e, no centro, onde ficava a sala de comando, por assim dizer, havia apenas duas poltronas reclinadas, anatómicas e preparadas para dois tipos humanos totalmente diferentes entre si.
Escutávamos um ruído suave, como de máquinas em funcionamento.
À nossa frente, um equipamento que parecia um tipo de computador aprimorado ao extremo.
Minha curiosidade e a de Zecharia levaram-nos para perto desse equipamento, que nos chamou a atenção logo de início.
O ser acomodado numa das poltronas — a outra ainda estava vazia — tentou se comunicar connosco, porém, teve dificuldades em se expressar numa linguagem compreensível para nós.
De repente, tivemos a impressão de que alguma coisa tacteava nosso cérebro extrafísico, como se fossem tentáculos mentais.
Durante alguns segundos, ficamos inquietos, até que uma voz bem audível se fez ouvir em nossa mente.
Era um tipo avançado de telepatia.
Aquele ser passou a se comunicar por um processo puramente mental:
— Aqui temos, coordenando toda a nave, este equipamento de avançada tecnologia.
Ao tempo em que desempenha o papel de um computador, sendo acessado por nosso pensamento, também age como comunicador universal.
Através dele, podemos interagir em tempo real, ou seja, instantaneamente, sem perda de tempo, com nosso comando, com outras naves e, em certas ocasiões, com nosso mundo de origem.
Talvez o nome mais apropriado seja hiper-comunicador, pois suas ondas se irradiam por meio da luz das estrelas, directamente — aliás, essa luz e também nossa maior fonte de abastecimento.
“Além disso, o comunicador desempenha o importante papel de uma rede, comparável ao da internet na actualidade de seu planeta.
Os povos do espaço que estão conectados, em parceria, alimentam uma espécie de rede de comunicações de âmbito galáctico, de maneira a podermos todos acessar informações e estudos ali disponíveis.
Porém, o acesso é feito através das pupilas de nossos olhos, e vemos o objecto de nossa busca ou pesquisa não em telas, mas simplesmente à nossa frente, como se a própria mente projectasse as imagens e as informações.
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Re: Os Nephilins: a origem/Ângelo Inácio - Robson Pinheiro

Mensagem  Ave sem Ninho em Dom Out 01, 2017 11:17 am

Um conector é implantado em nossos olhos, num dos nervos ópticos, a fim de podermos acessar a qualquer tempo os conteúdos dos quais necessitamos.
“A essa rede, um tipo de rede neural a unir todos os povos auxiliares e irmãos, damos um nome que se traduziria, para vocês, em algo como zona límbica, ou seja, ima zona especial entre dimensões através da qual e na qual se armazenam informações de carácter científico, metafísico e filosófico de vários povos do espaço.
Nesse ponto, assemelha-se mais às propriedades do que denominam correntes de pensamento; talvez, a ideia se aproxime mais da fusão entre essas correntes e a internet, a título de comparação.
Nesse caso nosso, trata-se de uma espécie de arquivo, como aquilo que vocês chamam de nuvem na linguagem da era digital.
Descobrimos que as energias entre dimensões são fortemente impressionáveis e formam um espaço neutro, porém capaz de armazenar elementos de informação, servindo para registo de factos e qualquer tipo de dado.
É como se fosse a própria luz, num estado ainda desconhecido, inclusive por nós.
Esse espaço inter-dimensional é também usado para oferecer conhecimento a todos os povos que atingiram a etapa da astronáutica, ou seja, aqueles que conseguem desenvolver viagens para fora de seu sistema planetário, mas que, antes disso, estabeleceram a harmonia em seus sistemas de origem.”
— Isso quer dizer — falou Zecharia — que nem todos os povos que dominam a astronáutica têm acesso a essa rede de comunicação?
— Não podemos oferecer determinados conteúdos a povos que ainda vivem em conflito e promovem a guerra e os há cm grande número nesta galáxia.
Imaginem o desastre que seria se certos conhecimentos caíssem nas mãos, por exemplo, de grupos ou nações que vivem em pé de guerra no seu planeta...
De que maneira seriam utilizados a fim de amealhar poder, riquezas e domínio sobre os demais?
Diante disso, podemos concluir que não existe riqueza nesses mundos de paz?
Que, de alguma maneira, aboliram-na?
— Não é exactamente isso que queremos dizer.
Contudo, pelo menos nos mundos aqui representados, há muitos séculos, o objectivo de vida deixou de ser acumular dinheiro e riquezas materiais.
Nossas metas e nossos desafios são de ordem mental, de conquista de conhecimento e sabedoria e, sobretudo, visam formar parcerias entre povos estelares, de modo a erradicar a ignorância, o medo e a guerra dos mundos com os quais estabelecemos contacto.
A riqueza como a conhecem, para nós, é somente qualidade de vida e nada mais.
Com efeito, temos nossos desafios, imensos, na verdade, mas são de outra natureza.
Em seguida, apontou para um ser de aparência humanóide, porém de estatura bem menor, de cerca de 40cm.
Tinha aparência quase de criança, não fossem as barbatanas abaixo dos braços e alguma coisa que lembrava uma crista sobre a cabeça. Disse, então:
— Vejam, por exemplo, estes nossos amigos de um mundo da constelação conhecida por vocês como Lira.
Sua especialidade e a maior riqueza para eles é o campo da medicina, de salvar vidas.
Em todas as nossas naves, os temos como auxiliares, pois eles entendem de fisiologia astral e energética mais do que quaisquer outros povos que conhecemos, numa dimensão e num nível de profundidade e abrangência que lhes causaria espanto.
São exímios estudantes de todo método ou sistema de cura, incluindo até cirurgias em seres dos tipos físicos os mais diversos.
Têm uma habilidade mental incrível para, em pouco tempo, apreender o funcionamento dos organismos mais incomuns entre as humanidades do espaço e são éticos ao extremo.
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Re: Os Nephilins: a origem/Ângelo Inácio - Robson Pinheiro

Mensagem  Ave sem Ninho em Dom Out 01, 2017 11:17 am

Por outro lado, são incapazes de lidar com números, cálculos matemáticos ou questões filosóficas, que, para eles, constituem-se em problemas quase insolúveis.
Na prática, não visitamos nenhum mundo sem o concurso deles, devido aos elementos patogénicos insuspeitos encontrados em cada planeta, muitos dos quais poderiam nos afectar e contaminar em alguns casos.
“Portanto, fizeram-se absolutamente indispensáveis, por sua competência e seu rigor.
Não são cie uma riqueza incalculável?
Sendo assim, a riqueza a que aspiram é a compreensão de organismos naturais humanóides e não humanóides.
Vivem numa situação que, para o habitante da Ferra, seria inconcebível, considerando os valores ali vigentes.”
Depois de ouvir o filho das estrelas, cada um tomou seu lugar na sala de navegação da nave, onde fomos convidados a ficar.
Dali dava para ver o espaço à frente, em telas realmente grandes.
Sentimos um leve movimento quando a nave se levantou do solo lunar.
Nada muito intenso, pois a baixa gravidade da Lua facilitava o desprendimento sem que fosse necessário um sistema de propulsão complexo.
Abaixo avistávamos o planeta Terra, que mais parecia, para nós, uma pérola cintilante.
Zecharia chorou ao ver a cena.
Não havia como não se comover.
A face da Terra que avistávamos estava nimbada de luz.
A nave deu uma volta em torno do planeta, e logo avistamos a parte escura, onde era noite.
A nossa visão, porém, era uma noite muito diferente daquela que os homens observavam na superfície.
Muitas luzes espalhavam-se ao redor do mundo terrestre.
Eram cidades espirituais, cujo brilho lembrava o de constelações a cobrir o planeta, lua muito mais do que supunham os espiritualistas.
Num relance, pude observar feixes iluminados, como se fossem fios de luz rasgando o globo de um lugar a outro, em mil filamentos, segundo observamos rapidamente, pois a nave não parou para examinarmos detalhes.
Aprendemos que se tratava de rastros deixados pelas caravanas e pelas legiões que partiam das cidades astrais e se dirigiam às cidades dos homens, a fim de darem força e socorro a quem necessitasse.
Um verdadeiro espectáculo visto de cima, de fora da Terra.
Logo a velocidade aumentou, e dirigimo-nos para longe do planeta.
Pensei que iríamos directo para fora do Sistema Solar, mas um dos visitantes do espaço falou com Jamar e Watab:
— Vamos mostrá-los o planeta vermelho, aquele mesmo onde os cientistas terrenos dizem não ter vida.
A nave descreveu uma volta completa em torno de Marte, depois de um tempo de voo que eu não soube precisar.
Dentro do equipamento voador, nem sequer percebíamos o deslocamento, muito menos sentíamos algum impacto brusco.
Alguns tripulantes caminhavam de um lado a outro.
Parecia que a falta de gravidade do espaço não atingia os espíritos, nem mesmo alguns encarnados de outros povos cuja estrutura material era menos densa, conforme nos havia sido explicado.
Após algum tempo circulando em torno de Marte, pudemos observar que o planeta vermelho aparentava algo diferente daquilo que as fotografias realizadas pelos satélites mostravam.
— Representantes dos governos autorizam uma breve escalada no planeta — pronunciou um dos seres ali presentes.
Representantes do governo?
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Re: Os Nephilins: a origem/Ângelo Inácio - Robson Pinheiro

Mensagem  Ave sem Ninho em Dom Out 01, 2017 11:17 am

Como assim?
Marte não era desabitado, completamente desabitado?
Não deu tempo de ouvir qualquer resposta à minha indagação mental.
A nave mergulhou abruptamente na atmosfera marciana e atravessou nuvens de coloração diferente.
O que vimos me impressionou muito.
Antes que pudesse expressar minha curiosidade e meu espanto, Zecharia deu o veredicto:
— Matéria etérica, matéria de densidade diferente...
Eis aí a resposta por não encontrarem vida em Marte!
Uma cidade enorme estava abaixo de nós.
Era em tudo diferente de nossas cidades, mas era uma cidade soberba.
Equipamentos de voo passavam abaixo de nós, porém, não se via nenhuma movimentação frenética.
Não conseguimos ver nenhum dos supostos marcianos.
Vamos mostrar algo interessante a você, meu amigo guardião — falou o ser das estrelas a Jamar.
De repente, a nave mudou seu percurso dentro do planeta.
Divisamos algumas pirâmides e, nitidamente, uma construção — embora maior que a da Terra.
Era uma esfinge.
— São obra dos annunakis — falou o ser à nossa frente.
As telas mostravam algo surpreendente.
Sobrepunham-se uma camada física, aparentemente não muito distinta da constituição física do planeta Terra, e outra menos material, embora física também.
Etérica, talvez...
Zecharia levantou-se para observar melhor e, mais uma vez, sentenciou:
— Agora entendo melhor os textos que traduzi dos antigos sumérios.
Eis a base de Marte dos annunakis.
Eles ainda estão por aqui.
— Isso mesmo, meu amigo, e, há bem pouco tempo, a base foi reactivada.
Funciona plenamente.
A nave continuou sua trajectória em torno do planeta, todavia, não vimos nenhuma outra cidade.
Não significava que não existiam outras, mas somente que não as vimos.
— Trata-se de uma cidade estruturada em matéria que vocês diriam ser quintessenciada, embora essa palavra seja
arcaica para exprimir a natureza material dos elementos do planeta.
Contudo, acredito serem capazes de entender a ideia.
Jamar e Watab permaneciam calados, somente observando.
Só mais tarde soubemos que ambos estavam conectados mentalmente ao ser do espaço, que lhes transmitia muito mais dados pelo processo mental do que éramos capazes de perceber.
Explicou o annunaki de estatura menor que nos acompanhava:
— Esta é uma cidade construída por técnicos remanescentes de uma civilização antiga, lugar há muito compartilhado com os annunakis e outros povos que aqui vivem e observam a Terra de perto.
No interior do planeta, vivem seres que construíram uma verdadeira civilização.
Entretanto, dificilmente os humanos da Terra se encontrarão com eles, pois os terráqueos concebem vida apenas segundo seus padrões estreitos; estão fechados em seu sistema estanque.
Não aceitam nem imaginam que pode existir vida ou florescer vida em matrizes diferentes das que existem na Terra, e vida inteligente.
As pirâmides que vocês observaram também foram obra de nosso povo.
Ali trabalham representantes de nossa civilização e de outras espécies também.
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